Direto de Rolim

Prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), mais uma vez deu demonstração de como tratar a coisa pública gerando economia para a Capital do Café – Por Fernando Garcia

Não deu
Com a votação do STF contrária ao ex-governador Ivo Cassol, que pretendia ser candidato nas eleições deste ano, o quadro político no Estado mudou completamente, uma vez que o nome de Cassol, estava sendo bastante ventilado pelo seus apoiadores, seguidores e admiradores. Resta saber agora, se Ivo Cassol, pretende ser coadjuvante de algum desses grupos políticos que busca o assento da cadeira número um do Estado. A essa altura dos acontecimentos, a sua irmã a deputada federal Jaqueline Cassol, que vem mantendo sua pré-candidatura ao Senado Federal, poderá até manter diálogo com o ex-senador Expedito Júnior e, de acordo as conversações, poderá um dos nomes sair candidato ao Governo de Rondônia, fazendo uma dobradinha ao Senado. Expedito e Cassol, já fizeram parcerias que duraram treze anos, sendo rompidas em 2010, quando o ex-governador João Cahúla, saiu a reeleição com apoio de Cassol, e foi ao segundo turno, sendo que Expedito Júnior, liderava as pesquisas de opiniões, sendo atrofiado no meio da campanha do primeiro turno pela Lei da Ficha Limpa.

Amigos a parte
Decorridos doze anos depois de estarem distantes politicamente, existe grande probabilidade de ambos manterem diálogos em busca de espaços políticos que possa envolver Jaqueline e Expedito, pois, como dizia meu velho pai, a política de hoje não é mais somar e sim a arte de multiplicar e quem puder salta mais. Olhando por esse prisma, para alguns combinados deve causar certos receios, mas, infelizmente no campo da política tem que estar preparado para os embaraços e desembaraços, para que possa alcançar os resultados positivos para o que se propõe. Infelizmente na política existe o famoso pulo do gato e, foi exatamente isso que o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, aplicou sobre seu artífice no mundo da política, articulando toda a operação de forma sorrateira dificultando e minando mais ainda a situação de Expedito Júnior, na capital do Estado, onde exatamente Expedito sempre teve dificuldades de furar o bloqueio.

Governo articulador
Todas essas articulações para atrair o prefeito Hildon Chaves, sem dúvidas são méritos dos articuladores do palácio Rio Madeira, que foram preponderantes para buscar apoio na candidatura à reeleição do coronel governador Marcos Rocha, lógico, não desmerecendo a impetuosidade do governador em querer se manter no governo por dois mandatos consecutivos, assim como Cassol e Moura, fizeram. O que causa polêmica sobre o afastamento de Hildon Chaves, de Expedito Júnior, foi a forma de agir, embora a proposta governamental de Marcos Rocha, em estender às mãos para à administração municipal foi o que pesou na balança, mais tinha por obrigação como velhos companheiros, conversar sobre as propostas recebidas. Todos esses dissabores políticos que Expedito Júnior, está passando, foi por não ter tido coragem de definir a composição de sua chapa ainda em 2018, quando tinha o então vereador saudoso pastor Edésio, da igreja universal como seu vice, preterido por Maurício Carvalho, que não quis bater chapa com Laerte e Fúria, resultado, a campanha naufragou por falta de habilidade política, dando mais importância para uma candidatura de deputado estadual, sacando pastor Edésio e aproveitando Maurício de Carvalho, não pensando na candidatura majoritária que era a dele de governador que sacramentaria no primeiro turno com o apoio da igreja Universal.

Sabor amargo
Os analistas políticos de Rondônia, tinham certeza de que o prefeito não renunciaria ao mandato para se aventurar numa caminhada sem nenhuma consistência política no interior do Estado, como gozava de incentivo por parte de Expedito, que tinha interesse em demasia para anexar também sua candidatura ao Senado, o que sem dúvida conciliava seu nome em todos os graus na cidade portovelhense o que pavimentaria bastante para sua caminhada rumo a capital federal, na Casa Maior. Ao que tudo indica, que Expedito Júnior, não fez boa leitura da endrômina política dos Carvalhos, que sentiram o recuo de Hildon Chaves em não renunciar, perdendo a oportunidade de ser o mandatário de Porto Velho, através do vice-prefeito, Maurício Carvalho, onde a família serelepe juntamente com Hildon, participaram dos atos que culminaram na aproximação de Hildon ao palácio Rio Madeira, dando uma sorrateira no antigo parceiro do (PSDB).

Faltando reconhecimento
A Câmara de Vereadores de Rolim de Moura e a Prefeitura, precisam corrigir suas falhas no quesito homenagens as pessoas que colaboraram muito de uma forma ou de outra, quando o município ainda era um pequeno povoado de Cacoal. Recomendaríamos aos nobres edis e ao prefeito municipal, que procurem saber os nomes dessas pessoas que tanto contribuíram para o engrandecimento dessa cidade, nos momentos cruciais para se tornar a capital da Zona da Mata. Foram pessoas que há mais de 40 anos deram sua parcela de contribuição, enfrentando todas às adversidades do tempo e, até hoje não existe um órgão público sequer com os nomes desses verdadeiros desbravadores e trabalhadores que tanto contribuíram para edificar esse município. Foram pessoas que deixaram um legado exemplar em diversas áreas, como o escritor João Lopes, a primeira professora Enildes do Carmo Lopes, professor em linguística doutor Francisco Moreira, professor Orestes Zivieri, professora Raimundinha, dona Benta e outros que nos fogem a memória. Por incrível que pareça, o teatro municipal, que recebeu o nome de Verônica Francisca, os prefeitos esqueceram de destacar o nome da homenageada na frente ou aos lados que ficam as ruas Guaporé e Florianópolis, onde ficaria bastante visível.

