Em Linhas Gerais

O prefeito de Porto Velho não vai alimentar factoides sobre a sucessão – por Gessi Taborda

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Alguma coisa anda muito errada no governo rondoniense quando se trata de captar recursos da iniciativa privada para o nosso estado. Quer um exemplo do que falamos aqui: primeiro vamos colocar que Porto Velho (e praticamente toda Rondônia) é uma cidade onde o sol está presente na maior parte do ano. Mas não é aqui que tal dádiva da natureza serve para atrair capital produtivo.
São José do Belmonte é uma cidade com 30 mil habitantes no sertão pernambucano. Uma empresa espanhola escolheu-a para implantar a mais importante usina de energia solar do Brasil. O empreendimento vai gerar, no período de implantação, mil empregos, inclusive para técnicos de alta renda. Após a implantação vai abastecer um milhão de domicílios. Um empreendimento desse porte poderia ser aqui, se tivéssemos gente capaz para atrair investimentos para Rondônia.
RISCO
Andei recebendo reclamações de que ainda há muitas dificuldades para se abrir uma empresa no estado rondoniense, devido a enorme burocracia existente. Não é de hoje que a excessiva burocracia vitima pequenas e grandes iniciativas do setor privado por aqui.
Sem liberdade econômica o Brasil será varrido do mapa dos investimentos externos. O mesmo vale para os estados, como Rondônia, onde a liberdade econômica é escassa e acaba incentivando a corrupção com o surgimento de feiticeiros especializados em vender facilidades.
FACTOIDES
Tranquilizo leitores preocupados com o relato da última coluna, dando conta de que o prefeito Hildon Chaves só pretende falar de reeleição no próximo ano. Muitas pessoas interpretando isso como uma decisão antecipada do prefeito de não participar do próximo pleito.
Mas não é nada disso. Hildon tem uma personalidade muito responsável e não age como alimentador de factoides. Ele não pretende cair no jogo das provocações dando declarações sem levar em conta o bom senso, apenas para atender o desejo de grupos que representam a si mesmo e não aos interesses do município da capital rondoniense.
SERENO
O governo do atual prefeito faz o maior esforço para dar à Porto Velho o ambiente sereno, consequência da árdua batalha de desmontar tudo aquilo feito de errado nas gestões passadas. Hildon tem plena consciência de que sua vitória nas eleições passadas aconteceu pela decisão de uma população cansada e até revoltada com os anos de catástrofe promovida especialmente pelo lulopetismo, quando a prefeitura passou a ser conhecida como a “Caverna de Ali-babá”.
E assim, antes de falar em sucessão, Hildon entende tem de continuar dando curso à sua própria diretriz de conserto ou desconserto de tudo o que estava errado nas praticamente duas décadas em a administração estava perdida.
NO RALO
Graças à determinação do advogado Caetano Neto, uma denúncia muito séria foi levada ao conhecimento do Ministério Público, tendo como pivô central um vereador de Porto Velho, Sandro Carvalho, que se intitula pastor evangélico.
Segundo o advogado, que é presidente da Associação de Defesa da Cidadania, o vereador portovelhense citado, sem demonstrar nenhum pudor em relação ao gasto do dinheiro público, andou promovendo uma farra nos gastos pagos na Câmara Municipal com o dinheiro do contribuinte. São milhares de reais jogados no ralo!
ABSURDO
No mês de junho o tal vereador pastor teve uma verba indenizatória R$ 15.148,27. Só para combustível no mesmo mês de junho o vereador apresentou uma despesa de R$ 6.498,27. Um inegável absurdo, levando-se em conta que esse volume de combustível serviu para abastecer apenas um veículo alugado para o vereador.
De acordo com o advogado Caetano, há um claro indicativo de que o dinheiro público torrado em combustível pelo vereador é apenas uma maneira encontrada para reforçar o próprio salário do edil e enganar os órgãos de fiscalização dos gastos da edilidade.
PENTE FINO
Desde que desencadeou a Operação Pente-Fino este ano, o governo já cancelou 170 mil benefícios tidos como fraudulentos do INSS. Essa é uma das ações que estão em andamento para passar o país a limpo. Mas para as quais pouco destaque é dado na grande imprensa.
MARCA
Mas a visão prioritária para a área da pavimentação das ruas da capital é uma das melhores marcas do atual governo de Hildon Chaves.
A MÍDIA
A matança ocorrida dentro do presídio em Altamira é tratada pelo pessoal dos direitos humanos e por parte da grande imprensa como “massacre”, querendo jogar a conta do que aconteceu nas costas do governo. Isso mesmo com especialistas mostrando que o que houve naquele presídio foi um confronto de facções rivais que ocupavam pavilhões separados e que, por algum motivo, os membros de uma delas resolveram invadir o espaço de outra. Não houve um tiro de policial ou de agente penitenciário. Mataram-se entre si.
TSKTSK
Estima-se o “doleiro dos doleiros” preso em São Paulo na semana que passou lavava dinheiro, muito dinheiro para cerca de 500 pessoas, entre políticos e empresários, em paraísos fiscais. Haverá alguém de Rondônia no rol de seus “clientes”?
BESTEIRA
Bolsonaro acha bobagem ter aula e exame para tirar carteira de habilitação. Também acho. Hoje os instrutores ficam mais preocupados em ensinar você a dar seta do que dirigir.
PIZZA
O processo de Confúcio Moura (agora senador) em relação ao escândalo dos empréstimos consignados está na 2ª Vara Criminal. Vai ter consequência ou vai virara mais uma enorme pizza?

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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