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DIA DAS MÃES. VAI TER PRESENTE? – por Gessi Taborda

 DIA DAS MÃES. VAI TER PRESENTE?

Tabordaa2Primeiro comecemos com essa história especial para um dia especial, o Dia das Mães. A maioria dos filhos, na verdade, só presenteia a mãe quando é o pai quem paga o presente, fase que vai da infância até a adolescência.

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 VIRA PROBLEMA

Tabordaa2Assim que entram na maior idade, e passam a trabalhar, o presente da mamãe vira um problema.
Os bons presentes – que papai pagava – agora são vasinhos de flores dados “de coração”- E as mamães dão força, com a famosa frase pronta: – “Não importa o presente, filho. O que importa é a lembrança!”. Wellington, que conheci como namoradinho de minha prima, lá na cidade Contagem era um desses.

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 MALANDRO SEDUTOR

Tabordaa2Vagabundo por opção, dependente da mãe viúva, que sobrevive de uma pequena pensão. Vive de bicos, comprando e vendendo carros usados em lojas suspeitas da boca do automóvel. Quando percebi o tipo de cara que estava dando em cima da priminha, aconselhei a menina a deixá-lo e procurar coisa melhor, mas como toda adolescente, não abre mão do seu príncipe encantado.

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 BRIGA INSEPARÁVEL

Malandro e moça de família, parece briga de Pitt Bull: ninguém separa. Tive que me acostumar com ele. Descobri que alem de malandro, Wellington também era um tremendo gozador, principalmente quando o assunto era presentear alguém. Ninguém era mais criativo que ele.

PRESENTEANDO O SOGRO

Tabordaa2Eli, pai da menina e meu primo em primeiro grau, estava coincidentemente na semana do seu aniversário. Foi o bastante para Wellington perguntar o que Eli queria ganhar. O primo retrucou com a tradicional frase: “Não precisa se preocupar com isso!”

Mas Wellington foi insistente, afinal, era o pai de sua princesa e merecia um bom presente. E então ouviu do Eli o tipo de presente com que sempre sonhou: “Queria conhecer o Brasil, ver de perto todas as suas capitais, especialmente as do Nordeste, com suas praias encantadoras…”

E foi assim que Eli ganhou um pacote no dia do seu aniversário. Era um pacote grande e ele, ainda meio desconcertado, dizia que Wellington não precisa ter se preocupado, etc e coisa e tal.

Abriu o pacote e viu um mapa do Brasil e uma lupa de aumento.

 PRESENTE CRIATIVO

Tabordaa2O gozador do Wellington aproveitou para perguntar à namoradinha qual presente sonhava em ganhar. Ela não se fez de rogada:

“Vivo sonhando com joias. Sonhei ter ganhado de você um lindo colar de pérolas, na outra noite, um broche de esmeralda, na noite seguinte, um bracelete de ouro”. Ele não teve dúvidas. Deu a ela, um livro “O significado dos sonhos”.

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 É A VIOLÊNCIA

Tabordaa2No dia dos namorados, lá veio ele querendo saber o que ela queria ganhar. Minha prima disse que gostaria de um anel de brilhantes. À noite, ele chegou com a caixinha de joias. Ela abriu, estava vazia. Eu fiquei uma fera. – “Minha prima pede um anel de brilhantes e você só dá a caixinha!” – e ele na maior cara de pau – “Com a violência que está aí fora, o senhor acha que vou deixar minha princesa correr risco de ser assaltada?”. O cara é malandro e gozador, mas eu até passei a gostar dele.

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 DIA DAS MÃES

Tabordaa2Domingo é Dia das Mães. Curioso, perguntei a minha prima o que Wellington iria dar para a mãe viuva. Segundo ela, a mãe pediu um presente especial e ele faria tudo para dar. Mas, minha prima precisou ajudar.

Ficou preocupada se eu iria entender, e eu a tranquilizei. – “Não se preocupe, prima. A mãe do Wellington é uma boa senhora e merece um bom presente. Fico até feliz que o tenha ajudado. Só uma coisinha: o que é que a mãe do Wellington quer ganhar de presente no Dia das Mães?”.

E minha prima, com seu jeitinho tímido, respondeu: “Um neto, mas não conte para o meu pai, pois será surpresa para ele também. E se é que fizemos tudo direitinho ontem no motel, daqui nove meses o presente vai chegar”.

 SITUAÇÃO DIFÍCILIMA

PTTA “Operação Detalhes” do Ministério Público com a participação da Polícia Civil ocorrida ontem em Cacoal, resultando na prisão da maioria dos vereadores e da chefa de gabinete do prefeito Padre Franco Vialleto, mostra claramente como o dragão da corrupção não mina apenas a capital mas também chega com força ao interior do estado, colocando o PT rondoniense numa situação dificílima. O padre continua no cargo de prefeito, mas certamente incapaz de superar uma minuciosa devassa em sua gestão.

Será inacreditável que depois das prisões de gente da prefeitura e de sete vereadores da Câmara (incluindo o presidente, Paty Paulista) o padre, mesmo com reza braba, consiga se manter no cargo. De uma coisa não resta mais dúvida alguma: os políticos de Cacoal têm mais representatividade.

Essa situação que parece algo exclusivo daquela cidade deve se repetir em muitas outras urbes rondonienses. A maioria não resiste uma devassa bem feita.

 PROBLEMA MAIOR

Olho vivoSão tantos os casos de corrupção conhecidos e denunciados em todos os níveis da administração no estado que boa parte das pessoas acabam acreditando que o estado não avança nos seus índices de desenvolvimento e de qualidade de vida por culpa da corrupção.

Mas há outro problema muito sério que deve ser responsabilizado pela situação em que nos encontramos: a péssima gestão de prefeitos, vereadores e o escambau da maioria dos políticos rondonienses.

 SIMANCOL

mauroooSó mesmo uma visão míope e uma incapacidade de compreender as responsabilidades do cargo de prefeito pode, justificar a imensa falta de simancol de autoridades como o prefeito de Porto Velho. Deve-se a isso a prefeitura anunciar como a conclusão de “baias” de ônibus, como se isso fosse algo muito importante, capaz de colocar na história o nome desse prefeito que não cumpriu praticamente nada dos compromissos e das promessas vendidas ao eleitorado de Porto Velho.

“Baias” para ônibus prefeito! que coisa mais chinfrim, mais démodé, quando o grande problema nessa questão é o próprio sistema de transporte falido e sem nenhum projeto sério desenvolvido pela prefeitura para melhor atender o povo. Quem tem o poder de investigar precisa verificar quanto dinheiro público está sendo gasto com esse besteirol.

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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