Movimentação política
A presidente do (MDB) da executiva municipal de Rolim de Moura, Albertina Marangoni, começou a mobilizar o partido com vistas às eleições 2022, fazendo uma reunião no dia 10 de março nas dependências da Loja Maçônica “Acácia D’Oeste” localizada no bairro Boa Esperança, onde contou com a presença de dezenas de convidados e simpatizantes da agremiação partidária. Embora as pautas traçadas no local foram praticamente assuntos pertinentes a região e em especial a Rolim de Moura, a presença do deputado estadual Jean de Oliveira e do deputado federal jaruense, Lúcio Mosquini, o encontro serviu para delinear as ações a serem implantadas na capital da Zona da Mata, ainda no decorrer desse ano. O deputado federal Lúcio Mosquini, explanou para o público presente, que tem sido solidário as ações do presidente da República e, quer traduzir isso em benfeitorias para o Estado de Rondônia, e que Rolim de Moura, será o alvo dessas contemplações afirmou o parlamentar que está em seu segundo mandato consecutivo. Já o deputado estadual Jean de Oliveira, garantiu apoio incondicional ao prefeito Aldo Júlio, em suas ações em prol de Rolim de Moura, dizendo que essa parceria vai ser mantida enquanto perdurar seu mandato, independentemente, ressalvando que possui compromissos com a comunidade rolimourense e, que as portas do seu gabinete estarão sempre abertas.

Atitudes benéficas
O prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), mais uma vez deu demonstração de como tratar a coisa pública gerando economia para a Capital do Café, quando através de emenda parlamentar do deputado federal, Expedito Neto, o prefeito conseguiu aquisição de cinco carros com especialidades para coleta de lixo, que com certeza vai gerar uma economia estupenda para o cofre municipal. São atitudes louváveis como essas, que outros prefeitos da região deveriam seguir, principalmente o prefeito Aldo Júlio, que vem mantendo um contrato absurdo de outra administração quem já culminou até em prisão, entretanto, ao que tudo indica, continua tudo como dantes, parecendo que está complacente com os valores cobrados pela empresa que continua prestando os serviços de forma normal com preços exorbitantes. O prefeito deveria reivindicar do deputado federal Lúcio Mosquini, e o senador Confúcio Moura, ambos do quadro do seu partido (MDB), e propor a eles que Rolim de Moura, precisa desses recursos para aquisição de frota própria, assim, sobraria muitos recursos, para investir em outras fontes carentes do município.

Vamos aguardar
À administração do prefeito Aldo Júlio, de início venha caminhando de forma razoável e com muitas promessas por parte do governador Marcos Rocha. Na verdade, a avalanche de promessas era para construção asfáltica, que de uma hora para outra mudaram tudo o que prometeram e, passou a ser exclusivamente recapeamento asfáltico em pontos que realmente não eram necessários. Os pontos mais delicados da cidade onde o asfalto está todo esfarelado, a equipe do governador parece que está com uma venda nos olhos, não quer enxergar, por outro lado o prefeito não bate de frente para dizer onde é preciso fazer as melhorias que tanto a população reclama. A população espera que após o período chuvoso, o governo faça o que prometeu que era dezenas de asfalto em todos quadrantes do município, mas até agora só tem visto a máquina melosa só no centro da cidade, desconhecendo outras ruas e avenidas da cidade, principalmente os bairros como São Cristovão, Olímpico, Boa Esperança e outros onde os moradores clamam por socorro.

Muito trabalho
Rolim de Moura está praticamente arrasada em decorrência das chuvas incessantes, que caíram sem parar desde janeiro. Sem dúvida o prefeito Aldo Júlio, vai ter que pensar num projeto de quase reconstrução do município tanto na área rural quanto no setor urbano. Como o governador tem prometido muito e confirmado pelo próprio prefeito, que o coronel Marcos Rocha, é o cara, vamos aguardar primeiro assim que findar o período das águas, que tem tudo para chegar ao fim depois da famosa chuva de São José. Como salientou o prefeito Aldo Júlio, no encontro da executiva municipal do (MDB), parece que todos os santos se aliaram a São Pedro, para soltar bastante água sobre Rolim de Moura, resultado de muitas pontes e bueiros levados pelas fortes correntezas causadas pelas constantes chuvas. Para arrumar a cidade de Rolim de Moura, o prefeito tem que contar mesmo com a ajuda do governador, através do DER, para fazer os serviços de limpeza no estilo mutirão, cascalhar vários bairros que estão intrafegáveis e sobretudo passar o rolo compressor, como fez o então prefeito Ivo Cassol, na sua primeira gestão em de Rolim de Moura.

AUTOR: FERANDO GARCIA –  COLUNA PORTA ABERTA –  DIRETO DE ROLIM

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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