Direto de Rolim

Prefeitura de Rolim de Moura, precisa chamar a responsabilidade e proclamar imediatamente o edital para que se realize o concurso público – Por Fernando Garcia

Revolta
Os usuários do sistema de abastecimento de Águas de Rolim de Moura, não estão nada satisfeitos com a enxurrada de aumentos por parte da empresa, desde o ano 2020. Os moradores reclamam bastante quando recebem os talonários, já demonstrando saudades da antiga empresa, Caerd, onde relatam que os preços eram dentro da realidade. Além da cobrança de mais de trinta por cento, embora parcelados em três vezes, a revolta dos moradores é muito grande e, lembram, que a empresa não faz nada que justifique tamanhas cobranças e, alegam que o prometido ainda não está sendo cumprido, como o saneamento básico que não avançou em nada. Outros aumentos por parte da empresa já estão sendo analisados, para colocar em prática a partir do ano que vem e, um possível movimento por parte dos moradores em frente à Câmara de Vereadores e das Águas de Rolim de Moura, não está descartado. 

Fervendo
O Projeto de Lei, enviado pelo prefeito Aldo Júlio, à Câmara de Vereadores de Rolim de Moura, onde solicita que seja feita algumas correções no Instituto de Previdência, Rolim Previ, onde aumenta as contribuições e o tempo de aposentadoria, está causando reboliço entre o poder executivo e os servidores, principalmente os que estão prestes a se aposentarem. Vários prefeitos de Rolim de Moura, ao longo dos anos mexeram com a grana que pertence aos servidores público municipal, fazendo remanejamentos indevidos com a complacência de dirigentes sindicais, Câmara de Vereadores e dos próprios conselheiros, que em alguns casos são portariados ou tem parentes nomeados pela administração. 

Discrepância
A prefeitura de Rolim de Moura, precisa chamar a responsabilidade e proclamar imediatamente o edital para que se realize o concurso público. É inadmissível que justificativas sem lógicas continuem sendo inventadas para não fazer a aquilo que determina a Lei, que o legal para adentrar ao serviço público, o correto é através de certame público e, não de jeitinho brasileiro infindáveis. Essa prática de realizar Teste Seletivo, são esquemas táticos corriqueiramente seguido pelos administradores públicos, para burlarem a Lei e, assim, vão fazendo e renovando conforme os seus interesses, não cumprindo o que está expresso na Constituição. Outra modalidade que abusa são as contratações firmadas através de Pessoas Jurídicas (PJ), que chega a pagar quase o dobro do mesmo profissional na área médica. Seria melhor, que o prefeito encaminhasse para a Câmara de Vereadores, um projeto com melhorias no vencimento para médicos e, não essa diferença entre os médicos de carreira e os de Pessoas Jurídicas, demonstrando um descalabro.

Negligenciando 
Geralmente a prefeitura de Rolim de Moura, através da (Semosp), todos os anos faz a limpeza dos córregos da cidade em meados do mês de outubro. Este ano os serviços de limpezas geral dos córregos que cortam a cidade, ainda não aconteceu, o que sem dúvida deve causar alagamentos em algumas localidades central da cidade, visto, que muitos desses canais desembocam entre as manilhas colocadas ainda na construção de Rolim de Moura, o que certamente não dará vazão necessária se não fizer a limpeza em temo hábil. Já estamos adentrando ao mês de dezembro e, nenhuma providência nesse sentido está sendo tomada pela prefeitura, propiciando sinais de alerta nada animador, onde no leito desses córregos o mato com dois metros de altura já tomou de conta, o que influenciará em alagamentos. 

Fiscalização
A prefeitura de Rolim de Moura, precisa notificar os moradores que não contribuem com as melhorias da cidade. Muitos receberam os benefícios como o asfalto, entretanto, são incapazes de fazer uma calçada em frente das suas residências ou até mesmo fazer uma lixeira, preferindo arremessar o lixo nos canteiros das vias públicas. Galhos de árvores, sofás velhos, geladeiras e fogões velhos, são deixados em plena via pública, contrariando o Código de Postura, que por sua vez corrobora com a inércia da fiscalização municipal. A prefeitura precisa agir de forma enérgica contra essas ações nefastas, de alguns moradores sugismundos, que atentam contra o patrimônio público. Outro fato revoltante, é que existem muitos terrenos baldios em pleno centro da cidade e bairros considerados nobres, onde o matagal é notório, merecendo a visita dos fiscais ou agentes responsáveis pela notificação, pois, nessa época do ano, avança os casos de dengue, chikungunya e outros parasitas nocivos à saúde, bem como a proliferação de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões.  

