Em Linhas Gerais

Presidente da Câmara dos deputados Eduardo Cunha quer Raupp fora da Executiva Nacional do PMDB – por Gessi Taborda

ÚLTIMA HORA

irrfNão há explicação plausível, mas o fato é incontestável: em todos os anos a maioria dos brasileiros deixa a entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física para os últimos dias, quiçá para a derradeira semana. Não se trata certamente da dificuldade do processo. Apesar do constante aperfeiçoamento do programa de computador desenvolvido para a declaração, não há novidades que justifiquem a demora. Trata-se, certamente, da baixa apetência dos contribuintes para o planejamento. Até hoje, faltando uma semana para o fim do prazo, apenas 48% dos brasileiros entregaram os relatórios fiscais referentes a 2014.

 CONTA OUTRA

PMDBSerá que o leitor acredita que o PMDB vá devolver parte do que lhe cabe da verba do Fundo Partidário para ajudar no ajuste fiscal pretendido pelo governo Dilma, como andaram falando alguns caciques do partido? A coluna prefere ver para crer. Peemedebista de alto coturno chegou a falar que o partido poderia abrir mão de 25% da verba. Por enquanto, isso me cheira à tradicional conversa para boi dormir.

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 PARA A TORCIDA

PMDBO PMDB joga para a galera e se finge de bonzinho. O PMDB quer convencer a população que seu interesse maior é pelo bem do Brasil. Só quem não conhece o PMDB pode acreditar nas boas intenções.

Em 2014 o Fundo Partidário distribuiu R$ 308 milhões. A parte do PMDB foi de R$ 36 milhões, o que dá 11,6% do total. Como a verba é distribuída de acordo com a votação dos partidos para a Câmara dos Deputados, este ano haverá variação do percentual por conta do resultado da eleição do ano passado. Mas o PMDB receberá mais que 10%. A Presidente Dilma sancionou a lei que passou a verba do Fundo Partidário deste ano para R$ 867 milhões. Se o PMDB abrir mão mesmo de 25% receberá em torno de R$ 75 milhões, mais que o dobro do ano passado.

 RESOLVIDO

PMDBTriplicar o Fundo Partidário num momento de crise e cortes nos ministérios evidencia como o governo Dilma está acuado. O PT aprovou a resolução que impede os diretórios de aceitarem doações de empresas, mas com o fundo triplicado o problema está resolvido.

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NO BRASIL É OUTRA COISA

PetrobrasEu realmente não sei se a Petrobrás irá se recuperar. A companhia conseguiu desmentir uma das mais célebres frases de David Rockfeller; “O melhor negócio do mundo é um campo de petróleo e o segundo melhor negócio do mundo é um campo de petróleo mal administrado.” Infelizmente a frase não se aplicava a uma companhia de petrolífera estatal, ainda mais num país chamado Brasil.

Mas voltando à possível recuperação da Petrobrás, acho muito cedo prever o futuro. Mesmo que seja muito bem administrada daqui em diante, sem politicagem e valorizando a área técnica, isso não garante prosperidade vindoura… simplesmente porque os árabes podem simplesmente baixar o preço do barril a níveis insustentáveis para o pré-sal. Eu acho que inevitavelmente, ao menos uma parte da Petrobrás vai ser privatizada, como única saída.

 SUBSTITUINDO RAUPP

Raupprr22pet.fwO barbudo senador rondoniense Valdir Raupp não deverá ser mantido na cúpula nacional do PMDB. As articulações dos caciques do PMDB com vistas à convenção que escolherá o novo presidente nacional do partido, em março do próximo estão mirando o governador capixaba, Paulo Hartung, nome da preferência do fortíssimo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

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 SERÁ?

PoliticoUma operação polícia civil, batizada de “Libertas”, prendeu ontem pelo menos um auditor da Secretaria de Estado das Finanças (Sefin), acusado do crime de extorsão a empresas do Cone Sul. O assunto acabou motivando o comentário de uma fonte ligada ao setor fazendário, numa conversa informal: “Se fizerem uma auditoria no Conselho Estadual dos Contribuintes e remexerem também nos processos de revisão fiscal, “neguin” vai cair de costas com as revisões e reduções de dívidas e multas”. E finalizou da seguinte maneira o comentário: “É fácil entender porque tem fiscais muito ricos e com um patrimônio incompatível com seus vencimentos de funcionário público”.

 TERCEIRO LUGAR

dinheiroDados de 2014, divulgados pelo Ministério do Turismo, mostram que o Brasil é o terceiro maior mercado de aviação doméstica do mundo. O número é três vezes maior do que há dez anos. Os números relativos à economia do turismo reforçam a importância dessa indústria na geração de negócios, empregos e renda e os impactos positivos no desenvolvimento regional.

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 FELIZ COMO PINTO

prefeito-Mauro-NazifFeliz como pinto ciscando lixo, o prefeito Mauro Nazif comemorou a assinatura de parceria com o governo estadual para um programa de 27 quilômetros de asfaltamento em vias urbanas da capital. Isso poderá ser uma oportunidade para Mauro Nazif reduzir o desgaste em que se debate junto a população portovelhense onde ficou a maior parte do tempo como um prefeito inoperante, sem planejamento e incapaz de transformar em realidade tudo aquilo que prometeu durante a campanha.

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 PARCERIA CARACU

prefeito-Mauro-NazifPara esse programa de asfaltamento, a prefeitura vai participar apenas garantindo os insumos a ser utilizados pela usina de asfalto do governo, máquinas e pessoal do DER. Ou seja, será gasto mínimo.

Se tudo ocorrer como imagina o alcaide, ele pode reviver o milagre da Fênix na política, principalmente pela estéril condição dos oposicionistas em viabilizar um nome para concorrer no próximo ano.

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 SEM PROJETOS

prefeito-Mauro-NazifEnquanto a oposição estiver presa ao perigoso jogo de não ter projeto para o município ou para o estado, quem está no poder, mesmo em forte baixa de credibilidade junto ao eleitorado, pode sonhar em continuar no poder por mais uma temporada.

Deve ser isso o fator que anima Mauro Nazif e seus aliados a pensar concretamente em disputar a reeleição no próximo ano.

Fazer oposição por oposição não qualifica ninguém para se transformar num líder político capaz de vencer o duelo político com o gestor que – mesmo tendo passado a maior parte do tempo só fazendo cera – de repente consegue fazer algo pontual que possa alimentar uma boa ideia de marketing.

 MUDANÇAS NECESSÁRIAS

prefeito-Mauro-NazifOposição, claro, tem de fazer oposição. Mas precisa mostrar-se capaz de fiscalizar e pressionar a administração a adotar mudanças em favor da ampla parcela do povo.

A sorte dos titulares do executivo municipal de Porto Velho e do próprio governador do estado é a inexistência de adversários com uma visão de maior profundidade sobre embates políticos produtivos. Pelo visto, mesmo os adversários mais qualificados (sobretudo em relação ao prefeito) agem como se o grande interesse é o de fazer sangrar e derrubar os titulares do Executivo pelo simples fato de sua qualidade mequetrefe.

Apostar no quanto pior, melhor, é como brincar com fogo, principalmente se a motivação for vingança de um projeto político que não deu certo ou de uma derrota mal

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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