Direto de Rolim

Carne bovina continua sendo um alimento de difícil acesso a maioria das famílias brasileiras em todo Brasil – Por Fernando Garcia

Cogitações

A Câmara de Vereadores de Rolim de Moura, que já foi composta com até quinze membros na segunda legislatura 89/92, quando o índice populacional era bem menor do que hoje, os edis encontram receio da população quando os comentários são relativos ao aumento de cadeiras no Parlamento Mirim. Muito antes das eleições municipais de 2020, o assunto foi motivo de debate no seio da sociedade, apesar, de o município hoje, ser legislado pela cota mínima que são de nove vereadores, mas dentro do contexto da legislação eleitoral poderá suportar treze vereadores, o que não altera em nada os valores de repasses para suas atividades. 

Represálias

Esses comentários sobre o número de parlamentares mirins de Rolim de Moura, volta e meia vem à tona, quer seja entre os munícipes ora nos corredores da Câmara de Vereadores, mas quando assunto ganha corpo só vê vereadores saltitantes mais do que lebres se livrando de queimadas de pasto. Existem alguns vereadores que garantem não ter medo de votar favorável, caso a emenda seja proposta e colocada em votação, afirmando que se for constitucional, ou seja, atendendo os requisitos da Lei, não se declinará. Vários presidentes já passaram pelo palácio Jorge Teixeira, mas quando o assunto é pertinente acrescer o número de vereadores, recuam imediatamente temendo represália eleitoral, embora, em duas oportunidades a Casa de Leis, por motivos outros, não conseguiu eleger um único vereador. 

Não onera

Existe uma conversa de que se alguns presidentes de partidos políticos, entenderem a necessidade e fizerem o pedido, os edis podem analisar, mas ao que tudo indica o atual presidente Claudinho da Cascalheira, quer deixar a decisão para o futuro presidente, Cidney da204, a partir de janeiro próximo. Na verdade, municípios acima de 50 mil até 80 Mil habitantes, poderão absorver em seus quadros nas câmaras municipais, o número de quinze vereadores, o que deveras não aumenta em nada os recursos, podendo sim, baixar os valores recebidos pelos vereadores e assessores. Com um número de assento maior no poder legislativo, o poder de fiscalização é bem maior, dificultando inclusive alguns possíveis diálogos nada republicano entre o chefe do executivo e alguns vereadores, que falam uma coisa na tribuna, mas em comportamentos esquisitos votam favoráveis em outros momentos. Aliás, o que se tem visto ultimamente, é presidente de Câmaras de Vereadores, devolvendo dinheiro para o executivo

A quem apelar?

A carne bovina continua sendo um alimento de difícil acesso a maioria das famílias brasileiras em todo Brasil. Aqui em Rolim de Moura, cidade que possui vários frigoríficos de ponta há muitos anos, só mesmo para abastecer outros continentes devido o preço enxergado pela turma do agronegócio, causando desinteresse em manter o comércio estadual.  Os preços da carne bovina, tem caído de preços junto ao produtor, entretanto, o que se observa é uma ganância exagerada pelos revendedores do produto nos açougues e supermercados da cidade, onde os preços continuam sendo elevados mesmo com a arroba do boi sofrendo constantes baixas em seu preço, junto aos criadores. Se baixou os preços lá no pasto, evidentemente teriam que diminuir nas casas de revenda, mas por falta de uma fiscalização rígida, o consumidor se torna presa fácil dos gananciosos. 

Fez diferente

A final da Copa do Mundo, foi uma das mais eletrizantes de todas as épocas, realmente um encanto de final com todas as suas nuances de um grande clássico, entre Argentina e França. A bravura argentina foi significante para obter o triunfo através de pênaltis, mesmo estando frente no placar duas vezes consecutivas, no tempo normal e na prorrogação. Os técnicos não vacilaram em escalar os melhores jogadores para iniciarem a cobrança de penalidade, Com Messi e Mbappé, onde ambos converteram suas cobranças de forma magnífica. Era isso que os brasileiros esperavam do técnico Tite, escalar o Neymar, para início de cobrança converter e desequilibrar o adversário, mas, fez o contrário escolhendo o jovem atleta Rodrigo, sem muita experiência perdendo a cobrança. O técnico argentino, Lionel Scaloni, fez tudo diferente e, na última cobrança que consagrou a seleção Argentina, escalou o jogador que só tinha atuado somente 88 minutos em três jogos, Gonzalo Montiel, cravou o nome na história da terra do tango. 

