Em Linhas Gerais

Um absurdo: deputados prestes a aprovar renúncia fiscal de bilhões – Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja.” WINSTON CHURCHILL (1874/1965), foi estadista britânico, oficial do Exército inglês e o único primeiro-ministro britânico a ter recebido o Prêmio Nobel de Literatura e a cidadania honorária dos Estados Unidos. Churchill nasceu em uma família da nobreza britânica, da família do duque de Marlborough.

SEM MUDANÇAS

Hoje tem convenção do diretório regional do PSDB. O resultado não deverá influir na disposição do ex-senador Expedito Júnior de participar da campanha sucessória ao governo do estado no próximo ano. Amanhã, domingo, quem fará sua convenção regional é o PDT. Na seara do partido inventado por Brizola nada deverá mudar e o senador Acir Gurgacz (foto) vai continuar como o pré-candidato oficial da sigla ao governo rondoniense.

ANGU DE CAROÇO

Os políticos são verdadeiramente imprevisíveis. Eles vivem falando a penúria do tesouro, mas se esforçam pela aprovação de legislação que favorecem os grandes conglomerados e corporações econômicas. Medida Provisória já em vigor e prestes a ser votada pelo plenário da Câmara dos Deputados, reduz impostos para as petrolíferas até 2040 e geraria renúncia fiscal de R$ 40 bilhões anuais, ou R$ 1 trilhão em 25 anos. Recurso que poderia estar sendo investido em outras áreas, como educação e saúde. Certamente nesse angu existem mistérios que a nossa vã filosofia não consegue explicar. Enquanto essa bondade tem tudo para ganhar o aval dos deputados, coincidentemente estamos no limiar do ano em que a caça a financiamento de campanha vai aumentar.

PREVISÃO

“Acredito que estamos muito próximos de alcançar com êxito a conclusão do acordo birregional Mercosul e União Europeia”, disse ontem Jyrki Katainen, o vice-presidente da Comissão Europeia. O acordo se traduzirá em tarifas mais baixas ou tarifas zero para determinados produtos da pauta comercial. Esse acordo é positivo para a pauta de exportações de Rondônia.

LUCRO

O lucro líquido do Banco do Brasil chegou a R$ 2,841 bilhões no terceiro trimestre deste ano, uma alta de 8,5% em relação aos três meses anteriores e de 26,5% sobre o mesmo período de 2016. O resultado foi beneficiado pelo aumento das receitas com tarifas, controle de despesas administrativas e queda das reservas contra calotes.

NO AR

Azul teve lucro líquido de R$ 204 milhões no 3º trimestre, quase 21 vezes maior que o lucro de R$ 9,4 milhões registrado no mesmo período do ano passado. O preço médio da passagem aérea da Azul aumentou para R$ 308 no terceiro trimestre; alta de 7,6% em relação aos valores praticados no mesmo período de 2016.

SERÁ?

Governos sempre fazem anúncios mirabolantes ou de extremo otimismo em anos pré-eleitorais. Muitos acreditam que tais anúncios se tornarão realidade. Esquecem-se, por exemplo, daquilo que se vê pela rua, como aqui mesmo em Porto Velho onde os tais viadutos (na verdade meros elevados) prometidos para conclusão em dois anos estão ai inconclusos por 20 anos. Agora a promessa é o Projeto Avançar.

PARADAS

Esse projeto é um plano para investir, até o final de 2018, um total de R$ 130,97 bilhões em 7.439 projetos nas áreas de energia, infraestrutura, defesa, habitação, mobilidade urbana, saneamento e petróleo e gás. Esses recursos serão destinados a projetos já em andamento ou então a obras que estavam paradas. Pelo menos parte deles já estava prevista no PAC. No caso rondoniense ainda dá para lembrar a promessa de que o estado teria 100 de esgotos, principalmente em Porto Velho. Tudo não passou da imagem do então governador Ivo Cassol em cima de um trator… As obras estão paradas até hoje. Esgoto que é bom, nadica de nada.

PODE SER

O deputado Adelino Follador é um dos nomes sérios da atual legislatura na Assembleia rondoniense. Chegou a ser cogitado como um nome que poderia concorrer ao governo, pela sua integridade e bom senso. Fácil no trato com todos os que o cercam, líder tradicional na região de Ariquemes e Caucaulândia, o deputado pode concorrer ao Senado no próximo ano. Isso é o que andam falando os potins ligados ao legislativo estadual.

FIM DA REELEIÇÃO

Já há especulações na praça dando conta de que o governador rondoniense, Confúcio Moura, não vai disputar cargo nenhum nas eleições do próximo ano. E assim ficaria no comando do Executivo até o final do mandato.

Também há quem afirme que prefeitos como Hildon Chaves (da Capital) e Jesualdo Pires (de Ji-Paraná) arquivaram qualquer projeto de se candidatar (a qualquer cargo) no próximo ano. Se isso acontecer, estarão perdendo a última oportunidade de não sofrer a interrupção de estar na vida pública com mandatos. Afinal a reeleição está com os dias contados.

ISSO É BOM

A reeleição é o princípio e o fim de todo tipo de corrupção por um motivo claro: no exercício do poder governadores, presidente e prefeitos têm muito mais força para negociar obras, superfaturar projetos e multiplicar apoios com dinheiro público. Políticos com pendências no Judiciário que não tentaren conseguir um mandato nesse 2018 estará correndo o risco de enfrentar a aceleração de seus processos que estão parados em função do foro privilegiado, da blindagem do mandato.

TIROTEIO

Ontem ouvi de um personagem que no passado financiou várias campanhas de gente importante da política do estado que dessa vez não deverá ligar-se a ninguém. Como o cidadão considerado uma espécie de Midas rondoniense, que chegou a ganhar milhões com vale refeição no Congresso acabou sendo perguntado se iria ajudar a suposta campanha de Maurão de Carvalho pelo PMDB. Sua resposta foi curta e clara: “Eu acho que Maurão está viajando na maionese como alguém meio perdido no tiroteio”.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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