Em Linhas Gerais

Quinquênios: Ja é hora do Prefeito trocar “Assessores” responsáveis por uma trapalhada dessas – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

GenMourãoFilho“Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semianalfabeto, e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso.” GENERAL OLÍMPIO MOURÃO FILHO (1900/1972). Como general de Exército, esse militar mineiro em 31 de março de 1964 levou a 4ª Divisão de Infantaria, de Juiz de Fora (MG) para ocupar a cidade do Rio de Janeiro, precipitando o Golpe de 64. Foi também presidente do STM de 1967 a 1969.

 ENXUGAMENTO

robertoA semana termina tendo como principal assunto da política na capital rondoniense a querela estabelecida entre sindicatos, vereadores e membros do gabinete do novo prefeito em torno da concessão de “quinquênios”. Nem a abertura de mais 20 procedimentos para apurar denúncias de corrupção contra o antigo ex-prefeito do PT, Roberto Sobrinho, pelo Ministério Público rondoniense ganhou o destaque dessa trapalhada dos quinquênios, justificada inicialmente como parte das iniciativas de enxugamento da máquina da prefeitura.

 ASSESSORAMENTO

Hildon343Nessa questão dos quinquênios, uma coisa ficou clara: o baixo nível de assessoramento montado em torno do prefeito ou, melhor dizendo, um secretariado muito distante do esperado “dream team”, especialmente pelo fato de Hildon Chaves ter dito várias vezes que não aceitaria pressões políticas para montar o seu staff. Já é hora do prefeito trocar os “colaboradores” responsáveis por tamanha trapalhada como essa. O assunto “quinquênio” não precisava tratamento de afogadilho. Não era e não é prioridade para uma gestão de quatro anos.

 ERRO DE AVALIAÇÃO

Hildon343O prefeito Hildon Chaves ainda mantém um enorme apoio popular nesse início de gestão. Mas esse capital positivo pode ser erodido se continuar tomando decisões sem fazer antes acuradas avaliações políticas e econômicas que acabam transformando-se em munição para aqueles que – derrotados – terão mesmo de perfilar na oposição e legitimamente procurarão desgastar o novo prefeito. Resta saber se Hildon está disposto a pagar o preço ou se vai tomar decisões para corrigir essa rota de confrontos desnecessários, mexendo na equipe.

 BIZARRA

Hildon343Os desdobramentos dessa polêmica desembocou numa decisão bizarra (para se dizer o mínimo) reforçando a necessidade do prefeito de ter ao lado de si um núcleo político competente, como aquele que durante a campanha soube transformá-lo de ilustre desconhecido no candidato vitorioso, eleito com uma massa de votos como não se via nas refregas eleitorais de Porto Velho. Ora, como imaginar um acordo (com a anuência do Chefe de Gabinete) de suspensão de uma lei devidamente aprovada no parlamento. Afinal, não foi isso o que aconteceu em termos dessa conversa de quinquênios?

 ERRO GROSSEIRO

Hildon343O secretariado do prefeito precisa ter seriedade na hora de apresentar alternativas para tornar a máquinas mais enxuta e eficiente. Não pode errar em cálculos matemáticos sobre os assuntos sensíveis como esse dos quinquênios. Se, por exemplo, os sindicalistas provarem que a equipe do prefeito errou grosseiramente, eles deveria pedir demissão ou serem substituídos pelo chefe do Executivo.

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 PERDA DE RECEITAS

Hildon343O prefeito está coberto de razão quando diz que é necessário adotar medidas para restringir despesas da municipalidade. A prefeitura da capital rondoniense vem perdendo receitas em índices significativos nos últimos anos. Fazer cortes de despesas e procurar diminuir o tamanho do poder público municipal certamente é o melhor caminho para não aumentar impostos penalizando ainda mais a população.

