Direto de Rolim

Senador Marcos Rogério, mas uma vez desponta no cenário nacional – Por Fernando Garcia

Por onde anda
O ex-deputado federal Nilton Capixaba, eleito várias vezes para Câmara Federal, hoje, é uma pessoa não mais lembrada no cenário político do Estado, nem tampouco, do município de Cacoal, onde fez sua trajetória política e, certamente levou vários benefícios para a Capital do Café, e para várias regiões do Estado de Rondônia. Na Câmara dos Deputados, Capixaba, através de lideranças consolidadas na época, como o então deputado e presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jeferson, chegou a ocupar a segunda Mesa Diretora, da Câmara Federal, considerada uma posição de destaque da Casa Legislativa.

Sem notícias
De uma hora para outra, sua vida política entrou num verdadeiro inferno astral, num momento que ensaiava até mesmo uma candidatura rumo ao Senado Federal. Naquela oportunidade, Nilton Capixaba, se envolveu em esquemas para compras de ambulâncias, que ficaram conhecidas como escândalos dos Sanguessugas, encerrando assim a sua promissora carreira política, assim também, como outros políticos dentro do próprio Estado de Rondônia, que tiveram participações não muito recomendáveis no campo ético, moral e político, caindo no esquecimento da população.

Faz de conta
O Governo do Estado, demora em fazer concurso para contratação de diversos profissionais, ficando apenas, nos contratos emergenciais contando sempre com a permissão do Ministério Público, que não exige uma abordagem maior, permitindo a utilização desses artifícios a nível estadual e municipal. É preciso dá um basta nesse faz de conta, onde Estado e municípios, já fazem para que sejam vigorados para mais dois anos, dando uma sequência desses testes relâmpagos chamados de perdurando até o final do mandato dos gestores. O correto, seria que o Ministério Público, mandasse fazer um levantamento geral de todas as secretarias e, detectando as suas necessidades fizesse de fato e de direito um concurso de verdade, que abrangesse diversas áreas para evitar esses “tapa buracos”.

Inexistentes
Por falarmos em concurso público, seria de bom alvitre, que o Governo do Estado, realizasse concurso para contratação de psicólogos para rede pública de ensino, quanto na saúde, visto, que o número desses profissionais é reduzidíssimo. Na educação é lastimável a falta de contratação desses importantes profissionais, uma vez, que, uma cidade do porte de Rolim de Moura, pouquíssimos psicólogos existem no quadro estadual, quando deveriam ser lotados, no mínimo, dois profissionais por escola, diante de tantos problemas existentes, mas, infelizmente ficam numa sala da Representação de Ensino. Também deveriam contratar psicólogos para a rede estadual de saúde, onde os pacientes afetados pelo Covid 19, também deveriam ser atendidos durante a constatação do exame, para não deixá-los em estado de pânico.

Feito a facão
À avenida 25 de Agosto, planejada no início para ser um primor para seus habitantes e visitantes, ao longo dos anos, a classe política nada fez para melhorar seu aspecto com um projeto urbanístico e paisagístico. Sua primeira edificação foi uma quadra de esporte, ainda em meados dos anos 80, uma construção por sinal, sem eira e sem beira, que há mais de trinta anos não serve para nada, totalmente abandonada e, quase todas as administrações que passaram, argumentaram que iriam fazer uma construção encantadora. É vergonhoso chamar aquilo de quadra de esporte, depois, fizeram a central de abastecimento de água, tirando completamente a sua originalidade.
Mais ou menos
A construção do Espaço Alternativo, ainda dá para aceitar em decorrência de sua utilidade, onde funciona as feiras de quinta feira e aos sábados e, serve para atrair movimentos populares consagrados no município. Dos três senadores que tivemos e dos três deputados federais, nunca se ouviu falar num projeto de grande envergadura para a 25 de Agosto, onde também podemos incorporar a Norte Sul, onde são avenidas importantes de entrada e saída do município para outras localidades. Não é preciso ficar batendo na mesma tecla, que tem que ser recursos oriundo da União, pois, por parte do município jamais irá conseguir através do cofre municipal.

