Em Linhas Gerais

Prefeito Hildon Chaves explica que reeleição é tema que só será analisado em 2020 – Por Gessi Taborda

MUDANÇAS

O prefeito Hildon Chaves retornou de Brasília onde esteve nessa semana percorrendo mais uma vez ministérios do governo Bolsonaro animado com os resultados de seus encontros na viabilização de recursos para vários projetos de mobilidade na capital dos rondonienses.

Máquinas e homens estão em plena atividade em bairros da periferia e esse frenesi de obras vai ser ampliado a partir de agora em praticamente toda a cidade possibilitando a implantação de asfalto em áreas esquecidas por décadas pelas gestões municipais anteriores e também obras de embelezamento urbano, além das voltadas para a drenagem de áreas mais castigadas com alagamentos na época das chuvas.

EMPRÉSTIMO

As tão desejadas mudanças serão possíveis pelo empréstimo de 75 milhões de reais junto à CEF, já devidamente autorizado pela Câmara dos Vereadores. O prefeito está otimista com as realizações que irão ocorrer na cidade nesse segundo semestre, “será como uma aplicação de adrenalina no desempenho da gestão”, disse o próprio Hildon lembrando “até o final” do seu governo boa parte dos compromissos de campanha estarão definitivamente resgatados.

AGORA NÃO

Para recuperar as finanças do município de Porto Velho o governo de Hildon Chaves precisou atuar de forma incansável no meio jurídico, político e financeiro para evitar o estrangulamento municipal, diante da incomensurável dívida representada por precatórios herdados das gestões passadas.

Obtido o resultado positivo na proteção das finanças municipais, livrando o município da bancarrota e criando as possibilidades de conseguir recursos para o ambicioso plano de obras capazes de mudar a fisionomia da cidade, Hildon bem que poderia anunciar já um plano político para o próximo ano. Só que o prefeito deixou claro ontem “que a reeleição” é a sua menor preocupação nesse momento.

DEMANDAS

Agora toda a estrutura municipal está comprometida no atendimento das demandas de todos os bairros da cidade. O prefeito atua nesse momento, como disse, no sentido de proteger e melhorar a vida dos moradores dos bairros mais esquecidos,

O cronograma inclui ações de asfaltamento, drenagem, meio fio e reforço no fornecimento de serviços essenciais, como iluminação pública, educação e saúde.

A prioridade é consolidar a gestão atual como a que mais realizou à frente da prefeitura. Sobre a sucessão o prefeito pretende se posicionar apenas no próximo ano.

MASMORRAS

Tragédias em presídios tornaram-se rotina no Brasil. Rondônia já assistiu a espetáculo de barbárie semelhante ao de Altamira (PA), em passado recente. Uma fonte do segmento de segurança pública disse à coluna que o sistema penitenciário rondoniense não está livre de outros acontecimentos dantescos desse tipo. A segurança nos presídios é deficitária em recursos de toda ordem, inclusive humanos.

Aqui também, disse a fonte, os presídios estão entregues a facções que se digladiam. As carnificinas não se devem ao acaso nem constituem exclusividade dos estados situados no Norte do país. A situação do sistema prisional de todo país é caótica.

FACÇÕES

Diante do quadro caótico, facções se formam e ganham força. As condições degradantes do encarceramento não permitem a ressocialização do delinquente. Pior: profissionalizam-no. Não por acaso, criou-se o chavão de que as cadeias são as universidades do crime. A superlotação é agravada pelo exorbitante número de presos provisórios — nada menos de 41,5% do total, segundo cálculos do CNJ. Quase metade dos encarcerados está atrás das grades sem condenação.

MUITO BOM

O estado de Rondônia está sendo aquinhoado com excelentes notícias dadas pelo próprio presidente da república, Jair Bolsonaro. Recentemente o presidente brasileiro reafirmou, num evento em Manaus, sua disposição de recuperar a rodovia que liga o Amazonas a Rondônia, aspiração de décadas dos rondonienses.

E ontem, no evento em que participou em Goiás do ato em que se concedeu a concessão da Ferrovia Norte-Sul, em Anápolis, o presidente aproveitou o momento para elogiar a postura do presidente Evo Morales, da Bolívia, que se comprometeu a “criar a estrutura necessária aduaneira” na fronteira com Guajará-Mirim.

A crescente importância das fronteiras brasileiras no corredor do tráfico internacional de drogas no qual o Brasil está se transformando mais do que justifica essa decisão inédita dos dois presidentes, decisão essa que impactará positivamente toda a região do Vale do Guaporé.

CENSO

Na quarta feira um recenseador do IBGE passou em minha casa. Foi atendido pelo meu filho, o dr. Aldrin Willy Mesquita Taborda. Foi uma entrevista rápida e com perguntas óbvias. Mesmo assim achei relevante registrar esse fato aqui, especialmente porque o censo não terminou só nisso.

Em 2020 deverá ser realizado o Censo Demográfico, que ocorre a cada dez anos no país. Ao contrário do que muitos pensam, o Censo não é só contar pessoas. Além da contagem, diversas informações são colhidas durante este processo, que são fundamentais para estudar e acompanhar a evolução da sociedade, e permitem a realização de inúmeras pesquisas nacionais e internacionais. O Censo é fundamental para a elaboração de políticas públicas no país, e podermos verificar em que sentido estamos caminhando.

AUTOR: GESSI TABORDA –  JORNALISTA  –  COLUNA EM LINHAS GERAIS

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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