Em Linhas Gerais

Taca le factóide: trocou um tubo na rua, ja é noticia para o DECOM de Mauro Nazif- por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

 “A mentira é o único privilégio do homem sobre todos os outros animais”  Fiódor Mikhailovich Dostoievski, escritor russo que morreu em 1881.

 E TOME FACTÓIDE

Mauro2Estamos em plena temporada de estiagem em nossa região e o prefeito se esforça para tocar de forma mais explicita os serviços da rotina da gestão, buscando produzir como nunca factóides capazes de alimentar a fantasia de que “trabalha como nunca”, na esperança de reduzir os índices de sua rejeição e assim se viabilizar para a disputa da reeleição no próximo ano.

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 NÃO É NOTÍCIA

Mauro2Por isso não chega a ser surpresa que uma simples troca de um tubo na rua Nova Esperança com Tancredo Neves, no bairro Caladinho seja matéria prima de um dos factóides enviados à imprensa no dia de ontem, como isso fosse alguma notícia de valor.

Esse método transforma o governo atual da cidade na “gestão do troca troca”, especialmente em áreas onde como a o trevo da Vieira Caúla, local que tem servido de sumidouro de dinheiro preferido pelos ocupantes da prefeitura, desde os tempos de José Guedes. E, como não poderia deixar de ser, ninguém sabe quanto dinheiro público já correu pelo ralo naquele local e nem o resultado das providências sempre anunciadas pelos órgãos de controle externo.

 APOIO ETERNO

Mauro2O prefeito Mauro Nazif segue a mesma cartilha de seu antecessor, enxergando na massa, especialmente aquela que votou no 40, um contingente que será perene enquanto a (qua!qua!qua!) gestão tiver matéria prima para a produção de factóides que, deve acreditar o prefeito, fideliza exatamente quem mais depende dos favores do poder público.

Afinal, não foi com a utilização dos mesmos expedientes, com programas de governo garantindo a subsistência miserável dos cativados com bolsas famílias e outras mumunhas mais que o famigerado Bob Ali Babá conseguiu dois mandatos de prefeito?

 PASMEM

Mauro2Enquanto o circo vai atuando nesse diapasão antigo, a classe média, que assiste e paga as contas, vai se consolidando como a maioria silenciosa que parece não perceber o tamanho do mal para o futuro de nossa amada Porto Velho.

Essa (vá lá!) gestão de praticamente três anos de paralisia, segue no momento o mesmo roteiro de enganação do antecessor (que se reelegeu), que fez acreditar que aquilo (dos tempos do “eu e a Cláudia”, lembram?) era o certo.

 DISCERNIMENTO

Mauro2As revelações contidas na coluna de ontem (1º de julho) sobre as “pegadinhas” facilmente identificáveis na contratação, a título precário, da empresa permissionária para explorar o transporte coletivo urbano de Porto Velho foi, queiram ou não, mas uma demonstração dos maus exemplos vindos dos gestores públicos rondonienses. Deveriam ter motivado manifestação de homens públicos sobre esse aparente organograma do salve-se quem puder que, pelo visto, domina as ações da municipalidade. Mas, outra vez imperou o complô do silêncio, exatamente como um repeteco do cenário dos tempos em que o PT conseguiu fazer da prefeitura uma autêntica caverna de Ali Babá…

Então podemos estar na iminência de comprovar outro desastre de gestão. Afinal, o crime não tem limites quando se sabe que não haverá punição, ou quando a falta de discernimento das instituições do povo age em favor do morubixaba do momento.

 ÚNICA POSSIBILIDADE

VergonhaOs políticos da terrinha que preferem ficar sempre do lado que a vaca deita são incapazes de uma demonstração sequer de indignação contra os métodos nada republicanos desses que têm a chave do cofre e a caneta,  instrumentos tanto utilizados para manter a imprensa amestrada como a fidelidade canina dos que só pensam no voto quando chega a hora das urnas.

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 CANSAÇO

A cidade está cansada de prefeitos e políticos mequetrefes. E eles só poderão vencer mais uma à custa dos portovelhenses que votam sem pensar. Felizmente o número desse tipo de eleitor cai todos os anos. E esses políticos vão perdendo espaço.

Os fatos afloram. No rumoroso caso da solução “emergencial” e precária do transporte urbano de Porto Velho, os malfeitos vazam pelo ladrão (que palavra!) e vão perdendo o efeito na arte de ludibriar.

 COM BARRO

VergonhaA denúncia foi feita pelo deputado estadual Laerte Gomes (PEN). “O trabalho de tapa-buracos que está sendo realizado na BR 429, nas proximidades de São Miguel do Guaporé, está sendo feito com barro, numa demonstração de incompetência e falta de respeito para com a população da região do Vale do Guaporé”.

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 MUITO RUIM

Federal22Fonte com trânsito assíduo junto a instituições que investigam o “petrolão” comentava ontem, numa rodinha de políticos, que a situação dos rondonienses investigados no imbróglio é muito ruim. O aumento da venda de rivotril na cidade de Rolim pode ser um indício de que o mar não está para peixe..

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 FORA DO BARALHO

garconSe Lindomar Garçom quiser disputar de novo a prefeitura de Porto Velho que saia do PMDB. No partido, comentava um peemedebista de alto coturno, o deputado será carta fora do baralho. Pelo menos enquanto o futuro político do deputado, em relação aos riscos de uma punição judicial, não for completamente garantido que não dará xabu.

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 APROVADA

ale3Mais uma vez o governo rondoniense fez valer o peso de sua maioria na Assembleia. E assim foi aprovada sua proposta de reforma administrativa, numa sessão extraordinária (a primeira do recesso) com muitas polêmicas. Foram criados novos órgãos, incorporados outros e extintos alguns com a finalidade de viabilizar, segundo argumentação da base governista, e dar nova dinâmica à administração pública estadual.

Com a aprovação de ontem (2), foram criadas 282 funções gratificadas (FG’s) e a ampliação do quadro de cargos atual de 5.566 cargos para 5.678 incluindo-se (FG’s) e CDS’s.  Decom

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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