Sem noção
Sem nenhum projeto urbanístico, o que resta é olharmos a deformação da avenida principal, com construção de um amontoado de concreto que chamam de quadra esportiva e outras quinquilharias e bugigangas e, agora, a construção de mais uma feira mudando totalmente a sua originalidade. Dessa forma, vai ter que construir várias feiras em cada bairro com todas essas estruturas, quando, deveríamos construir um mercado municipal referência importante de qualquer cidade, do porte de Rolim de Moura. A Feira do Produtor, construída na Cohab, ficou uma obra muito bacana, porém, teria que ser numa outra localidade para contemplar um número maior de moradores, onde poderia até mesmo servir como mercado municipal, entretanto, de nada adiantou por que das dezenas de boxes instalados, apenas meia dúzia estão ocupados, por questões de divergências entre os próprios feirantes, que preferem trabalhar fora da zona do conforto e além do mais, existem duas associações entre a própria categoria que não se entendem.

Vexame
Mais uma vez o Guaporé Futebol Clube, foi eliminado nas semifinais do campeonato rondoniense, depois de perder no tempo normal para a equipe de Ariquemes pelo placar de 1×0, levando para cobrança de pênaltis, onde também foi desastre, tendo duas oportunidades para obter a classificação, tendo seus cobradores desperdiçados e sendo eliminado do certame. É realmente desconfortável, aceitar resultados como esse de um time com os melhores padrões de estrutura da região norte, só faltando mesmo um estádio próprio. O proprietário e presidente do Guaporé, dr. Júlio Gazelli, se for disputar o próximo campeonato, precisa rever onde a direção não está acertando. Alimentação de boa qualidade, vários campos para treinamentos, alojamento bacana, transporte próprio e salários sempre em dia, algo errado precisa ser concertado.

Diretoria participativa
Mas também correm a bocas miúdas, que mesmo Dr. Júlio Gazelli, oferecendo toda essa estrutura logística, superando até mesmo equipes tradicionais da região norte que disputam série B do campeonato brasileiro, muitas falhas poderiam ser observadas pelo dirigente. Para alguns torcedores local, que já foram jogadores de futebol inclusive com passagens por clubes rondonienses, são enfáticos em afirmar, que primeiro é preciso dividir as tarefas evitando sobrecargas demasiadas, citando por exemplo, a contratação de olheiros em outros Estados, bem antes da competição daqui começar. Observar os atletas da região da Zona da Mata, que segundo eles, existem muita gente que sabe jogar e bate bem na redonda, melhor do que muitos de fora.

Nova equipe
Embora ninguém poderia comparecer ao Cassolão, nos jogos realizados pelo Guaporé, cumprindo os padrões exigidos pelos protocolos, um grupo de torcedores envolvendo empresários, já falam na possibilidade de uma outra equipe na cidade, para disputar o campeonato rondoniense. Ao que tudo indica, deverá o futuro clube terá que ter o nome da cidade, já que o REC, tem algumas pendências para resolver junto a federação, mas, nada impede de montar uma equipe com o nome de Rolim de Moura, ou até mesmo, vê a possibilidade de quitar os débitos do passado, nem que seja parcelado e manter a tradição e participar da competição, com jogadores da região. O pensamento dos desportistas, de início estão planejando fazer bingos todas as semanas com a finalidade de angariar recursos, para que possa fazer a segunda equipe de futebol da cidade de Rolim de Moura.

