Em Linhas Gerais

Telefonema tentou censurar a coluna Em Linhas Gerais – por Gessi Taborda

CENSURA PRÉVIA

Censura22Um telefonema a um editor de blog informativo determinou a exposição mínima da coluna, que tratava de qual será o papel do novo artífice da panela de feitiços palacianos para matar o que ainda existe de imprensa livre no estado.

O manto discreto da censura é fundamental para garantir a longevidade política de um governo desacreditado por sua comprovada participação – segundo investigações da PF – na (conforme inquérito do 784/STF) organização criminosa que atuou  no governo (1º mandato) de Confúcio Moura.

Foi necessário buscar um personagem de fora do estado (numa clara confissão de que o governo não acredita nos profissionais locais) para fazer o papel de censor (em troca de um salário de marajá), protegendo a opacidade necessária para que no 2º governo os negócios eivados de espertezas possam continuar.

 OLHAR DE LINCE

Censura22Se não houver um olhar extremamente vigilante dos órgãos de controle externo, qualquer laivo de liberdade de imprensa será punido. E com isso, tome porre de retalhamento sem ética da verba de publicidade, no continuado atentado ao tratamento isonômico de todas as mídias. O “telefonema amigável” que determinou a retirada do conteúdo da ELG do “corajoso” blog crítico foi a primeira manifestação clara da grave ameaça sobre a liberdade de expressão e de imprensa, transmitida pela face oculta do paraquedista caído aqui para exercer esse vergonhoso e criminoso controle da mídia.

 SINAL DE DESESPERO

Censura22Ninguém está satisfeito com o que ocorre no Brasil de hoje. Tenho ouvido – até de jovens – com frequência o desejo de que “os militares” voltem ao poder para por o trem nos trilhos. Mas há uma nítida contradição: ninguém quer de volta a ditadura. Querem uma democracia masculada, que não dê colher de chá, por exemplo, para os ladrões da Petrobrás; que trate corrupto com bastante severidade.

É fácil ver um claro sinal de desespero e de fadiga no tecido social. E não é só contra os titãs da república, com assento em Brasília. A sociedade civil está cansada com a sucessão de escândalos mediáticos nas estatais, na justiça, na política, etc.

 EM RONDÕNIA

TCEOs partidos políticos estão cada vez mais desacreditados e a população está descrente e desiludida com os sucessivos governos. Pensa-se que no seio da classe política a corrupção é generalizada.

O simples anúncio do pensamento do prefeito em iniciar (ainda esse ano) a urbanização do outro lado do Rio Madeira, com a criação da “Maurolândia”, uma espécie de Porto Velho planejada com o “it” da vida urbana; deixa a população de cabelo em pé.

Convencida de que nada de bom se pode esperar do prefeito da capital rondoniense, essa população coloca suas esperanças nas ações dos órgãos de controle externo (MP e TCE) para impedir mais essa ideia nefasta para os cofres públicos.

 SENSATEZ

Taborda1112Diante de um cenário assustador sinalizando para o aumento do desemprego, para a redução da chamada classe média emergente, a população esperava o anúncio de propostas sensatas, capazes de estimular reformas fundamentais sem as quais será impossível proporcionar crescimento sustentável da economia rondoniense.

Só mesmo a insensatez desses dirigentes públicos os mantém imunes aos apelos de mudança vindos da sociedade. Governar sem se aproximar do povo, sem dialogar, pode acelerar um processo de convulsões indesejáveis para o futuro desse jovem estado.

 DEPUTADOS FAMOSOS

congresso22Eles são considerados celebridades.  Aos 74 anos, Sérgio Reis tem 55 de carreira – a maior parte na musica sertaneja, mas seu sucesso começou ainda na Jovem Guarda, com o nome artístico de Johnny Johnson. Na Câmara, terá como bandeira a saúde, área com a qual já é envolvido, prestando apoio ao Hospital de Câncer de Barretos, outros hospitais filantrópicos e entidades sociais.

Celso Russomano, que foi o mais votado em todo o Brasil, com mais de 1,5 milhão de votos. Apresentador de TV dedicado ao tema da defesa do consumidor e advogado por formação, Russomano, de 58 anos, já é conhecido da Casa, pois cumprirá seu quinto mandato de deputado federal.

 CORINTIANO

congresso22Outra celebridade é o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, eleito com quase 169.834 votos pelo Partido dos Trabalhadores. Favorável a uma reforma política ampla, Sanchez diz que vai priorizar o esporte e a educação em seu mandato: “Obviamente eu vou me dedicar ao esporte, que eu acho que tem muito a fazer no Brasil. Não o futebol em si, mas o esporte em geral”.

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 PALHAÇO VETERANO

congresso22Também originário do mundo do esporte, o ex-judoca João Derly chega à Câmara para seu primeiro mandato como deputado federal, mas já com a experiência de vereador em Porto Alegre. Bicampeão mundial de judô, ele se elegeu pelo PCdoB gaúcho com 106.991 votos.

E ainda o ex-goleiro do Grêmio Darnlei (PSD-RS), também reeleito.

Entre os famosos, há alguns veteranos, como o palhaço Tiririca (PR-SP), reeleito com mais de 1 milhão de votos e segundo colocado em São Paulo e no Brasil.

 SEMPRE ATRASADO

congresso22Sejamos sinceros: O STF tem governado nos últimos anos porque o Congresso legisla errado e fora do foco dos interesses nacionais. Governa porque o Executivo anterior e o que tomou posse agora, em 2015, montou-se numa chamada base aliada que busca fortalecer cofres partidários, de grupos políticos, de políticos, e tornou-se refém de interesses escusos. Sem mencionar também o permanente desejo em elevar fundos partidários, reeleições e dominação.

Aqui é assim: o poder público fica para trás na sua obrigação de propiciar infraestrutura capaz de abrigar essa nova massa consumidora e torna o cotidiano de milhões de brasileiros um suplício nas ruas, estradas, aeroportos, hospitais, cinemas, restaurantes, portos, onde quer que se vá, por excesso de gente e ausência de condições de atendimento.

 MOMENTO

Herminio2O deputado José Hermínio, presidente da Assembleia Legislativa até o final desse mês, disse à coluna que não está pensando na eleição de 2016. “Os deputados eleitos em outubro passado nem tomaram posse e já tem partidos discutindo nomes para a disputa de 2016 e 2018”.

Para Hermínio é mais importante colocar na agenda os temas que deve interessar mais, nesse momento, ao conjunto da sociedade, como a ameaça de volta da inflação e o desemprego, especialmente em Rondônia onde o volume de investimentos tem sido muito baixo, especialmente na indústria da construção civil, a mais importante para garantir empregos às camadas mais pobres da sociedade.

 LUTO

BINO-ALENCARBino de Alencar era motivo de orgulho para a intelectualidade rondoniense, especialmente para os músicos do estado. Partiu muito cedo. Deixa um vácuo maior na nossa música. Certamente vai se juntar lá em cima a outros nomes dignificantes da cultura no estado, como o também meu amigo Ruben Parada. Que Deus o escale na grande orquestra celestial.

 

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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