Indignado
O advogado dr. Torquato, que reside e tem escritório de advocacia há mais de 20 anos em Santa Luzia, esteve semana passada na sede da OAB Rolim de Moura e, desabafou para nossa reportagem a falta de um estacionamento para idoso e também para cadeirante. Dr. Torquato é cadeirante, e garantiu que reivindicou inúmeras vezes junto aos últimos três presidentes da instituição, contudo, ainda não foi atendido em seu pleito e, lamenta essa demora e omissão de uma entidade que sempre diz está vigilante nas prerrogativas do cidadão. Torquato, reivindica essa necessidade premente, que vai atender a outras pessoas que possuam deficiência em se locomover, e que precisam dos préstimos da instituição na busca de soluções. Segundo o causídico, essas prerrogativas, tem que ser extensiva também para toda sociedade, portanto, argumentou que espera compreensão da OAB Rolim de Moura, e cumpra essa determinação de acessibilidade para o advogado, principalmente quando acontece as reuniões dos advogados, não existe um espaço para estacionar seu veículo, tendo que fazer paradas distantes da OAB, o que acarreta muitas dificuldades em sua locomoção. 

Estranho
Causa estranheza a placa da construção do muro da creche localizada na rua Rondônia, bairro Centenário, onde o objeto não consta na divulgação da placa, como início e término da obra, apenas, constatando o nome da empresa e o estúpido valor de Trezentos e Vinte e Oito Mil Reais. Além do preço considerado salgado pela expressão da obra, o município esqueceu de também colocar quantos metros de construção para dá mais transparência na execução dos serviços, que foram pagos com recursos próprios do município. Os vereadores precisam acompanhar mais os trabalhos executados pela prefeitura, afinal, foram eleitos prometendo ser fiscalizadores diuturnamente, para proteger os parcos recursos municipal. O prefeito Aldo Júlio, juntamente com os vereadores, deveria ter entrado em contato com deputados estaduais e, ter buscado essa emenda para tal finalidade, que, infelizmente, não se sabe porque não tentaram carrear essa emenda, fazendo questão de bancar com recursos próprios com tanta velocidade. 

Humanizar

Depois de termos mostrado a triste realidade de mendigos de Rolim de Moura, mantendo sempre sua cozinha móvel pela cidade, a coluna recebeu vários contatos de comerciantes, empresários e segmentos da sociedade, salientando que realmente o município precisa agir para solucionar o grave problema. A construção de uma casa de apoio para essa finalidade seria a prioridade, para amenizar um pouco a dor dos nossos irmãos de rua. Precisa de vontade política para solucionar esse grave problema, não podendo mais fazer vista grossa para essa realidade que nos causa repugna. Eles merecem a proteção do Estado, uma vez que eles no momento não possuem discernimento, precisando evidentemente de receberem cuidados diferenciados, como médicos, psicólogos, alimentação adequada, higiene e umas indumentárias. 
 

De volta
Muito oportuno a reabertura do Natal de Luz em Rolim de Moura, que contou com a parceria da prefeitura e da Associação Comercial Industrial de Rolim de Moura. Na época em que ficou parada a comemoração natalina, foi em virtude da pandemia que por sinal vitimou muitos rolimourenses. O Natal de Luz em Rolim de Moura, é uma festa que já entrou no calendário turístico do município, uma vez que centenas de moradores da região da Zona da Mata, se deslocam das suas cidades para contemplar a beleza do evento, que fica na praça Durvalino de Oliveira, em frente à igreja Matriz. Nesta oportunidade, bares, restaurantes e a rede hoteleira recepciona os visitantes, que aquecem a economia da capital da Zona da Mata. 

AUTOR: FERNANDO GARCIA –  COLUNA PORTA ABERTA –  DIRETO DE ROLIM

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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