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 LEI SUSPENSA

Hildon343Ora, ao admitir a suspensão (por 90 dias) de uma lei devidamente aprovada na Câmara, reforça o entendimento de que “quinquênios” nunca foi prioridade para gerar uma economia expressiva e fundamental nas finanças do município. E não pega bem essa justificativa de suspender os efeitos da lei por 90 dias. É algo como se alguém propusesse a suspensão da lei da gravidade. A emenda, como se vê, ficou pior que o soneto.

A decisão bizarra de suspender a aplicação da lei aprovada abre espaço para se entender que “a redução administrativa” para os custos da máquina da prefeitura não é meta fechada.

Lei devidamente aprovada dentro das formalidades constitucionais só pode ser modificada (ou revogada) por outra proposta transformada em lei.

 NA COLETIVIDADE

Hildon343O prefeito Hildon Chaves tem de tomar medidas corajosas para reduzir o desperdício e o custo da máquina pública municipal. Ele se comprometeu a implantar uma gestão mais eficiente na prestação dos serviços públicos aos moradores de Porto Velho, fazendo reformas pensando na coletividade. E prometeu também prestigiar o servidor público, que não pode passar fome e também não pode ser sustentado como marajá, esse tipo de servidor alimentado por benesses muito comuns num ambiente de politicagem.

Certamente a economia necessária no custo da folha de pessoal da prefeitura não será conseguida apenas com a extinção dos quinquênios. É preciso também ter coragem de reduzir os gastos com cargos comissionados, com aluguéis e serviços terceirizados para os quais a prefeitura tem pessoal de sobra.

 INAUGURAÇÃO

LEGALNo dia 20 de fevereiro, o presidente do Banco da Amazônia, Marivaldo Gonçalves de Melo, e o governador de Rondônia, Confúcio Moura, farão a inauguração da nova sede da Superintendência Regional e da Agência Porto Velho-Centro do Banco da Amazônia. A prédio da nova sede do BASA fica na Avenida 7 de Setembro, 1851.

O BASA vai firmar Protocolo de Intenções entre Banco e Governo do Estado para impulsionar os negócios sustentáveis em Rondônia por meio da aplicação dos recursos oriundos do fomento e da carteira comercial e correspondem a R$ 1,034 bilhão, sendo que R$ 874 milhões são do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e R$ 160,46 milhões, do crédito comercial.

 FIASCO

pmdbTirando o nome do presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho, os demais nomes cogitados como presumíveis candidatos do PMDB rondoniense ao pleito sucessório de 2018 são avaliados como verdadeiros fiascos em termos de competitividade. Estamos a mais de um ano e meio da eleição e a cúpula estadual do PMDB mantém a tendência do partido não lançar candidato ao governo, para facilitar negociações em favor da reeleição de Valdir Raupp ao senado. É bom lembrar que a constante divulgação do senador barbudo de Rolim de Moura com as peripécias da Lava Jato aumenta a rejeição de sua permanência na política por parte do eleitorado rondoniense.

 CADEIA

robertoCom as novas ações de improbidade administrativa, apresentadas pelo Ministério Público Federal, assinadas pelo procurador Reginaldo Trindade, num total de 20 procedimentos, aumentaram na bolsa de apostas da política, os palpites de que Roberto Sobrinho vai voltar, mais cedo ou mais tarde, para a cadeia, por onde passou no finalzinho de seu segundo mandato de prefeito de Porto Velho.

Com esse número de ações, atingindo também empresas e ex-colaboradores do ex-prefeito petista, advogados (caríssimos) contratados para a defesa do indigitado político devem estar recalculando os custos milionários que poderão afundar ainda mais as “finanças” daqueles que nadaram de braçada no período de ouro do petismo na capital rondoniense.

 BENEFICIADOS

VergonhaO foro privilegiado beneficia milhares de pessoas no Brasil, do presidente da República a prefeitos. A força-tarefa da Lava Jato estima que cerca de 22 mil autoridades tenham direito a esse privilégio, atualmente. Além de prejudicar a aplicação das leis, o foro privilegiado contribui para o aumento da impunidade, na medida em que trata os iguais de maneira desigual. O benefício ajuda a prorrogar carreiras de políticos. É da essência da democracia que a lei seja igual para todos.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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