Em Linhas Gerais

A Fiero bem que sabe: Internacionalização do aeroporto não passa de conversa para boi dormir -por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Homem não tem sentimentos, tem músculos.” HOMER SIMPSON, é um personagem do desenho animado Os Simpsons.

MUNDO MUDANDO

Estamos vivendo uma época de mudanças rápidas. O mundo mudou tanto nos últimos anos que a graduação deixou de ser o único caminho para alguém trilhar um futuro profissional. Assistimos garotos criando canais no Youtube que os tornaram grandes nomes, sem nunca terem feito um curso superior. Eles influenciam e impactam pessoas, que se identificam com seu estilo. O poder de voz chegou a todos com as mídias sociais, a informação não está mais centralizada em um ou outro e até mesmo uma pessoa comum pode vir a ter um blog com mais alcance e acesso que um veículo de mídia tradicional. Então, embora nem todos aceitem essa explicação, o fechamento do tradicional Alto Madeira, ao completar seu centenário, era perfeitamente esperado.

DO SENADOR

O mesmo destino do mais antigo jornal rondoniense não deixará de fora o Diário da Amazônia. Pertencente ao senador Acir Gurgacz, o jornalão tem venda de banca ridícula e circulação pífia. Ainda recebe uma fortuna em publicidade por pertencer a um político com grande poder de influência no nicho político responsável pela distribuição de mídias custeadas com recursos públicos. Tem menos visibilidade que essa coluna consegue no meio digital, através de sites de jornalismo e de sua própria página imprensapopular.com ou de sua página no Facebook.

NATAL GORDO

O levantamento é de autoria do SPC Brasil. E segundo ele o natal desse ano vai ser bem melhor em termos de vendas do que o do ano passado. Para Marcela Kawauti esse é mais um sinal claro da recuperação, mas os resultados deverão confirmar que o consumidor ainda não tem dinheiro para comprar como antigamente.

Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. Em cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016.

SEM APROVEITAR

O desastre político e econômico vivido por Rondônia se reflete em vários aspectos, como no aumento da população acima da linha de pobreza total e – na seara política – a quase inexistência de novas lideranças capazes de impulsionar um projeto moderno de superação econômica e de gestão qualificada das instituições públicas. Esse cenário deveria ser aproveitado melhor por siglas e políticos consolidados que, como se sabem, têm projeto de conquistar o governo.

A DEMORA

Mas não é o que acontece. Certamente quem mais sofre com isso é o ex-senador Expedito Júnior, presidente do desgastado PSDB (em nível nacional) rondoniense. A demora no seu lançamento oficial de pré-candidato só não será pior para ele pelo fato dos outros pretendes (a maioria, pelo menos) estar entre os que sustentam o governo de escárnio e impunidade conduzido pelo peemedebista Confúcio Moura.

PROFISSIONALISMO

Isso não é uma exclusividade de Rondônia. Nem a proximidade com o ano eleitoral, quando estará em jogo a renovação dos parlamentos federal e estadual, a sucessão dos governos estaduais e da presidência da República, consegue estimular a profissionalização das pré-campanhas estaduais. Políticos preferem estar cercados de bajuladores nas “assessorias” de imprensa e publicidade. Particularmente, o exemplo de que isso acontece está no acanhamento desses personagens nas mídias levando alguns nomes de peso ao sofrimento, já, das queimaduras antecipadas de seus projetos.

PLANTÃO CORUJA

A informação foi distribuída ontem pela prefeitura de Porto Velho à imprensa. Agora a população passa a ter atendimento odontológico dentro do Plantão Corujão, que funciona das 19h à meia-noite, que funciona na Unidade de Saúde Maurício Bustani, que fica na Avenida Jorge Teixeira, 1989, no bairro da Liberdade.

DESAFIO IMENSO

O Brasil tem a difícil missão de qualificar 13 milhões de profissionais até 2020, sob o risco de ter a retomada do crescimento da economia freada por falta de mão-de-obra qualificada. Os números são do Mapa da Industrial 2017-2020, elaborado pelo Senai. Segundo esse estudo, na região onde está inserido o estado de Rondônia o número de pessoas que precisam ser qualificadas é superior a 82 mil.

CHAPA BRANCA

A Federação Industrial de Rondônia (Fiero) não abandona sua imagem de entidade chapa branca. Pelo menos é o que se depreende da nota distribuída pela assessoria de comunicação da instituição com o objetivo de incensar mais uma vez o senador Valdir Raupp e sua mulher, a deputada Marinha Raupp. Com o título de que o “Setor Produtivo se fortalece com a internacionalização do Aeroporto”, Marcelo Thomé, o presidente da Fiero acaricia o ego da dupla política, vendendo a falsa informação de que essa internacionalização está prestes a acontecer.

TRUQUE DE MADAME

É bom que se diga que a lei federal transformando o Aeroporto Jorge Teixeira em “internacional” surgiu exatamente quando Raupp (meu Deus!) era governador. Efetivamente isso não aconteceu e nem há perspectivas de aconteça nos próximos três anos. É só mais uma cascata difundida com ares de realidade dentro de uma afirmação óbvia. Valdir Raupp e sua mulher Marinha são especialistas em prometer o que nunca entregam. Tudo truque de madame.

ALINHAVOS

Quem ainda acalenta o desejo de participar da corrida sucessória não precisa se açodar pelo fato de que o ano pré-eleitoral está no fim. Embora certos pré-candidatos anunciem (como fez o deputado Maurão de Carvalho, presidente da Assembleia) as articulações, elas estão muito longe de serem fechadas. Nem com a distribuição de cargos (comissionados) e benesses à rodo (dirias, patrocínios, etc) as amarras nas costuras não se fecham. Nada deve ser alinhavado antes de seis meses.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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