Direto de Rolim

Em Rolim de Moura, nomes que estavam estacionados na política, começam a ser ventilados para uma pretensa candidatura nas eleições ano que vem – Por Fernando Garcia

Espinheira

A prefeitura de Rolim de Moura, através da Semosp, deveria agilizar o mais rápido possível as operações tapa buracos, para evitar o rigoroso inverno amazônico prestes a começar. Ainda são muitas ruas e avenidas que carecem de atenção, principalmente a Tocantins em diversas quadras ao longo de sua extensão, entre a 25 de Agosto até a Maceió, o asfalto não existe mais já virou farelo e, as crateras estão engolindo carros de pequeno porte. Na Guaporé, da Natal a Cuiabá, também precisa de um trabalho bem feito, pois, ao longo dos anos foram feitos serviços a grosso modo. É preciso que seja feito um trabalho de análise de solo com drenagem, lastro de pedras e drenos são essenciais para receber uma camada de material de boa qualidade, do contrário, só gastança de dinheiro público e os problemas continuarão entra ano e sai ano, como diz a música do cantor e compositor sertanejo, João Gomes de Almeida, o Dalvan.

Pedido de limpeza

Muitas reclamações de moradores onde os córregos passam em frente as suas residências, estão com medo do período chuvoso que começa agora em meados do mês de novembro. O serviço de limpeza até momento está sendo adiado, o que pode comprometer bastante a vida dos moradores que margeiam a beira dos córregos e, clamam por melhorias temendo enchentes, uma vez, que o mato já tomou de conta das laterais bem como do leito dos igarapés. Muitos também reclamam de que certos alguns moradores jogam todo tipo de lixo dentro dos igarapés, como fogões, sofás, geladeiras e outros pertences, o que facilita ainda mais para entupir as galerias e bueiros não dando vazão para o volume d’ água quando começar a chover.

Retornando

Em Rolim de Moura, nomes que estavam estacionados na política, começam a ser ventilados para uma pretensa candidatura nas eleições ano que vem. A coluna recebeu informe de fonte segura, que a ex-prefeita, ex-deputada estadual, Mileni Mota, recebeu convite do ex-governador Ivo Cassol, para ser candidata a deputada estadual pelo (PP), sendo que ela teria aceitado o convite. A última candidatura de Mileni Mota, foi em 2010, ficando naquela oportunidade como suplente, de lá para cá, fez direito e está exercendo as atividades como advogada. Apesar de onze anos fora da vida pública, possui muita experiência política embora, os moldes de se fazer campanha política hoje, mudou completamente aos de uma década atrás. Mas sem dúvida ainda é um nome bem lembrado, que qualquer candidato a cargo majoritário terá um bom suporte eleitoral, para as eleições vindouras de 2021.

Nome bom

Por falar em eleições vindouras de 2021, dificilmente Rolim de Moura, ficará sem um representante na esfera legislativa estadual. O último deputado estadual foi em 2010, quando reelegeu Luíz Cláudio, portanto, Rolim de Moura já está com duas eleições sem eleger um representante, o que está fazendo bastante falta para o município. O médico dr. Luis Ferrari, que saiu candidato na eleição passada, mas por questões jurídicas sofreu um grande baque na sua candidatura, é tido como provável representante de Rolim de Moura, no parlamento estadual. Mesmo não obtendo êxito na candidatura de 2018, Dr. Ferrari, obteve uma excelente votação e, não parou com seus atendimentos através da sua Associação, para milhares de pessoas carentes em toda região da Zona da Mata, com serviços de especialidades que nem mesmo a rede pública de saúde oferece, dado sua demora no atendimento.

Nomeações

A Câmara de vereadores de Rolim de Moura, há muitos anos não lança um candidato a deputado estadual e, tem tudo para se repetir mais uma vez. Geralmente falta união entre os próprios nobres colegas em escolher um para sacramentar o apoio, acontece, que a maioria dos parlamentares mirins, já fazem seus compromissos com antecedência ou após as eleições, geralmente nomeando um familiar para assumir uma assessoria do parlamentar na assembleia legislativa. As nomeações geram em torno de mais de dois salários mínimos e, não precisa de ter exigências de cursos ou coisas que o valha, nem tampouco um escritório de representação política, que deveria ter.

Mercado municipal

Virou moda na capital da Zona da Mata, deputados investirem em construções de feiras livres, quando na realidade a cidade precisa é de um mercado municipal, onde geralmente são lugares de referências em qualquer cidade de médio porte em diante. Pois é, a cidade agora passou a ser um canteiro de construções de feiras livres, embora, a maioria dos feirantes não tem os seus produtos oriundos de seus plantios, ou seja, não são chacareiros. Está na hora da administração pensar alto e, conseguir recursos para construir um mercado municipal, basta visitar algumas cidades do Nordeste, como Vitória da Conquista na Bahia, Caruarú em Pernambuco e outras, logo verás como funciona a venda de gêneros alimentícios bem como a praça de alimentação, onde o café da manhã é frequentado por diversas famílias e, ponto de referência de uma cidade.

Densidade eleitoral

Em que pese o trabalho desenvolvido pelo senador Marcos Rogério, como grande defensor do presidente Bolsonaro, na CPI do Covid 19, e outros nomes em evidência, como o do prefeito de Porto Velho, dr. Hildon Chaves e Leo Moraes, nomes cobiçados para disputarem o Governo do Estado, e o atual governador Marcos Rocha, nas eleições do ano que vem, o nome do ex-governador Ivo Cassol, mesmo com todas as intempéries ainda pesa no contexto político de Rondônia. Ainda que se faça algumas abreviações, quando se cogita um nome para o Governo de Rondônia, Ivo Cassol, soa como nome de proa em diversas partes do Estado, evidenciando assim, que é um nome de peso eleitoral para disputar as eleições em 2022. As declarações do ex-governador Confúcio Moura, foram bem claras, quando diz que se Ivo Cassol, sair candidato ele não pretende vislumbrar sua candidatura. Especialistas da área, afirmam que Cassol, dobrará os votos que teve em outras eleições, na capital Porto Velho, o que deixa praticamente em situação confortável para carimbar o passaporte pela terceira vez como governador de Rondônia, posto, que seu reduto inquestionável é o interior do Estado.

Posicionamentos

São vários pré-candidatos ao Senado Federal em Rondônia, sendo que dessa vez existe apenas uma vaga para a casa maior. Em decorrência do novo modelo eleitoral, quase não se escuta alguém dizer que será candidato a deputado federal, nem mesmo os que já estão no cargo se intitulam que serão candidatos à reeleição, cuja demonstração é nítida em seus silêncios. O ex-governador Ivo Cassol, é o único pré-candidato ao Governo de Rondônia, que vem tendo a coragem de expressar que pretende governar o Estado pela terceira vez consecutiva, impondo sua palavra todo instante sem retroceder, enquanto, a maioria dos que se dizem candidatáveis, não conseguem nem arriscar o que ele mesmo pretende, diante de tanto emaranhado criado pela reforma eleitoral, onde foi promulgada as novas regras. Ex-senador Expedito Júnior, também vem mantendo-se a mesma postura adotada por Ivo Cassol, onde afirma categoricamente que sua vocação para as eleições do ano vindouro, será para o Senado Federal, postulação e posicionamento que por sinal lhe ajuda bastante, diferente de outras oportunidades em que ele decidia na hora do amém.

AUTOR: FERNANDO GARCIA –  COLUNA PORTA ABERTA –  DIRETO DE ROLIM

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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