Em Linhas Gerais

Corrupção em Cacoal: Será dificíl o Padre Franco sair incólume desse escândalo- por Gessi Taborda

 EMBATE DURO

Eleicoes1Levando em conta o cenário eleitoral do momento, pressupõe-se um embate duro para se conquistar a prefeitura, mas o xadrez eleitoral ainda está longe de ser montado.

Engana-se quem pensa que, no caso de Porto Velho, o prefeito Mauro Nazif pretenda sair do páreo. Ele não se assusta com o alto índice de rejeição, com a baixíssima popularidade.

O prefeito imagina que pode reeditar a façanha de Confúcio Moura que entrou na disputa para o segundo mandato de governador com uma rejeição altíssima e, mesmo assim, conseguiu uma vitória nas urnas.

 NADA FUNCIONA

prefeito-Mauro-NazifA gestão de Mauro Nazif até agora não passa de empulhação. A batida de sempre, do puxadinho, das reformas (extraordinariamente caras), do trivial ou habitual num invólucro de mistificação. Nada funciona. O sistema de transporte é um caos, a educação também. E se a conversa for sobre aspectos urbanos da cidade, não há nada mais lastimável.

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 FALTA DE SIMANCOL

prefeito-Mauro-NazifCaçambas de entulho colocadas perigosamente em vias de maior trânsito mostrando o vale tudo dessa cidade. E nesse mesmo diapasão as calçadas entupidas de matagal, tomadas pelo comércio clandestino que aqui até parece ter a proteção da prefeitura.

E com tudo isso, o prefeito incapaz de tomar uma dose de simancol perambula triunfante verificando “obras” como baias (??) de paradas de ônibus;  trombeteando a colocação de placas de sinalização, convencido de que está levando o município a uma aura e era da prosperidade.

 O CIRCO AINDA ESTÁ PEGANDO FOGO

padre1A enorme avalanche de corrupção verificada na próspera cidade de Cacoal, onde o PT é quem manda através do padre Francesco (Franco) Vialetto ainda está longe de ser contida. A nota difundida pelo padre prefeito buscando tirar o seu da reta, com a velha tática – de não saber de nada – utilizada por lideranças petistas quando são pegas no redemoinho da ladroagem, vai, isso sim, manter o circo pegando fogo.

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 PESO NO ESTADO

padre1E dentro do PT a situação ainda é pior. A corrupção de Cacoal terá peso no estado inteiro. Afinal mais da metade dos vereadores que compõem a Câmara Municipal foram presos.

Como as investigações do MP estadual e da Polícia Civil revelaram que Maria Ivani de Araujo Costa, chefe de gabinete o Executivo, era a executora das ações de corrupção para atender interesses políticos do padre petista e também para seu enriquecimento ilícito, certamente tais fatos fará o PT rondoniense submergir ainda mais na crise em que se chafurda.

 RACHADURAS

padre1Será dificílimo para o Padre Franco sair incólume desse affaire, especialmente diante de tantos depoimentos confirmando a intimidade do “cura” político e sua partner na gestão cacoalense.

Mesmo quem acredita em papai Noel e sereias tem restrições a acreditar que o padreco não sabia das traquinagens de sua “muy especial” parceira na passarela política cacoalense ou que até mesmo participava com ideias de como a arapuca deveria funcionar.

Os acontecimentos da “Capital do Café” alimentam teses de impeachment do prefeito já; bem como a cassação dos vereadores que acabaram presos durante a “Operação Detalhes”.

Assim como aconteceu com a gestão do PT Porto Velho, pondo fim ao projeto de poder do personagem petista que ficou conhecido como “prefeito Ali-Babá”, também em Cacoal há um sentimento de que o padre conspurcou a gestão pública.

 ABRINDO MÃO

Ontem um integrante das hostes da Oposição transmitiu à coluna qual é a expectativa dominante do PT diante do cenário político adverso para a disputa do próximo ano. “O PT não lançará candidato à sucessão nem na prefeitura de Porto Velho e muito menos na prefeitura de Cacoal”.

Para essa fonte, os escândalos de corrupção como esse de Cacoal e as condenações de Edson Silveira e da ex-deputada Epifânia Barbosa, outrora duas figuras importantes do petismo no estado, jogam mais sombra sobre a legenda que vai preferir atuar como coadjuvante de outros partidos, como uma forma de fugir dos efeitos nocivos dos escândalos.

NOVO EXÍLIO

dilma-rousseff-sorriE Dilma sofre com os panelaços onde quer que vá. Enfrentou mais um panelaço no casamento do seu médico e de Lula, em São Paulo. Nem num sábado à noite Dilma tem sossego. Mesmo sendo um grupo pequeno fez barulho batendo panelas na porta do bufê onde aconteceu a festa. Por isso se isolou no Palácio do Planalto, não tem mais participado de cerimônias públicas. A verdade é que a classe média com seus panelaços, maiores ou menores, está impondo um novo exílio aos petistas. Na ditadura, petistas como José Dirceu, foram exilados. Agora em plena democracia os petistas experimentam um novo tipo de exílio, se escondendo da revolta popular. Nem a militância do PT se vê mais nas ruas.

 FALTANDO

VergonhaDramática a situação dos hospitais estaduais. Falta tudo, desde médicos até material cirúrgico básico. Mas o que está ruim sempre pode piorar quando a irresponsabilidade dos governantes é grande.

No João Paulo II o cenário de guerra se perpetua, com pacientes nos corredores, em cima de macas ou condições piores. E teve gente, quanta ingenuidade, que acreditou que reelegendo o médico para governador a saúde pública estaria definitivamente equacionada.

Estamos no quinto mês do novo governo e a situação só faz piorar. Na esfera do município acontece o mesmo. A tática do puxadinho e das reformas na rede física não melhorou praticamente nada para quem precisa de atendimento nos postos, Upas e clínicas municipais.

 ELES SABEM

mpfDe acordo com nota distribuída ontem pela assessoria de imprensa do Ministério Público Federal cerca de 500 garimpeiros estão praticando a garimpagem ilegal de diamantes na terra indígena do povo Cinta Larga, no município de Espigão do Oeste. O MPF sabe até o volume de equipamentos e maquinários existentes na área a serviço do garimpo criminoso. É, como se vê, a repetição da recente história que colocou Rondônia no noticiário nacional pela carnificina ocorrida naquela região. Dessa vez o MPF decidiu recomendar a Polícia Federal a realização de uma operação para prender garimpeiros e retirar o maquinário que lá está. Até agora não se sabe se a PF aceitou a recomendação.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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