Em Linhas Gerais

Confúcio esta acuado com o risco de sofrer condenação pelas acusações contidas no inquérito do STJ -por Gessi Taborda

 DE DAR ORGULHO

dilma-rousseff-sorriE então eu pergunto: Devemos nos orgulhar por termos uma presidente da República citada em ação na Justiça dos EUA movida contra a maior empresa brasileira (petrobrás, hoje minúscula mesmo)? E viva o ano novo! 2015 promete!

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 O FOCO

INQ78422O deputado José Hermínio disse à coluna, antes de viajar com a família, de que ainda não se decidiu sobre o foco de seu novo mandato, a iniciar-se em fevereiro. O deputado – que viajou para não presidir a cerimônia de posse do reeleito Confúcio Moura – tem certeza de uma coisa: continuará na trincheira da Oposição ao governador a quem “toda vigilância dos parlamentares será pouca para impedir que ele continue liderando organizações criminosas” como a investigada na Operação Plateias, da PF.

Perguntado se perdeu o interesse em disputas de cargo majoritário, como a que acontecerá em 2016, José Hermínio destacou que isso “não é questão de desejo pessoal, mas de circunstâncias da própria política”. E finalmente disse sobre o que espera do parlamento estadual nesse 2015: “que a Assembleia não seja arregimentada e cooptada pelo Executivo, sobretudo para fazer vistas grossas diante de indícios sérios dos desvios de dinheiro e da conduta democrática fundamental a tempos mais positivos para o Estado”.

 PURA CONSEQUÊNCIA

robertoEsse é o momento em que todos analistas do meio político e econômico costumam fazer previsões para o cenário dominante do próximo ano. E nós bem gostaríamos de acenar com um novo ano de reconstrução da melhor ideia social e da contemporaneidade da ascensão social no crédito e na ilusão de poder ter uma fatia maior do bolo da distribuição da riqueza.

Lamentavelmente as evidências, os fatos e os números disponíveis em nosso estado, não nos permite outra saída senão reconhecer que 2015 será uma consequência dos anos negros que os precederam. Especialmente para nós, moradores da capital rondoniense, com sua paisagem ainda dominada pelos elefantes brancos daquele prefeito do PT que se imaginou capaz de ludibriar o povo por muitos e longos anos.

 DESCOLAR A REALIDADE

INQ78422Certamente o falante governo reeleito de Rondônia, Confúcio Moura, deverá, na posse, fazer um discurso para descolar a realidade do cenário que, creio, irá pintar ao assumir o segundo mandato. Serão palavras ocas, sem lastro, pois Confúcio vai assumir a nova gestão após ter perdido o fulgor para medidas ambiciosas de saneamento da economia e das contas públicas, após entrar como suspeito no Inquérito que corre no STJ, sobre a organização  criminosa que no seu primeiro mandato andou saqueando o erário e fazendo do governo uma espécie de balcão de negócios.

É com esses fatos e seus claros desdobramentos que deveremos entrar em 2015. Não para sermos infelizes. Mas para saber o que nos espera.

 O DESENHO

INQ78422Certamente há quem espera avanços na gestão que se inicia no começo de janeiro, com um corolário de uma ação governativa mais destemida do que a do primeiro mandato. Afinal, sonhar não é proibido.

Pelo desenho na formatação do governo com o anúncio da maioria dos secretários para essa nova gestão, feita pelo próprio Confúcio, durante a reunião dessa coisa batizada de “agenda integrada de resultados” (que ninguém sabe e ninguém viu) já ficou estampado a grande primeira falha do bisonho gestor: manter boa parte dos nomes participantes dos tempos conturbados da primeira gestão.

Na leva de indicados, o governador parece ter levado mais em consideração o grau de submissão de cada um dos premiados, bem como a lealdade canina ao chefe. Um banho de água fria na esperança daqueles que imaginavam um segundo mandato melhor do que o primeiro. Aqueles (a maioria) que foram mantidos no secretariado nunca funcionaram bem.

Dessa vez o governador tornou público sua exigência para o secretariado de 2015: “Quem não cumprir o estabelecido, salvo em motivo justificado, como embargo jurídico ou de órgão de controle, deve pedir o afastamento voluntário”.

 MEDIOCRIDADE

INQ78422A gestão do elenco governativo no primeiro mandato de Confúcio foi um retumbante fracasso. A única “obra” mais visível dessa gestão está embarcada, sob a suspeita de ingredientes da prática da corrupção deslavada, contratações sem concorrência pública, preços superfaturados, aditivos para o encarecimento da obra, etc, etc. É uma coisa bizarra, uma espécie de academia esportiva ao ar livre, no local do “Espaço Alternativo”, implantada no canteiro da única via expressa de Porto Velho, servindo de ligação da cidade ao Aeroporto Internacional Jorge Teixeira.

 DEU ATÉ CADEIA

 rivovvO tal “Lazer Alternativo” é uma excrescência tão mequetrefe que poderá encerrar precocemente o mandado de Mosquini, que deixou o DER para se candidatar a deputado federal, quando pilotou uma das campanhas milionárias mais visíveis no Estado. Mosquini foi preso e saiu a tempo de pegar o diploma de deputado eleito. Mas não está livre de uma cassação muito antes de tomar gosto pela Câmara dos Deputados.

 NÃO ACEITOU

INQ78422Ao confirmar o mesmo governo medíocre da primeira gestão – desta vez seguido de um aviso de que não haverá mais tolerância com quem meter a mão na cumbuca – fica evidencia-se que Confúcio continuará manietado por um grupo especializado em drenar recursos públicos. E não terá como limitar o risco sistêmico de corrupção do primeiro mandato.

A única indicação com potencial para trazer alguma novidade boa no governo que começa em Janeiro foi Tomas Correia, mas (sabe-se lá porque) ele declinou do convite.

 INSATISFAÇÃO

INQ78422Ao manter a mediocridade do secretariado Confúcio busca evitar o chamado fogo-amigo e garantir a docilidade dentro do próprio parlamento estadual. E isso não estará garantido. O apetite daqueles que vêm no governo fonte para arrumar riqueza rápida, dinheiro fácil e coisas assim, é insaciável. Essa insatisfação vai se tornar muito aparente quando começar o festival de nomeações do segundo escalão e a distribuição dos CDs e cargos comissionados.

 CALAR OS CRÍTICOS

INQ78422O governador reeleito tomará posse sem mostrar ao povo uma agenda crescimento, capaz de recolocar Rondônia na rota da criação de valor.

O pior é que Confúcio – acuado com o risco de sofrer condenação pelas acusações contidas no inquérito do STJ – pode adotar os cortes como veículos únicos para a realização dos orçamentos, arrochando ainda mais os salários dos barnabés para garantir o bem bom da turma do andar superior.

Sem um plano de investimento exequível para a infraestrutura capaz de criar uma plataforma para fazer de Rondônia um estado atrativo aos investimentos, o governo não terá como calar seus críticos.

 TERRA DOS PETRALHAS

PetrobrasComo era de esperar, a sra. Venina será transformada na vilã da Petrobrás. Não é que já tem até sindicância contra ela? E será que vai ter sindicância também para apurar a diferença, que é de bilhões, entre o valor orçado e o valor até agora gasto na construção da Refinaria Abreu e Lima?

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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