Em Linhas Gerais

Todos os indícios constantes no inquérito 784/STJ -não foram suficientes para Confúcio mudar a direção da SUPEL- por Gessi Taborda

DIABETES

Taborda4A coluna não saiu no final da semana. Mas uma vez o escriba sofreu as consequências de um diabetes descompensado e não conseguiu tamborilar o teclado do computador. Estou num tratamento muito sério. Preciso voltar ao controle da doença para fazer uma cirurgia de catarata. E não tem sido fácil pois além da dieta bruta tem uma série de remédios. Mas, enfim, aqui estamos de volta após a situação de desconforto ter desaparecido.

 EFRAID

Taborda4Recebi, via email, um conselho para ter medo. Isso mesmo. O leitor Rômulo Aragão ([email protected]) escreveu após ler uma nota publicada na coluna anterior, que transcrevo: “realmente se tem uma pessoa em Rondônia que sabe tudo e um pouco mais sobre o senador Raupp é o jornalista Gomes Oliveira, o único juntamente com voce, que ousam enfrentar o governador Confucio Moura, e publicam os roubos que acontecem em Rondônia, que a Federal investigou. Só acho que vocês correm um grande risco… Não queremos ver camisetas estampadas em Rondônia… –Je suis Taborda e Je suis Gomes Oliveira. Cuidado esse povo  é perigoso… Parabéns: você dignifica o jornalismo em Rondônia, juntamente com o jornalista Gomes Oliveira”.

 CAPILARIDADE

Taborda22.2jpgUm dos motivos para repetecos constantes de corrupção na máquina pública, além de outros importantes como a falta ou demora de punição para os envolvidos, a inexistência de um sistema de controle interno das instituições que aja de forma independente, profissional e com capilaridade.

Exemplo claro disso é a resistência do governo rondoniense em combater a fragilidade da Supel, mantendo para esse segundo mandato o quadro daquele importante segmento de gestão de forma inalterada, mesmo tendo conhecimento de que sua cúpula está supostamente envolvida até à medula nos esquemas de corrupção atuantes no primeiro mandato, investigados pela Polícia Federal.

Ao elaborar as denúncias enviadas ao STJ, onde está sendo finalizado o inquérito sobre as ações delitivas, a Polícia Federal chegou a pedir prisão para a cúpula da Supel. Todos os indícios constantes do tal inquérito não foram suficientes para motivar Confúcio a mudar o comando da sua superintendência de licitações, por onde passaram todos os contratos suspeitos de maracutaias.

 CADA QUAL COM O SEU

Taborda22.2jpgPelo menos por aqui virou uma norma a montagem de controles internos com o único objetivo de chancelar os desejos de quem está no trono. Assim como virou praxe para governantes essa lorota de que cada responde pelo seu CPF, como se os responsáveis pelas tramoias fossem apenas os subalternos.

É uma espécie de escapismo que não tem colado mais. Por isso o governador está denunciado não só como participante das ações de corrupção desvendadas pelas operações da Polícia Federal, assim como líder da organização criminosa na descrição da Ministra do STJ, no inquérito 784/STJ, que também pediu o afastamento dos chefes da Supel do governador Confúcio Moura. Essa conversa de cada um ser responsável pelo seu CPF foi inventada aqui por Ivo Cassol e o resultado é conhecimento público: a condenação do outrora poderoso Ivo, hoje vivendo a angústia de ter de cumprir a pena.

 RESPONSABILIDADE

Taborda22.2jpgO governo tem a prerrogativa de designar a seu bel prazer seus assessores jurídicos, inspetores de finanças, superintendentes de licitação, secretários e praticamente todo o pessoal ocupante do andar de cima. E assim, não tem como livrar de responsabilidade o chefe do Executivo, especialmente porque como fica claro, os titulares desses cargos prestam lealdade a quem manda na máquina e não ao estado.

No princípio da existência do Estado, havia mais autonomia no trabalho do auditor geral. Atualmente o sistema capilar foi desfeito e os inspetores encarregados de acompanhar de perto o comportamento das finanças públicas passaram a ser designados por acertos políticos e não por títulos ou méritos.

 CONVERSA FIADA

Taborda22.2jpgDo jeito que a coisa funciona atualmente os controles internos do governo não evita desvios de origem em processos garantidos por lei, em geral às licitações, quase sempre com o argumento de que a aplicação da Lei 8666 inviabiliza a concretização de programas e obras.

