Direto de Rolim

Prefeito Aldo Júlio, a partir do ano que vem deverá ter foco nas questões dos córregos que cortam a cidade de Rolim de Moura

Indecisões dos postulantes

Falta menos de um ano para as eleições e, a maioria dos pretensos candidatos continuam surfando na maionese não sabendo que rumo vai tomar. A luta dos pretensos candidatos nesse momento, não é articular uma candidatura a uma provável vitória, como no passado recente onde praticamente em seus cálculos já tinham noções de um resultado amplamente palpável e seguro. Hoje, a situação é totalmente inversa das eleições anteriores, pois quem é presidente de agremiação política pode sofrer a rasteira a qualquer instante, portanto, nessas eleições quem tem que ficar esperto não é somente o eleitor, o candidato tem a grande missão de ficar de olho, no padre, na missa e nos fiéis.

Arranhões políticos

O ex-senador Expedito Júnior, que por muitos anos comandou o (PSDB), desde o ano passado não pertence mais as fileiras do partido, aliás, desde que a deputada federal, Mariana Carvalho, assumiu a presidência do partido no Estado, pequenos desentendimentos culminaram com o pedido de desfiliação do ex-senador, que se sentia desconfortável dentro da agremiação que lhe acolheu por mais de uma década. Sempre se declarando que é pré-candidato ao Senado Federal, Expedito Júnior, sonda um partido para que o acolha para a disputa eleitoral do ano que vem, embora, muitos articulistas enfatizarem que ele já possui guarida certa no (PSD), onde o filho dele é o presidente regional, existe especulações de que Expedito Júnior, vislumbra a possibilidade de conseguir um outro partido na condição de presidente regional.

Meio milhão

O prefeito Aldo Júlio, fez muito bem, quando fez questão de trazer in loco o ex-deputado federal Luiz Cláudio, para observar à abertura do córrego onde vai ser construída uma ponte de aço e concreto, na rua Porto Velho, bairro São Cristovão, local onde já causou diversos acidentes com motoqueiros e ciclistas. Na verdade, acerca de mais de vinte anos tentaram fazer uma galeria, que inclusive ficou abandonada sem concluir os trabalhos. A emenda foi de autoria do então deputado federal, Luís Cláudio, só, que o valor de 500 Mil Reais, para fazer aquela obra está considerada muito alto o valor, bem que poderia aproveitar e fazer o manilhamento pegando da Jamari até desaguar dentro do córrego. Essa rua Porto Velho, tem que ser priorizada com asfalto da Urupá até a Rio Madeira, onde há vários anos os moradores clamam pelo asfalto. Infelizmente a prefeitura não gosta de priorizar onde existem logradouros públicos e, em todo esse trajeto existe o colégio Carlos Drumont de Andrade e a Unisp, locais que deveriam ser contemplados com o asfalto, o que facilitaria para os alunos que chegam ao colégio principalmente no período noturno, pois o barro em dias chuvoso é um problema que aflige a comunidade estudantil.

Priorizar

O prefeito Aldo Júlio, a partir do ano que vem deverá ter foco nas questões dos córregos que cortam a cidade de Rolim de Moura, pois, somente as operações de limpezas durante o seu mandato, vai cometer os mesmos erros dos gestores que sucederam o então prefeito Ivo Cassol. O prefeito e a Câmara de Vereadores, tem que se desdobrar para buscar emendas que possibilitem fazer os serviços de canalizações, uma vez que os moradores já sofrem com a ausência de saneamento básico, onde Rolim de Moura, perdeu vários milhões pela desastrosa administração do ex-prefeito Sebastião Ferraz, seu colega de partido. A busca incessante de recursos para canalização dos córregos, vai evitar o desperdício de dinheiro todos os anos, sem falar, na melhoria de qualidade de vida da população, que vai esvaziar a combalida rede pública de saúde, que diminuirá sensivelmente uma gama de doenças, principalmente a dengue, chikugunya e outras.

Correndo frouxo

Nós ainda não vencemos o Covid 19, continuamos expostos a essa doença terrível que continua assolando o mundo, embora, as autoridades através de jeitinhos estão frouxando as recomendações, de que é preciso continuar cumprindo os protocolos. Em Rolim de Moura e Cacoal, está valendo tudo e, por conseguinte o aumento desenfreado de casos de Covid 19, com a conivência das autoridades que estão permitindo festas em demasia com alto índice de aglomeração, o que volta a afetar a vida de todos, apesar que muitos já receberam a segunda dose, não estão livres de ser afetados novamente pelo vírus. Começando pelo retorno às aulas, faltando apenas poucos dias para o encerramento do ano letivo, também é desnecessário nesse momento, podendo muito bem aguardar para o próximo ano, evitando assim novos casos do Covid 19, para estudantes e professores, principalmente para as crianças que ficam mais expostas diante das suas inquietudes.

Cuidado

Administração pública tem que atender as exigências da Lei, não ao contrário, como está acontecendo em Rolim de Moura, onde a administração municipal atropela de forma acintosa os requisitos que formam o princípio da Legalidade. Acontece que existem muitas contratações cruzadas de, que foram contratadas por força de “nomeações”, os chamados cargos comissionados cujos privilegiados possuem até três membros da própria família, trabalhando no município de Rolim de Moura, o que pode acarretar sérios problemas para o prefeito Aldo Júlio. Acredito que esse aviso sirva para alertar o prefeito, que pelo que se observa demonstra que deverá almejar futuras candidaturas, até mesmo a reeleição, que sem dúvida faz parte de quem está no comando, mas, para que isso aconteça, precisa ter os devidos cuidados para não causar sérios aborrecimentos jurídicos, começando pela devolução dos valores pagos pela prefeitura.

Lambanças partidárias

Alguns eleitores atrelados ao ex-senador Expedito Júnior, chegam até a conclusão que ele indo para o (PSD), estaria devidamente seguro quanto a questão financeira, que é um montante satisfatório distribuído pelo partido para alavancar sua candidatura e demais componentes. Acontece, que acumular dinheiro nunca ouvir dizer que faz mau, o que sem dúvida, em outra agremiação partidária como timoneiro, sua campanha ficaria bastante alicerçada com reforços também vindos do (PSD). De qualquer forma sua candidatura não depende de terceiros, uma vez que ela encontra bom suporte e agasalho dentro do ninho familiar, com boa dosagem financeira, para bater de frente com outros candidatos que também gozam das mesmas condições, como presidentes de partidos no Estado. Essas questões partidárias estão muito melindrosas, onde os próprios caciques de nível nacional, não estão se entendendo e vão protelando as respostas nas regionais estaduais, tudo virou uma incógnita política.

AUTOR: FERNANDO GARCIA –  COLUNA PORTA ABERTA

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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