Inerte
O presidente da Federação de Futebol de Rondônia, precisa demonstrar mais mobilidade frente a entidade, para que no próximo ano a competição possa ter no mínimo dez participantes para disputa do campeonato rondoniense. É preciso mostrar suas habilidades no que concerne, a participação de várias agremiações no certame, tem q1ue demonstrar desenvoltura, senão, pelo jeito que está indo vai ficar apenas duas equipes. Cidades como Ouro Preto, Jarú e Pimenta Bueno, precisam ser motivadas, visitadas constantemente ou então a continuar pode também extinguir a Federação de Futebol do Estado de Rondônia. Jarú e Ouro Preto, há mais ou menos dez anos não participam do calendário esportivo estadual, então, o senhor, tem que interagir com seus representantes e a classe política e empresarial da cidade, para falar sobre a importância da participação dessas equipes, principalmente porque Vilhena e Ji-Paraná, seguravam a onda com duas equipes.

Alterando
Já está em andamento na Câmara de Vereadores de Rolim de Moura, o projeto de resolução número 003/21, que altera o Regimento da Casa de Leis , dos artigos 13 e 27. A nova redação que está sendo agilizada, conta com apoio de seis vereadores, onde a proposta principal visa a votação com antecedência para à Mesa Diretora, do poder legislativo. Três vereadores não concordam com essa propositura por parte do presidente da Casa de Leis, Claudinho da Cascalheira, visto que ao longo da história, essa votação sempre foi realizada no final do primeiro mandato dos dois anos do presidente, contrariando uma tradição da Casa de Leis.

Horário puxado
Sempre a eleição para Mesa Diretora, acontece na última Sessão Ordinária da Segunda Sessão Legislativa, sendo realizada no dia 15 de dezembro, mas, caso seja aprovada as alterações a data passará a ser a qualquer tempo, considerando automaticamente empossados os eleitos a partir de primeiro de janeiro do ano subsequente. A justificativa da presidência é que tal posicionamento é um ato político e, alega que tal procedimento é para não confundir a segunda parte dos mandatos em curso com o processo eleitoral do ano que vem. Outro aspecto que chama atenção, é sobre o novo horário que será a partir das 11 horas, para que servidores e os secretários municipais, pudessem participar das sessões, o que causa estranheza, pois funcionários e secretários, não podem deixar seus postos de trabalho para assistir reuniões dentro do horário de trabalho. O correto, seria colocar as reuniões para as 15 horas ou então para as 20 horas, o que facilitaria para funcionários, secretários e empresários, marcarem presença no legislativo mirim. Mas para que essas mudanças possam ser implementadas, existem comentários, de que alguns vereadores, foram contemplados com cargos comissionados de um deputado, para indicarem parentes, amigos e ex-assessores de campanha, assim são os comentários de dentro de alguns gabinetes da Câmara de Vereadores, de Rolim de Moura.

Marcando ponto
O senador Marcos Rogério, mas uma vez desponta no cenário nacional, dessa vez, na CPI do Covid. Demonstrando muita habilidade, o aliado do presidente Jair Bolsonaro, vem atuando firme dentro dos mesmos moldes que se comportou quando era deputado federal, quando atuou de forma enérgica na cassação de Eduardo Cunha. O senador Marcos Rogério, conseguiu silenciar o experiente senador Renan Calheiros, quando de posse de um tablete, com as fotos e depoimentos de diversos governadores, inclusive, do próprio filho de Renan Calheiros, que é governador de Alagoas. Senador Marcos Rogério, continua afirmando em
defesa do Governo, que todos os Estados e municípios, receberam verbas federal, para o combate da Covid 19, alegando que esse ônus não pode ser creditado ao presidente Jair Bolsonaro, como querem o presidente da CPI, condenar o presidente Bolsonaro, por ter indicado o uso da cloroquina no tratamento do Covid 19, bem como o relator, Renan Calheiros. O ex-presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murilo, também foi questionado pelo senador sobre as tratativas sobre a possibilidade de venda da vacina ao Governo Brasileiro e, concordou, com as palavras de Marcos Rogério, onde tem que passar pelo crivo da Anvisa.

AUTOR: FERNANDO GARCIA –  COLUNA PORTA ABERTA –  JORNALISTA

  • A opinião dos colunistas colaboradores não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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