Em Linhas Gerais

Tanto em produção, quanto em valor de produção, a soja é o principal produto agrícola de Rondônia – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Na política não há amigos, apenas conspiradores que se unem.” VICTOR LASKY (1919/1997), jornalista e escritor americano. Foi o primeiro a escrever um livro de crítica ácida contra o presidente John F. Kennedy (JFK The Man And The Myth), lançado em 1963.

 AMANHÃ

No Congresso, o Carnaval não acabou. A folga só acaba na terça-feira, ou seja, amanhã.

 CONSENSOS

É do que se fala nas coxias do palco político. São três consensos na política rondoniense no momento: 1 – 2018 está ai, mas há muita água para rolar pela ribanceira. 2 – Candidato de verdade à sucessão estadual só Acir Gurgacz, o único que com cacife financeiro para bancar a aventura. 3 – É claro que a disputa no plano nacional vai influenciar a disputa no estado de Rondônia e como o cenário federal é dos mais difusos, mirando 2018 torna-se mais que isso, fica confuso.

 PENSANDO BEM

Levando em consideração que estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul penam com a falência dos cofres públicos até que Rondônia vai bem. A julgar pelo movimento enorme de foliões no carnaval de rua de Porto Velho dá para acreditar que a crise em Rondônia não foi tão sentida assim.

Segundo consta, Confúcio Moura vai apresentar vários projetos do Executivo visando o ajuste fiscal a que se comprometeu com a União para rolar dívidas como a do Beron. O negócio é reduzir gastos com custeio sem, como disseram fontes, reduzir sem provocar demissão de pessoal como aconteceu no lúgubre governo do José Bianco.

 RECONHECENDO

Blairo Maggi, ministro da Agricultura muito ligado a Rondônia por ser o principal escoador de grãos (soja) pelo rio Madeira, com operações de embarque em Porto Velho, fez a seguinte afirmação: “Dinheiro que estava na mesa, de uma grande colheita, está indo para o ralo, nos buracos das estradas” lamentou o ministro da Agricultura, Blairo Maggi. “Dá pena de ver.”

O setor estima que o prejuízo nessa safra seja de R$ 350 milhões, segundo informou o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Carlo Lovatelli. “Estamos queimando notas de cem dólares, uma atrás da outra”, afirmou o executivo.

 NÃO DÁ PARA ESQUECER

O prefeito Hildon Chaves – dizem os potins – reduziu o frenético volume das atividades que marcaram o mês de janeiro e o princípio de fevereiro. A buraqueira que estava sendo combatida com frenesi até nas ruas do centro estão voltando em função das chuvas torrenciais. Porto Velho sempre sofreu com prefeitos inertes.

A pior coisa para um grupo eleito é a acomodação. O veneno que vira fermento do ‘status quo’. O lamento da acomodação é o alimento da provocação.

 GANHANDO FORÇA

O antigo tititi sobre substituições no governo de Hildon Chaves está mais próximo de ser confirmado. Pelo que vazou, o setor de educação está na alça de mira das mudanças que, como se disse, pode chegar até a setores próximos do próprio chefe do Executivo, agastado com as pegadinhas transformadas em crises e polêmicas desgastantes.

 NÃO ACONTECEU

A ideia de que Antônio Ocampo colocaria a Cultura no centro do projeto de desenvolvimento de Porto Velho ainda não aconteceu. E não é por falta de apoio do prefeito da capital rondoniense. Pelo visto está faltando diálogo com a classe dos artistas e com “intelectuais” da cidade.

 PRODUTO PRINCIPAL

Tanto em produção, quanto em valor de produção, a soja é o principal produto agrícola de Rondônia e a cultura está se expandindo, especialmente na região Central e Norte do estado. Segundo o pesquisador da Embrapa Rondônia, Vicente Godinho, isso ocorre devido aos melhores preços das terras nestas regiões e pela proximidade com o porto “A saca de soja em Porto Velho, por exemplo, custa no mínimo oito reais a mais do que em Vilhena. Isso por conta da diferença do frete para chegar até o porto. Esta diferença conta muito no bolso do produtor”, explica Godinho.

 EMBRAPA

Embrapa tem um importante papel regulador ao disponibilizar diferentes alternativas tecnológicas para o produtor. A presença da Embrapa com cultivares competitivas de soja nos segmentos de transgênica (RR) e convencional é crucial para o País. Hoje a Empresa tem estrutura e conduz vários programas específicos de melhoramento de soja transgênica, bem como convencional, ao mesmo tempo.

 “A Embrapa tem um trabalho de melhoramento de soja em Rondônia em que os testes são realizados em diversos locais para podermos identificar as cultivares com maior potencial e indicarmos aos produtores do estado”, explica o pesquisador da Embrapa, Rodrigo Brogin.

 MUTIRÃO

Por determinação do prefeito Hildon Chaves, nesta segunda feira a Operação Mutirão chega no bairro Pedrinhas, um dos mais tradicionais da capital rondoniense, incluindo todo o entorno do complexo do Palácio Rio Madeira e em seguida começam os trabalhos pelas vias principais da zona sul.

 OTIMISMO

O período que antecede a Páscoa, a Quaresma, movimenta o comércio de peixes nos primeiros dias. Nesta época, muitos optam por se abster do consumo da carne vermelha. A expectativa do setor é otimista.

 QUEDA

Difícil de acreditar, mas tem explicação. Segundo dados da Anatel, houve queda em cerca de 4% o volume de reclamações de clientes contra operadoras de TV paga em 2016, na comparação com 2016. O órgão diz que as queixas baixaram de 4,1 milhões para 3,9 milhões. Talvez seja bom lembrar, só para contextualizar, que o setor de TV paga perdeu cerca de 1 milhão de assinantes nos últimos 15 meses, aproximadamente.

 MUDANÇAS

Triste país o nosso. Somente o povo para fazer as nossas instituições funcionarem. Se todos tiverem o mesmo entusiasmo, que tiveram no Carnaval, com milhões de pessoas indo para as ruas, aí sim as mudanças virão pra valer.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by