Em Linhas Gerais

Rondonienses de todos os municípios arranquem a máscara de palhaço e parem de trocar seis por meia dúzia

FILOSOFANDO

“Vai chegar a hora em que você irá acreditar que tudo acabou. Esse será apenas o início.” Louis L’Amour (1908/1988), pseudônimo de Louis Dearborn LaMoore foi um escritor norte americano que notabilizou como ator de romances transformados em filmes sobre o Velho Oeste.

E O PALHAÇO, QUEM É?

Num texto da revista Veja dessa semana afirma-se que a definição eleitoral na cidade de Porto Velho está nas mãos da Justiça, principalmente pelo fato de existir candidato inelegível (Roberto Sobrinho, do PT) que insiste em ficar na ribalta mesmo já estando impugnado pelo MPE.

Nessa história, quem vai bancar o palhaço?

Por aqui, onde membros dos clãs líderes da corrupção insistem em continuar na vida pública, o verbete palhaço foi alterado em seu significado para o eleitorado rondoniense.

AVIVANDO A MEMÓRIA

As eleições estão chegando e como nossa população demonstra ter memória curta, é preciso avivá-la. Corrupção tem em todas as partes da terra. Mas aqui essa praga vem ultrapassando os limites. Ainda no dia de ontem as manchetes da mídia rondoniense cantavam alto e bom som fatos demonstrando que a corrupção virou rotina no estado: “Ex-prefeito vilhenense Marlon Donadon teve prisão decretada”; “Cate Ferreira, da Secretaria de Ação Social da pequena cidade de São Miguel do Guaporé se apropriava de recursos de programas sociais”…

Enquanto não tivermos consciência para votar, nada irá mudar. Tanto se fala e nada muda. Você vai votar em que está encalacrado com a Justiça?

TIRANDO A MÁSCARA

Enquanto eleitores gritam viva as eleições; dando viva ao voto de cabresto, viva a dentadura, a cesta básica, a promessa de emprego que o candidato vai lhe oferecer em troca do seu voto a nossa política vai continuar sinônimo de bagunça e corrupção e nós continuaremos como os palhaços desse teatro do absurdo.

Rondonienses de todos os municípios arranquem a máscara de palhaço e parem de trocar seis por meia dúzia. Políticos que usaram o cargo para se locupletar, para roubar e dar trambiques ou simplesmente não fazer nada tem de ser punidos com o voto e não reeleitos.

TRANSPARÊNCIA

Não sei até que ponto os chamados órgãos do controle externo estão decididos a investigar os gastos do município com a empresa contratada para cuidar da coleta do lixo e também de parte da limpeza pública. De uma coisa os leitores podem ter certeza: não há nenhuma transparência nesse quesito e a praxe na gestão municipal é a de esconder os valores pagos à empresa que mantém por aqui uma espécie de reserva de mercado. Nem as muitas denúncias feitas (até na gestão anterior) de distribuição de “gentilezas” a quem manda no pedaço (pasmem!), serviu para abrir o setor a uma concorrência aberta a outras empresas de porte. Ora, o povo de Porto Velho tem o direito de saber quanto dinheiro é gasto com esse serviço também de péssima qualidade.

ELEIÇÕES

De olho nas eleições, o deputado estadual Jesuíno Boabaid (PTdoB) tem na agenda mais um desses encontros (como as manjadas audiências públicas) com sua categoria na Assembleia Legislativa. Dessa fez, como garantiu fonte da Casa, a reunião está marcada para o final desse mês, tendo como pano de fundo a distribuição de menções honrosas a companheiros de caserna. Coincidentemente, a mulher do deputado disputa nesse ano uma vaga na Câmara Municipal de Porto Velho. O evento reunindo praças da corporação não deixará de ser um palanque privilegiado para Ada Dantas, a candidata e mulher de Jesuíno.

SUSPEITA

Fonte bem informada dos meandros da administração municipal comentou ontem com a coluna o assunto sério demais. De acordo com ela, estima-se que até 5% dos benefícios pagos pela previdência municipal sejam resultado de algum tipo de irregularidade. Os mais comuns são “aposentados fantasmas” ou que recebem mais do que deveriam, por erro no cálculo. Faltou, sempre de acordo com a fonte, vontade política do atual prefeito em aumentar a fiscalização sobre concessão de benefícios no instituto da previdência municipal.

