Em Linhas Gerais

Porque a paralisia de inquéritos e outros procedimentos na esfera do judiciário contra Confúcio e seu grupo?- por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Façamos da interrupção um caminho novo. Da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura um encontro!”. FERNANDO SABINO (1923/2004), escritor brasileiro.

 ENLOUQUECIDOS

A prisão do prefeito Rover, de Vilhena, apenas reforça a lamentável ideia de que boa parte dos políticos rondonienses está enlouquecida, dominada pelo desejo do enriquecimento fácil, sem levar em consideração as consequências, acreditando ora na impunidade da Justiça, ora na leniência do eleitorado.

Roubar o dinheiro público tornou-se uma praxe comum até mesmo nas comunidades sem qualquer expressão que não passam, no mapa do estado, de meros “cagadinhos” de mosquito, difíceis ser vistos até com lupa.

Vilhena está jogando no lixo todas as possibilidades que sempre teve de ser um município que pudesse orgulhar os rondonienses.

 ENFEITIÇADO

Seu povo parece enfeitiçado pelas manobras utilizadas por políticos corruptos para mantê-lo refém ao longo dos anos de clãs que não ficam devendo nada para a “cosa mostra”.

Afinal, não foi o que mais uma vez aconteceu nas eleições de outubro? Até parece que a cidade faz tudo para disputar o grande premio da corrupção rondoniense.

Que a Justiça, dentro dos preceitos legais, aplique penas ainda mais duras do que as aplicadas ao clã Donadon, objetivando libertar a cidade de tantos Ali Babás que agem impunemente, usando o poder político e as manipulações eleitorais, mantendo-se na crista da onda, colocando a cidade no mapa nacional do roubo e da malandragem.

 ABERRAÇÃO

Ouso classificar o governo (???) peemedebista do Confúcio Moura – que vai acabar em 2018 – como uma das aberrações responsáveis por travar todas as possibilidades de desenvolvimento do estado. Existem “n” razões para se acreditar que esse governo chinfrin não cumpre seu papel constitucional, sobretudo o de fazer gestão verdadeiramente transparente.

Agora o vocábulo “aberração” do título acima simplesmente descreve a indignação de assistir a paralisia no andamento de inquéritos e outros procedimentos na esfera do Judiciário, avançando por anos sem responsabilizar o governador e seus acólitos.

 E VAI CONTINUAR?

É possível que, premiado por essa paralisia, Confúcio ainda tente continuar no bem bom da vida pública. Ele tem tudo para terminar o governo sem ser punido por escândalos de corrupção conhecidos, desde o seu primeiro mandato.

São vários rombos e desvios denunciados, especialmente em relação à Secretaria da Saúde. E depois teve a máfia da concessão de crédito consignado, montado pelo tal do Batista com apoio de parentes do soba. Até hoje isso não deu em nada. E mais recente surgiu o famigerado escândalo do também famigerado “Espaço Alternativo”.

 VEIO DO BAIXO CLERO

Como cidadão e jornalista nunca esperei grande coisa de Confúcio. Afinal, enquanto esteve na Câmara dos Deputados jamais conseguiu sair do baixo clero.

E não seria no governo, cercado de áulicos despreparados (como o próprio chefe da Casa Civil, experiente apenas como estalajadeiro) que o ex “prefeitim” de Ariquemes iria revelar o que lhe falta, ou seja, talento para governar e liderar.

Uma figura apagada no cenário político do país, Confúcio só mantem essa aura (falsa) de bom governante por “comprar”, a um custo exorbitante da publicidade paga pelo governo, a blindagem da imprensa, sobretudo da televisão e do rádio.

 A FARRA

Essa publicidade está sob o crivo de órgãos do controle externo, como o TCE e pode gerar uma profunda dor de cabeça para a agência que manipula essa dinheirama, graças a um contrato também em investigação pelo tal controle externo. Essa farra com o dinheiro público tem mantido o governante livre de críticas dos veículos mais importantes da mídia eletrônica, premiados com a parte do leão.

Os jornalistas e veículos de comunicação que não entram nesse esquema de bajulação não recebem um centavo do governo.

 GOVERNO TOSCO

É natural que um governo carente de nomes com reconhecido cabedal intelectual, com sólidos conhecimentos técnicos e currículos invejáveis seja exatamente o que é: um governo tosco. Esse é o motivo principal que leva Confúcio a tentar contornar as dificuldades econômicas de sua gestão com pacotes de maldades contra os servidores públicos.

 SALVO PELO MAURÃO

Aliás, se dessa vez o deputado Maurão de Carvalho (possivelmente para aumentar seu cacife como neo-peemedebista) não abrisse mão de parcela do orçamento do Legislativo, o tal governador com nome de filósofo estaria nesse momento enfrentando revoltas no funcionalismo estadual, de quem arrancaria o couro com mais descontos nos parcos salários dos barnabés.

 CEGUEIRA DO IPHAN

A região onde está localizado o Palácio Getúlio Vargas e a Reitoria da Unir é considerada sítio histórico da capital rondoniense. Deveria, por isso, ser motivo de plena atenção do Iphan.

Mas o órgão da administração federal que serve – no caso de Rondônia – apenas para dar emprego a quem tem padrinho forte (no passado recente só petista de carteirinha pegava a boquinha), não toma qualquer providência sobre um terreno baldio, onde antes existiu a loja da extinta Teleron.

Consta que o terreno baldio é parte do patrimônio de Emerson Castro, chefe da Casa Civil do governo. É uma situação deplorável à espera da manifestação de alguma autoridade que ainda respeite a população de Porto Velho.

 TRANSIÇÃO

Segunda feira será ponto facultativo no serviço público. Isso não vai impedir que o processo de transição na prefeitura de Porto Velho avance, segundo garantiu fonte da coluna. A mesma fonte confirmou que essa transição ocorrerá em clima amistoso. Existe, de acordo com a fonte, orientação dada por Mauro Nazif aos membros de seu governo para se abrir as contas e facilitar tudo para o seu sucessor, o prefeito eleito Hildon Chaves.

 PEPINOS

O próximo prefeito já detém, diz a fonte, informações sobre despesas e número de servidores da administração municipal. Mas tem muitos pepinos a serem descascados para se conhecer, em detalhes, questões fundamentais, especialmente em áreas como a dos transportes. O contrato do SIM está em análise no TCE, podendo gerar sérias responsabilidades ao prefeito que sai. O futuro prefeito poderá contestá-lo.

Hildon deverá também a abrir a caixa preta do segmento de propaganda e imprensa da prefeitura. Pelo que se ouve, a redação da assessoria de imprensa de Mauro chegou a ser maior do que a de veículos de circulação nacional.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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