É esse tipo de visão – mera conversa para boi dormir – que acaba levando a autoridade pública pelos desvãos da moralidade e transparência. E assim surgem casos escabrosos (e até ingênuos) de como torrar dinheiro público. Como o recente caso de uma manchete que bombou na mídia mostrando, por exemplo, como a prefeitura de Porto Velho andou queimando milhares e milhares de reais no aluguel de imóvel sem nenhuma serventia para a gestão de Nazif.

É preciso mesmo que o controle externo funcione e busque punir com o máximo rigor o dirigente público que acredita na cobertura da impunidade.

 SÓ EMBROMAÇÃO

mauro_nazifQuando Nazif era apenas candidato a prefeito de Porto Velho prometeu tudo o que pode, até mesmo trabalhar como nenhum outro antecessor na prefeitura. Prometeu, por exemplo, dar um jeito na manada de elefantes brancos em que se transformaram os viadutos de araques inventados pelos petistas que deitaram e rolaram na prefeitura, transformando-a numa autêntica caverna de Ali Babá.

Nazif (azar nosso) virou prefeito e as promessas não se cumpriram. Nem por isso parou de prometer. Afinal as eleições para sua substituição estão cada vez mais próximas.

 DEUS NOS ACUDA

mauro_nazifAgora, como sabem que as promessas não são feitas para serem cumpridas, Mauro Nazif está prometendo (meu Deus!) uma nova Porto Velho. Seria não essa capital relaxada, suja, com péssima qualidade urbana. Não, agora o dr. Mauro começou a prometer uma cidade planejada, uma verdadeira Xangrilá, do outro lado do Madeira, para aproveitar a ponte recentemente inaugurada.

E a nova promessa tomará corpo com a contratação (Deus nos livre) de uma “empresa” para projetar a “Maurolândia”, sabe-se lá por quanto. É como se nossos técnicos, nossas faculdades e universidades não tivessem capacidade para detalhar na prancheta essa promessa megalomaníaca do alcaide. Será que vai dar certo para a reeleição do dr. Mauro?

 ÚLTIMO PRESENTE

dinheiroO último ato de Guido Mantega no Ministério da Fazenda beneficiou um determinado setor da Economia. Adivinhe: qual? Errou: foi o bancário. Mantega deu aos bancos um bom aumento, de até 135,6%, nos preços cobrados para arrecadar receitas da União e da Previdência. Como? O caro leitor há muito tempo não tem aumentos de salários nesse montante? Quem manda não ser banqueiro?

 MAIS ARROCHO

dominguesUma fonte bem informada explicou qual será o papel do novo pavãozinho contratado para cuidar das “comunicações sociais” do governo que está começando: “democratizar” a verba publicitária atendendo a orientação de cima, mantendo o direcionamento da maior parcela das verbas para imprensa amiga, independente da audiência junto à opinião pública.

Segundo tal fonte, o novo “pavãozinho” aceitou o papel de arrochar ainda mais a mídia independente, que costuma colocar às claras os escândalos do governo.  Ora, um governo que é inteiramente alicerçado na propaganda e não em realizações concretas acaba não conseguindo, como imagina, o nível de aprovação popular necessário.

 NEGÓCIO DA CHINA

stfA décima edição do Relatório Justiça em Números, elaborado anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e que faz um diagnóstico completo dos 112 tribunais existentes no país, contando cortes superiores, federais, estaduais, trabalhistas, eleitorais e militares, com exceção do Supremo Tribunal Federal (STF), revela os seguintes dados: Despesa – R$ 61,6 bilhões; Processos em andamento – 95,14 milhões. Considerando o valor da averbação sem valor declarado de $ 21,25 e que também será cobrada a baixa dessa averbação, os cartórios de registros de imóveis ganharão R$4.043.450.000,00 com estes novos procedimentos previstos na MP.

 REPISANDO

Bandeira2Quem lê escreve bem, argumenta bem e ganha a capacidade de debater inúmeros assuntos diferentes. Entre 65 países avaliados, o Brasil ocupa a vergonhosa e humilhante 57.ª posição no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Na última prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mais de 500 mil (!) candidatos “conseguiram” tirar nota zero em redação. Este zero milionário na redação do Enem – como de resto a piora dos resultados do exame em todas as matérias – parece política de governo. Quem não sabe escrever criativamente é que não foi estimulado a ler e, por conseguinte, é um ignorante, no sentido lato do termo, isto é, desconhece o que ocorre ao seu redor. “Brasil, Pátria Educadora” pode ser apenas mais uma frase de efeito, e frases de efeito não mudam a realidade.

 

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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