 CRESCEU

Não foi possível conseguir confirmação oficial, mas de acordo com fontes a arrecadação do Executivo portovelhense no período do primeiro quadrimestre de 2016 cresceu 3,5%, em relação ao mesmo período do ano passado. Pode ser este o motivo da existência de 7 candidatos na corrida sucessória, sonhando em se transformar no bambambã do Palácio Tancredo Neves.

NA RUA

A prefeitura não tem dados oficiais sobre o número de moradores de rua existentes em Porto Velho. Uma simples constatação de gente dormindo em calçadas e nas praças públicas, especialmente no centro da capital de Porto Velho, leva a uma previsão nada confortável sobre aumento assustador da população de moradores de rua em nossa cidade. O pior de tudo é que a prefeitura não se preparou para enfrentar esse problema crescente com locais de acolhimento e recuperação dessa população marginalizada.

LINDINHO

Chiquilito foi o primeiro candidato a prefeito de Porto Velho a ser celebrado pelas mulheres como o “lindinho” da disputa. Seu pôster estava na parede do quarta de boa parte do eleitorado feminino, como se fosse um superstar do roque. E, claro, Chiquilito saiu vencedor das urnas.

Agora, dizem as dondocas eleitorais, que o “lindinho” da vez é Léo Moraes, do PTB. Mas não se pode afirmar que agora isso se traduzirá em votos.

COISA NOVA

Leo Moraes vai trabalhando sua campanha buscando consolidar a imagem de que se ganhar o pleito, será a verdadeira renovação na política da capital rondoniense. A seu favor ele ostenta ficha limpa, num pleito em que candidatos com passagem pela prisão também estão no jogo.

BOMBA

A revelação da revista Veja sobre a reabertura do inquérito que investiga o envolvimento de Williames Pimentel nos desvios de dinheiro público na Funasa, por solicitação do Ministério Público Federal, caiu como uma bomba no comando do PMDB de Porto Velho.

Williames, candidato peemedebista na disputa pela prefeitura da capital, tentava reforçar a tese de que é candidato ficha limpa, e que sua prisão quando a Operação Higeia, da Polícia Federal, foi deflagrada não passou de um mau entendido. Vai ter de arrumar outro mantra. E bate o bumbo!

CACIQUES

Muito mais do que determinar a popularidade dos políticos que estão concorrendo ao pleito municipal, em Rondônia a eleição de outubro mostrará como anda a popularidade dos principais caciques políticos, como Raupp, Maurão de Carvalho, Cassol e Gurgacz, patronos de candidaturas nos principais municípios. A jararaca que não sair morta desse embate será o nome mais forte no estado para 2018.

PADRINHO FORTE

A filha de Fernandinho Beira-Mar, um dos traficantes mais famosos do Brasil, é candidata a vereadora em Duque de Caxias, cidade na Baixada Fluminense. Beira-Mar cumpre pena na penitenciária de Mossoró (RN). Fernanda Izabel Costa (PP) declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que é dona de uma sala comercial na favela Parque Beira Mar, no município, e de um carro financiado, modelo Hyundai HB20. Juntos, os bens de Fernanda, que é cirurgiã-dentista, somam R$ 140 mil.

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Gomes Oliveira

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  • É ISSO. O QUE TODOS ESPERAM DA JUSTIÇA É JUSTIÇA. CHEGA DE QUERER ACOBERTAR SEU FULANO DE TAL SÓ POR QUE É CANDIDATO INDICADO POR ALGUEM QUE ESTÁ NO PODER,
    O POVO PRECISA TOMAR CONHECIMENTO DA VERDADE E NÃO SER LUDIBRIADO PARA FAZER COM MENTIRAS FAJUTAS PARA ENGRANDECER ALGUEM QUE NÃO É LÁ ESSAS COISAS LIMPA. PENSE BEM, O SEU VOTO TEM VALOR, É ATRAVÉS DELE QUE VOCÊ PODE COLOCAR ALGUEM LÁ NO PODER, QUE DEPOIS PARA TIRAR DAR UM TRABALHO E FICA ATÉ O FIM DO MANDATO MAMANDO NOS COFRES PÚBLICOS.SEJA SINCERO E FIEL A VOCÊ MESMO.

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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