Preços escorchantes

A inflação sempre foi a causa de maior desgaste no salário dos brasileiros, na compra de alimentos, onde geralmente atormenta as donas de casas responsáveis pelo abastecimento dos lares no dia a dia. Além dos constantes aumentos nos gêneros alimentícios, outros incômodos são as constantes inquietudes dos preços elevadíssimos da energia elétrica, água e gás de cozinha, que mexe fortemente no bolso dos brasileiros, principalmente dos assalariados. Nos anos 70 e 80, geralmente essas empresas eram quase todas estatizadas e, acontecia os aumentos uma única vez ao ano, inclusive o preço do petróleo. Uma certa feita, surgiu alguns descontentamentos sobre o aumento dos preços dos alimentos, e o então Ministro da Fazenda, Delfim Neto, surpreendeu a todos desviando do assunto e, creditou ao preço do chuchu e em outra oportunidade aos donos de salão que estavam cobrando caro pela barba. Em Rolim de Moura, os escorchantes aumentos proporcionados pela empresa Águas de Rolim de Moura, é voz uníssona contrário o dispendioso aumento, sobretudo, pela péssima prestação de serviços no que tange saneamento básico, já a Energisa, também não fica fora dos reclamos dos aumentos exorbitantes. 

Falta de sensibilidade

Caminhando para uma década a construção do Restaurante Universitário,  Campus da Unir, Rolim de Moura, centenas de estudantes já terminaram seus cursos e, outros prestes a formarem, sem ter tido a oportunidade de comer um prato feito ou tampouco conhecer o que é um bandejão servido pelo RU. Mais de quinhentos acadêmicos que frequentam vários cursos na Unir, nem só aguardam pelo funcionamento do restaurante, como realmente precisam, uma vez que muitos estudam com bastante dificuldades financeiras, principalmente os que vem de várias cidades do Estado e, possuem despesas com moradia e alimentação. É deveras lamentável, a falta de interesse em colocar o refeitório em funcionamento para atender a todos inclusive os acadêmicos de Educação do Campo. Providências urgentes precisam serem tomadas pela Reitoria Geral e, solucionar esse problema de suma necessidade na vida dos estudantes do Campus Unir Rolim de Moura, que sem dúvida afeta a vida desses visionários do saber. A coisa anda tão feia que até a cantina onde se comprava alguns lanches está fechada, que segundo comentários de acadêmicos, é em virtude de cobranças muito alta pelo espaço alugado. 

Ações imediatas

Com os festejos em alta por causa da Copa do Mundo e, o clima festivo para comemorações de festas de fim de ano, o Covid 19, continua assustando e o secretário de saúde estadual, ao que tudo indica não está percebendo a repentina volta desse monstro, que ceifou centenas de vidas em Rondônia. Em Rolim de Moura, o que vemos é uma secretaria totalmente ausente no combate a essa doença monstruosa e, casos diários continuam aumentando sem nenhuma providência eficaz, apenas, assinalando os índices alarmantes no decorrer do dia a dia. A falta de diretrizes no setor são evidentes, quando a Semusa, deveria ser mais enérgica no combate a essa doença mortífera, não somente fazendo campanhas, alertando a população, mas, exigindo a volta de Álcool Gel nos estabelecimentos comerciais e o uso das máscaras como meio de prevenção. Além do Covid 19, muitos casos de dengue está se alastrando no município e, tudo mantido em sigilo absoluto. Esperamos que os setores responsáveis ao combate a essas doenças não continuem omissos, que acompanhou a epidemia em 97, sabe muito bem o desespero que os rolimourenses vivenciaram e, olha que hoje temos a Chikungunya e a Zika.

Cadê os especialistas?

A inauguração da UPA em Rolim de Moura, foi uma coisa excelente onde toda população aplaudiu de pé, pois, enfrentar a fila de espera para atendimento no hospital Amélio João, era realmente uma situação bastante caótica. Decorridos mais de um ano da inauguração da UPA, uma onda de reclamação começa a surgir cotidianamente, onde o assunto principal é a superlotação e demora no atendimento, gerando descontentamento quase geral. Com a inauguração e funcionamento da UPA, tinha a certeza de que uma boa importância em dinheiro através de programas federais, seriam repassados ao município para investimento em melhorias com a contratação de médicos especialistas, como pediatras, neurologistas, ortopedistas e geriatras. Até agora ninguém está sabendo se esse dinheiro está caindo no cofre municipal da prefeitura, nem tampouco o prefeito Aldo Júlio, fala quanto é o repasse federal que vem para a UPA.   

Presente natalino

Com a chegada de final de ano, muitos que andaram praticando coisas errôneas, vão ser contemplados com a saidinha de festas natalinas até o dia 31 de janeiro. O sistema prisional de Rondônia, vai liberar quinhentos e dezoitos inocentes, em cumprimento a Lei de Execução Penal, 7.210/84. Esse ato de generosidade temporário, segundo a própria Lei, é para aqueles conhecidos de bom comportamento no semiaberto e os beneficiados com prisão domiciliar, que será feita com autorização judicial. Rolim de Moura, está ocupando o quinto lugar no Estado, com aproximadamente cinquenta e cinco pessoas que irão ganhar esse benefício.

AUTOR: FERNANDO GARCIA –  COLUNA PORTA ABERTA –  FONTE: JORNAL FOLHA DA MATA

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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