Em Linhas Gerais

” Mais um factóide da prefeitura sob o comando de Mauro” – por Gessi Taborda

TUDO NO MESMO LUGAR

Mauro222Chegou mais um release dos fabricantes de factóides da prefeitura sob o comando de Mauro Nazif, para confirmar uma reunião do prefeito e parte de seus secretários, na última sexta-feira, na Sempla, com lideranças comunitárias e representantes de comunidades ribeirinhas, com o objetivo de explanar o que o prefeito está fazendo para atender as reivindicações de todos.

O assunto, por si só, é muito importante para se aferir até que ponto Mauro Nazif está se mexendo em busca de soluções para regularização fundiária de áreas urbanas ocupadas por centenas de famílias que não encontraram outra saída para realizar o sonho da “casa própria”. Também sobre as providências de ações destinadas a minorar o sofrimento dos ribeirinhos que viram suas comunidades destroçadas pela cheia histórica do Rio Madeira.

O factóide da prefeitura não dá informações precisas, não define datas para as coisas acontecerem e nem demonstra a existência de algum tipo de planejamento para que a situação precária dessas famílias (tanto nas áreas ocupadas, como nos distritos vítimas da grande cheia) seja resolvida. Pelo visto, tudo continua no mesmo lugar.

 FELICIDADE INJUSTIFICÁVEL

Mauro222Se o (vá lá) release da prefeitura for fiel ao cenário da tal reunião, Mauro Nazif deve ter saído de lá convencido de que sua lábia ainda funciona. Afinal, diz o release, Océlio Muniz, que seria o coordenador do Movimento dos Atingidos por Barragens; e Rosália Oliveira, do Movimento por Moradias, saíram de lá satisfeitos, ao ponto de fazer elogios ao prefeito. Deve ser por isso que encerrando o blábláblá, Mauro afirmou: “A prefeitura tem sido o maior defensor de vocês, tem dado todo apoio dentro do possível. Estamos sempre dispostos a ouvir vocês e buscar soluções”.

 INDIFERENTES

Mauro222Nem mesmo quem lidera esses movimentos de angustiados com a inércia da gestão pública consegue escapar da indiferença. Por isso, é só por isso, praticam o elogio barato para um prefeito que vai matando as poucas esperanças de que Porto Velho sairia da fieira de vergonhas daquele projeto político antecessor, cujo único objetivo era o de assaltar a população dessa capital tida como o patinho feio entre as capitais brasileiras.

 DÍVIDAS

Olho vivoO Congresso poderá votar hoje o projeto que fixa em 30 dias o prazo para a adoção do novo indexador das dívidas de Estados e Municípios. De seis emendas apresentadas em plenário ao PL, a relatoria só aceitou a do senador Antônio Carlos Valadares (PSB), que torna obrigatória a troca do indexador das dívidas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. De acordo com o parlamentar, a lei complementar 148/2014 “não determina a troca”, mas apenas a autoriza.

 EM FALTA

Eleicoes1Mesmo com a política de cotas nas universidades, no serviço público e outras políticas públicas, há um espaço no qual o negro ainda participa muito pouco: a política. Assim, na Assembleia Legislativa há apenas um parlamentar negro. E na disputa pelas prefeituras no ano próximo, os negros estarão longe de ser inseridos na disputa eleitoral. Aliás, a presença do negro nas instituições sociais de Rondônia, como é o caso dos sindicatos, praticamente não existe. Esse deveria ser um tema que os partidos deveriam estar discutindo, com vista às próximas  eleições de 2016 e 2018.

 SEM FUSÃO

Eleicoes1A cúpula estadual do PPS rondoniense não tem conhecimento sobre os esforços voltados para a fusão do partido com o PSB, sigla à qual pertence o prefeito Mauro Nazif. Uma fonte do PPS da capital disse à coluna que só ouviu falar dessa fusão em 2014. Segundo essa fonte o assunto não foi mais ventilado e o PPS rondoniense pretende lançar candidatos a prefeito nas principais cidades do estado.

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 NOME RECORRENTE

Eleicoes1No meio político representantes da nova safra de eleitos no pleito passado vão surgindo como prováveis alternativas para a disputa do próximo. Leo Moraes, do PTB, é um nome recorrente para disputar o comando da prefeitura de Porto Velho. Consta que está sempre bem posicionado nas pesquisas, por ter tido uma passagem marcante pela Câmara Municipal, onde se revelou como oposição ao atual prefeito. Como tem conseguido destaque entre os membros da Assembleia, na legislatura iniciada esse ano, certamente Leo pode ser o nome com mais força para assegurar candidatura própria ao PTB portovelhense.

 FORA DA DISPUTA

Mario PortuguesO empresário Mário Português, hoje filiado ao PMDB, não deverá encarar a disputa eleitoral do próximo ano. No momento o dono da Distribuidora Coimbra está mais preocupado com sua saúde e, quando pode, com programas de investimentos em suas fazendas. A família prefere que o empresário lusitano fique fora da refrega eleitoral do próximo ano. Sua desistência deixa o PMDB numa situação difícil para encontrar algum nome palatável junto ao eleitorado para desalojar Mauro Nazif.

 “COMPRA” DE APOIO

DILMACom apenas 13% de aprovação popular, a Presidente Dilma Rousseff continua “investindo” pesado para manter o apoio dos partidos aliados ao Planalto. Enquanto a população está sofrendo o diabo para reduzir as despesas em casa, essa senhora inventada por Lula, triplicou a verba destinada ao Fundo Partidário. Ele passou para R$ 867,5 milhões, por meio de uma emenda ao Orçamento da União do presente exercício. É sempre o povo pagando o pato da falta de simancol dos políticos.  Desse jeito, quando a própria presidente se recusa a fazer economia, nos aproximamos cada vez mais do aprofundamento do caos econômico e político.

 INSUPORTÁVEL

maioridadeeA crônica policial diária, em todas as plataformas da mídia rondoniense, revela que o grau de insegurança até mesmo nas pequenas cidades do estado, atingiu nível insuportável há muito tempo. Na capital é cada vez maior o número de cidadãos com medo de sair de suas casas e circularem livremente a pé, de carro e até mesmo no transporte coletivo.

Aqui já há até o registro de vítimas de bala perdida. Assassinatos, furtos e roubos são acontecimentos sempre recorrentes nas cidades onde o policiamento é precário e as investigações encontram todos os tipos de barreira para chegar aos responsáveis pelos crimes. É cada vez mais necessária uma cruzada pela vida e contra a violência. A sociedade tem de se mobilizar para exigir que os governantes cumpram com sua responsabilidade, dando prioridade à vida.

 DESRESPEITO AO MÁXIMO

Mauro222Que a prefeitura de Porto Velho não demonstra ter foco nenhum sobre as prioridades da capital todo mundo sabe. Mas nem assim da para entender o abandono a que está relegado o Cemitério de Santo Antonio. As reclamações que chegam à imprensa falam do horror de ver aquele local tomado pela “selva”, impossibilitando até mesmo às famílias descobrirem os túmulos de seus entes queridos.

A prefeitura tenta escamotear a sua responsabilidade com informações calhordas de que a limpeza do local deve ser feita pelos parentes dos falecidos. Só mesmo autoridades com poder de exigir o cumprimento das obrigações do prefeito, poderão por um ponto final nesse imobilismo vergonhoso do executivo municipal.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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