Em Linhas Gerais

2018 vem ai: segundo especialistas no assunto, Maurão é o franco favorito para substituir Confúcio- por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Dizer a verdade – especialmente na política – é tão difícil como o ocultá-la.” BALTASAR GRACIÁN (1601/1658), jesuíta e escritor espanhol com obras de qualidade comparáveis às de Miguel de Cervantes, especialmente pelo seu cunho filosófico. A Arte da Prudência é considerada sua mais notória obra.

 MUNDO CÃO

O sistema carcerário brasileiro tem capacidade para 357.219 presos. No entanto, o número de encarcerados em nosso país 715.655. Isso sem contar os 147.937 presos no regime domiciliar. Os números foram divulgados semana passada pelo CNJ. Só perdemos, com esses números, para os Estados Unidos e China.

Dois terços dos presos brasileiros são de réus provisórios, aguardando decisão judicial, o que deixa cadeias e penitenciárias superlotadas, além de sobrecarregar as celas das delegacias.

 MACONHODRÓMO

Um leitor da coluna manifestou preocupação com a decadência cada vez mais crescente do (HEheEheHEHHehEeh) Parque da Cidade, aquele local construído como contrapartida do Shopping no tempo em que a prefeitura era uma espécie de gruta do Ali Babá dos Petralhas. Segundo o leitor o espaço se desgasta pela falta de uma zeladoria e também fica cada vez mais perigoso, especialmente nos finais de semana quando grupos de adolescentes que se vestem como hippies, com barbichas gosmentas e cabelo ao estilo moicano se reúnem para “fumar maconha” e delirar com as deturpações musicais das gangues de favelas. Tudo isso num local sem qualquer vigilância da segurança pública.

 LEGISLATIVO

Enquanto no estado o parlamento não registra nenhuma movimentação política de impacto nesse recesso, no plano federal a situação é bem diferente. É que lá, ao contrário daqui, haverá eleição do novo presidente da Câmara e a disputa é renhida. A bancada rondoniense, pelo que se sabe, ainda está em cima do muro mas deve apoiar a reeleição de Rodrigo Maia.

Como se sabe, Rodrigo Maia é o favorito para a Câmara e Eunício Oliveira para o Senado. Só que os dois foram mencionados nas delações da Odebrecht como beneficiários de repasses financeiros ilegais.

 O PESO DO PT

O PT ainda não decidiu em quem vota na Câmara. Pode ser Rodrigo Maia, pode ser André Figueiredo, do PDT cearense. Jovair Arantes chegou a oferecer uma vice-presidência aos petistas. O PT tem 57 deputados; e, se trabalhar direito, pode até se sair bem. Se conseguir a 1ª Secretaria, o PT pode nomear muita gente e até ficar mais rico. O orçamento da Câmara é de R$ 5,2 bilhões por ano.

 CORRERIA

O novo prefeito da capital rondoniense, Hildon Chaves, está determinado a agilizar ações da prefeitura como nunca se viu. Por décadas prefeitos anteriores prometeram construir uma nova rodoviária em Porto Velho e o assunto sempre ficou no papel. Agora há determinação de acelerar as providências para a divulgação do edital da licitação da obra.

Não será algo tão rápido como se imagina. Afinal, ainda faltam estudos de impactos e licenças, como a ambiental, para a liberação desse projeto. Mas, segundo informou ontem a assessoria de comunicação da prefeitura o local já está definido e o dinheiro (54 milhões) garantido pelo governo do estado. Ninguém explicou qual a contrapartida da prefeitura.

 DETALHES

A divulgação oficial não deu detalhes sobre essa “promessa”. Não se sabe se a construção da nova rodoviária contemplará os principais vetores do município, como indústria e turismo ou se o plano dessa construção vai se sobrepor ao Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano de Porto Velho que foi tema das propostas do prefeito Hildon Chaves na campanha, com o comprometimento de sua atualização.

 JUDICIALIZAÇÃO

Até o momento, em meio a esses anúncios bombásticos como o da construção da nova rodoviária, numa área próxima ao Cemetron, praticamente nada se sabe ainda sobre a prioridade defendida pelo prefeito tucano na campanha, de dotar o município de seu Ceasa.

Enquanto isso, ontem lideranças de segmentos organizados garantiam que estão prontos para judicializar a doação de área pública para o grupo Irmãos Gonçalves, destinado à construção de um novo shopping center na capital rondoniense.

 RECUPERAÇÃO

O carnaval da capital rondoniense perdeu – e muito – ao longo dos anos sua importância. Mas a partir desse ano há um objetivo declarado da gestão pública de recuperar a importância desse evento, inclusive para fomentar o turismo de Porto Velho. Pelo menos foi o que disse uma fonte paço municipal na manhã de ontem. A participação do governo municipal na folia desse ano não deve se limitar, segundo a fonte, na mera distribuição dos recursos da ordem de R$ 400 mil, mas também na recuperação do tradicional baile municipal que – sempre de acordo com a fonte – poderá acontecer num clima retrô. Hildon Chaves é pernambucano e conhece bem a importância do carnaval na atração de turismo e animação da economia. Aguardemos a confirmação das novidades.

 PRÓPRIO

Ontem uma fonte ligada ao DEM comentou que o partido poderá ter candidato próprio ao governo estadual em 2018. Especialmente se houver a consolidação de um nome do partido para disputar a presidência da República, cargo para o qual o nome do senador Ronaldo Caiado é cada vez mais incensado.

 PAZ E AMOR

Não tem respaldo algum no seio da nova administração municipal portovelhense os rumores de desentendimento entre Hildo Chaves e o vice, Edgar (Tonial) do Boi. A exoneração de aliado do vice ocorreu de uma forma tão natural e tranquila que Hildon e Edgar continuam na fase paz e amor.

 FORÇA POLÍTICA

O cenário da disputa para 2018 ainda está muito confuso. Vários nomes longe da mídia alimentam esperanças de entrar no jogo. Enquanto isso, com tranquilidade, o deputado Maurão de Carvalho, presidente da Assembleia, continua sua peregrinação pelo interior nesse período de recesso para ampliar e consolidar seu poder político. Ele está praticamente em todas as regiões conversando sobre alianças regionais que possam integrar o projeto de chegar ao governo. No momento, segundo especialistas no assunto, Maurão é o franco favorito para substituir Confúcio.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by