Em Linhas Gerais

A situação de Nazif, diante da sua enorme rejeição, é delicada – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

 “Não há sentido em ser exato quando você nem sabe sobre o que está falando”. John Von Neumann (1903/19570), matemático húngaro.
 BILHÕES
 A multa contra a Odebrecht no desvio de dinheiro da Petrobras para pagamento de propina poderá chegar aos 10 bilhões de reais. As contas estão sendo fechadas.
 DISCUSSÃO
 Nessa decisão do PT de confirmar o lançamento de Roberto Sobrinho para a corrida eleitoral desse ano, a Justiça Eleitoral certamente vai, lá na frente, discutir a situação do pretenso candidato, diante daquilo que já foi amplamente divulgado, a sua inelegibilidade. Roberto tem condenação na Justiça decorrente da prática de corrupção no executivo municipal na sua malfadada gestão. De uma coisa podem ter certeza: essa candidatura do ex-prefeito petista é incerta diante do seu suposto enquadramento na Lei da Ficha Limpa.
 EX-DEPUTADO
 Outro ex-deputado entra no rol dos condenados pela prática de corrupção no exercício da gestão pública. Dessa vez foi Aurindo Coelho, condenado em Ouro Preto do Oeste, junto com o ex-prefeito Irandir.
 COINCIDÊNCIA
 Não é mera coincidência a retomada da obra em ritmo frenético do elevado (que alguns teimam em chamar de viaduto) no antigo trevo do Roque, em pleno ano eleitoral. Ah se fosse assim a movimentação daquela obra abandonada por mais de uma década. Mas nem assim a manada de elefantes brancos, herança da época do PT, vai acabar. Os outros (vá lá!) “viadutos” continuaram como obras paradas, símbolo da incompetência e desonestidade de nossos políticos.
 COMEÇANDO
 Está começando o trabalho para colocar em prática o aplicativo Uber na cidade de Porto Velho. Como sempre, taxistas deverão gritar para manter o sistema corporativo de hoje.
 DELICADA

Bobo quem pensar o contrário. A situação do prefeito Nazif não se tornou mais cômoda diante dessa sinalização que polui visualmente a cidade ou de reforminhas e maquiagens como a que resultou no terminal rodoviário, aproveitando uma obra feita ainda no tempo do Chiquilito. A situação de Nazif, diante da sua enorme rejeição, é delicada, para dizer o mínimo. Não existem puxadinhos, reforminhas e até maquiagens no asfalto que faça mudar esse perfil do eleitor na hora do voto.

 ESCORPIÃO
 Certamente o ex-senador e dono de um império radiofônico em Rondônia, Odacir Soares, será homologado pelo seu partido como candidato a prefeito da capital. Odacir, como se sabe, tem um enorme escorpião no bolso.  Mesmo assim, ele acha que tem chance na base do papo. Ora, nem tempo de rádio e tv ele terá. Afinal está numa legenda nanica.
 REGISTRO
 As convenções para a escolha dos candidatos a prefeito estão agendadas e podem acontecer até 5 de agosto, e o registro oficial até o dia 15 do mesmo mês, quando mudanças de última hora ainda podem ser feitas.
 EXPECTATIVAS

Há pelo menos dois deputados estaduais escalados para disputar a eleição municipal da capital rondoniense. Apenas quem vai sair por um partido de expressão (com tempo na TV) tem alguma chance. Quem, como o deputado Ribamar, terá tempo ínfimo no vídeo, sentirá dificuldades para fazer decolar a candidatura. E para quem é meio desconhecido, sem TV é praticamente impossível ganhar relevância em apenas 35 dias de campanha.

 MENOR
 Certamente, por sua longa experiência política passando por várias siglas partidárias, o deputado Ribamar não tem expectativas de vitória. Deve entrar nessa disputa para ganhar visibilidade e facilitar a reeleição em 2018. A tarefa parece fácil, mas o risco que corre o pau também corre o machado, como diz a sabedoria popular. A situação aí pode ser traduzida como alguém que, esperando ocupar espaço e se projetar para o futuro, saiu menor do que entrou.
 MARQUETEIRO
 O candidato tucano Hildon Chaves vai ter a participação na campanha de um marqueteiro vindo do Rio. Tem gente que criticou a decisão. Na verdade Hildon, marinheiro de primeira viagem, está corretíssimo em ter um profissional para orientar a campanha na utilização do tempo de televisão e rádio. Televisão, como já dizia o Boni, não é para amadores. Ela potencializa virtudes e defeitos. Com tão pouco tempo de campanha um candidato sem experiência política e sem popularidade não pode simplesmente banir o marketing profissional.
 DISCURSO
 A solução para uma campanha vitoriosa nesse formato novo, sem financiamento de campanha pelas empresas e com tempo reduzido não pode dispensar o discurso próprio do candidato. Terá mais chance quem provar que é bom e for capaz de fazer uma aliança direta com o eleitor. Vai dançar quem contar com apoio de apadrinhamento político por caciques que não tem mais influencia e prestígio.
 DISPENSADOS
 Tucanos emplumados na linhagem do presidente do diretório municipal, o Sandubas, ou caciques como Expedito e até a deputada Mariana foram dispensados das desejadas funções de comando da campanha do promotor aposentado e empresário Hildon que, como se sabe, foi quem escolheu pessoalmente o nome de Edgar (do Boi) Tonial para seu vice.
 DO BARALHO
 E depois querem dizer que o país não é macunaímico! Chega a ser cômica a notícia de que na cidade de Chupinguaia o presidente do diretório do PSD (partido do Kassab), o vereador Roberto Ferreira Pinto, foragido da Justiça, foi quem assinou o edital de convocação da convenção do partido a ser realizada no documento. O fato é trágico quando se sabe que até agora a Polícia não conseguiu o cumprir o mandado de prisão existente contra o político que, pelo visto, não está tão foragido assim.
QUE TIO
 Sérgio Machado é tio do senador Reguffe (DF). O delator-ladrão e o parlamentar não se falam há anos e têm relação distante. Reguffe, claro, é o boa-praça e ficha-limpa da família. Sérgio Machado não está em prisão domiciliar. Está livre, após acordo de delação com o MPF. Apenas sai pouco de casa em Fortaleza

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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