Em Linhas Gerais

Presidente Castelo Branco para o irmão que recebeu vantagens ilicitas “demitido você está, estou vendo se mando prende-lo’’. Enquanto isso o Lula… – por Gessi Taborda

PARA PENSAR

oscar1“Projetar Brasília para os políticos que vocês colocaram lá, foi como criar um lindo vaso de flores para vocês usarem como pinico. Hoje eu vejo, tristemente, que Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião e sim de camburão.” Oscar Niemeyer, arquiteto brasileiro.

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TURRÃO

mauroooEntão vai começar tudo de novo. O vexame da “Operação Emergencial” para a troca do monopólio do transporte coletivo de nossa maltratada capital rondoniense não foi o bastante. É isso que se depreende do anúncio feito pelo desastrado secretário dos transportes de Porto Velho de repetir a malfadada novela “Ocimar”.

O prefeito “dr. 40” reforça seu lado de turrão, agindo como “imperador” ao estilo antigo. E assim, mesmo com o fiasco da novela “Ocimar” vai agir como se o “dono” do município onde tudo tem que acontecer do jeito que ele quer!

SEM DIÁLOGO

mauroooDa primeira vez o roteiro da “Ocimar” foi escrito sob os protestos dos poucos vereadores que agem com independência (como é o caso de Everaldo Fogaça), do Tribunal de Contas do Estado, da imprensa não amestrada. Mas os alertas não valeram de nada. O burgomestre teve o apoio incontestável da elite do Judiciário e bateu o pé, até dar no desfecho lamentável mostrando que nós, os críticos da tal “Operação Emergencial” estávamos certos.

E agora, com a decisão de se repetir essa produção mequetrefe, o prefeito reafirma que não dialoga com ninguém, não aceita e não pratica as regras do jogo democrático.

FORÇA

mauroooAge como quem não leva em conta a liberdade de imprensa e de expressão, considerando meros “inimigos do 40” quem mostra os erros e desmandos dessa gestão do factoide. É por isso que não vai mudar nunca o coronel da Semtran, completamente desacreditado na função.

Nazif vai repetir o mesmo roteiro e assim chegará ao fim do mandato fazendo a cidade conviver com o mesmo transporte caótico, com o mesmo trânsito amalucado e sem soluções criativas e técnicas que, claro, não se consegue simplesmente colocando um semáforo em cada esquina.

E dessa vez se não ocorrer mágicas e bruxarias não conseguirá homens da toga dispostos a pagar o pato das soluções “emergenciais”. O prefeito, é claro, não tem a força que imagina que tem e, pelo visto, vai descobrir essa realidade da maneira mais traumática, com o desfecho das urnas.

PARA LEMBRAR

Castelo2Dois presidentes nordestinos: Castelo Branco e Lula (Um Cearense e um Pernambucano). Em 1966 o presidente Castello Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys, agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira. O presidente telefonou mandando que ele devolvesse o carro.

O irmão argumentou que se devolvesse ficaria desmoralizado em seu cargo. O presidente Castelo Branco interrompeu-o dizendo: Meu irmão, afastado do cargo você já está. Estou decidindo agora se você vai preso ou não’. Lula, ao contrário, defende os ganhos dos filhos, desde o momento em que se descobriu que um deles recebeu  R$ 15 milhões de reais da TELEMAR para tocar sua empresa. E o Lula ainda alega que não existe ninguém ‘neste país’ com mais moral e ética do que ele…

SEM RENOVAÇÃO

PMDB22O mais uma vez sinalizou-se como continua completamente distante a renovação nos quadros da política rondoniense, especialmente no comando partidário das siglas mais importantes. E assim, nesse quadro das “famiglias” Valdir Raupp foi confirmado mais uma vez como o grande cacique do PMDB rondoniense na convenção realizada sábado em Ji-Paraná. O poder não mudou de mãos, mas agregou o personagem sempre disposto a pular de galho, Lindomar Garçom que, com o novo posto ganha mais munição para disputar a prefeitura de Porto Velho.

MENOS DE 350

Eleicoes1Estamos a trezentos e quarenta e poucos dias das eleições municipais de 2016, em que serão eleitos os próximos prefeitos e vereadores. Há muitas indefinições sobre as candidaturas e o comportamento do eleitorado na maioria dos municípios rondonienses. Isso não impede o exercício futurista de muitas pessoas que se imaginam com liderança ou capacidade de análise. São, em sua maioria, figuras apavoradas com a perda do poder e a impossibilidade de continuar mamando nas tetas do governo. Cenário mais comum em cidades erodidas com a corrupção, como é o caso de Cacoal, Ariquemes, Porto Velho, Pimenta Bueno, Jaru e Vilhena entre várias outras pequenas comunidades rondonienses onde as prefeituras e câmaras foram palco de acusações sérias de corrupção.

SANGUE E TERRA

A chacina registrada em Vilhena no último domingo é mais um fruto da disputa de terras no estado. Uma das vítimas não morreu e deve ser a principal arma da polícia para identificar assassinos e eventuais mandantes do crime.

FIM MENLANCÓLICO

congresso22Termina essa semana a CPI da Petrobrás, da Câmara dos Deputados. E termina numa enorme pizza, deixando de convocar a maior parte dos parlamentares suspeitos de receber propinas do “petróleo”. Serviu apenas complicar a vida de Eduardo Cunha que em seu depoimento voluntário mentiu sobre ter contas secretas em paraísos fiscais e na Suíça, o que poderá até mesmo custar o seu mandato parlamentar.

É MENTIRA

Dilma2Dilma Roussef escolheu um país de primeiro mundo (a Suécia) para falar que a CPMF é vital para a retomada do crescimento. A declaração foi feita no domingo. É certamente mais uma declaração mentirosa. Não qualquer garantia de que o retorno desse imposto possa tirar o Brasil do abismo. E bobo é quem se fiar na afirmação da presidenta de que Leyy está garantido no ministério. A maior parte dos analistas apostam em sua saída antes da virada do ano.

ACIMA DA RAINHA

Dilma2A demonstração clara de que o desrespeito com o cidadão-contribuinte-eleitor está chegando ao nível do intolerável foi a revelação de que Dilma Roussef de que os brasileiros pagam, com seus impostos, despesas da presidente que superam o dobro do que custa para os ingleses a corte da rainha Elisabeth. Vai ver é porque os brasileiros são mais ricos do que os cidadãos britânicos e vivem, mesmo com a crise, no chamado céu de brigadeiro.

OLHO VIVO

olho-azul-grandeFonte que conhece profundamente os meandros da máquina governista comentou com o colunista no último domingo: “Se os órgãos de controle externo tiverem interesse em olhar com lupa a terceirização de serviços no governo (e outras instituições do estado) vai descobrir um dos grandes vazadouros de dinheiro público para a corrupção”. Deveria merecer maior atenção o segmento da alimentação. No nível municipal deveria passar pela lupa do “controle externo” contratos milionários no segmento da sinalização de trânsito.

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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