Em Linhas Gerais

Por que as pessoas de Porto Velho sempre toleraram seus tiranos prefeitos -por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Dinheiro público é o dinheiro que o governo tira dos que não podem escapar e dá aos que escapam sempre”. Millôr Fernandes (1923/2012), pensador, jornalista, humorista e escritor brasileiro.

REALIDADE

EnergiaNeste começo de ano um dado revelador da triste realidade em que estamos vivendo: o consumo de energia caiu 10%, de acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), confirmando uma queda de 9,6% entre o dia 1° e 12 de janeiro em relação ao mesmo período do ano passado. Isso comprova recessão e incapacidade dos consumidores em arcar com os aumentos abusivos da conta de luz.

DESCONTRAINDO

PIADAEssa é a piada corrente que se ouve por ai nesse período de recesso parlamentar:

A deputada Maria do Rosário encontra Jair Bolsonaro, que está bebendo seu café no bar do Congresso. Ela se aproxima e diz: -“Se eu fosse sua esposa, colocava veneno nesse café”.

– “Se eu fosse seu marido”, responde-lhe o deputado, “beberia esse café envenenado”.

DIFICÍL DE ENTENDER

Porto VelhoPor que as pessoas de Porto Velho sempre toleraram seus tiranos prefeitos, até diante das evidências mais claras de que eles usam o poder para prejudicar o próprio povo, como acontece agora “sistema integrado municipal” (SIM) algo fácil de ser classificado como mais um truque de madame dessa malfadada “gestão 40”.

Coisa extraordinária. Demonstrando não ter qualquer receio e respeito pela população, a gestão que inventou o “SIM” primeiro colocou rodando na cidade um ônibus articulado (propaganda enganosa móvel) para levar no conto do vigário as vítimas da ilusória promessa de que o segmento do transporte, a partir da manobra emergencial, iria melhorar e muito com a retirada de cena do antigo cartel. Não aconteceu e nem acontecerá. Pelo contrário: o sistema vai ficar pior e (podem anotar) mais caro para quem anda de ônibus.

CONSENTIMENTO

Porto VelhoE até agora os milhares de usuários dessa joça não partiram para o confronto; agindo como se estivessem enfeitiçados e encantados com o dom de iludir desse prefeito incapaz de nenhum outro prodígio.

Essa situação assusta os cidadãos-contribuintes-eleitores que aspiram mudanças.

Sim, por que é esse aparente consentimento ao péssimo prefeito de hoje e aos seus antecessores de mesmo calibre que permitiu a sobrevivência do “status quo” na prefeitura ao longo de todo esse tempo, sempre funcionado como arranjo estatal para servir a quem busca riqueza desviando dinheiro público em negócios tão nebulosos como esse que pariu o tal do “SIM”.

RESIGNAÇÃO

mauroooNão há (como bem desejaria esse prefeito) e nem vai existir (a não ser na propaganda) um apoio entusiasmado a essa gestão caricata. Mas tristemente permanece entre os moradores dessa cidade esse sentimento de resignação estoica e isso ainda pode dar mais sobrevida ao regime que nos últimos anos atrasa a cidade, criando toda sorte de barreira ao seu desenvolvimento cultural, social e metropolitano.

ÁGUA NA PENEIRA

mauroooSe os chamados órgãos do controle externo continuar na mesma batida de não utilizar os freios legais contra as manobras visíveis da atual gestão com o objetivo meramente de obter dividendos eleitorais pela o exercício da embromação, a sociedade continuará sob enorme ameaça engendrada por quem ocupa o poder numa constante ação dilapidatária dos recursos públicos.

A gestão (??) de Mauro Nazif é tão implausível por si só mas não deixa de lado o caradurismo de colocar sobre si um manto de santidade e ética. É como se agora, no final da gestão, fosse capaz de até carregar água na peneira para obter apoio popular no afã de continuar mandando na prefeitura.

O PAPEL DO TCE

mauroooNesse contexto está a tentativa de contratar (isso depois de 3 anos de mandato) uma despesa milionária de segurança privada para (pasmem!) o setor de saúde, onde a própria rede física municipal é irrisória. Quem acredita piamente que por trás desse jogada não estejam interesses inconfessáveis para garantir a possibilidade de uma campanha milionária de reeleição?

Ainda bem que há no Tribunal de Contas do Estado autoridades com discernimento suficiente e coragem para impedir que a esperteza continue em cena.

EXTORSÃO

vergonhaNão são denúncias do momento. São antigas, feitas por deputados da legislatura passada, de um cenário que colocou na cadeia até o ex-prefeito (pena que por poucos dias) e tem gerado condenações no Judiciário de muitos personagens dessa novela de terror contra o erário.

A realidade é inquestionável: o sistema em voga converteu a administração pública numa máquina de extorsão, pilhagem e autoritarismo, e tudo isso visivelmente em larga escala.

EVIDÊNCIAS

vergonhaNão se deve esquecer as evidências recentes, até mesmo na novela provinciana da mudança na exploração do serviço de transporte urbano, quando surgiu a tal Ocimar, que não tinha sede, não tinha empregados e muito menos ônibus. Capítulos de um romance mafioso ainda não esclarecidos e que certamente rendeu pixulecos para quem chefia a gestão e pretende continuar no poder.

Ora, por que só agora, no final dessa gestão satânica, aparece o informe de entrega de 3 creches? Ah, então é isso: o ano eleitoral, a clara intenção de aplicar novamente sobre o eleitor a tática da embromação…

BLINDAGEM

Porto VelhoA cidade de Porto Velho continua vivendo o mesmo cenário de abandono das gestões passadas. Enquanto esse prefeito que ai está falou em “arborizar” a capital, acabou foi destruindo árvores centenárias e não plantou praticamente nada. Nem nas praças.

A cidade permanece suja, mal iluminada, sem segurança, sem equipamentos culturais e de lazer, mas o prefeito ainda se sente totalmente blindado. Talvez por isso um panfleto para sua promoção política tenha sido distribuído aos milhares na cidade sem, pelo que se sabe, ter provocado os efeitos colaterais do tipo “propaganda enganosa” ou “propaganda eleitoral” extemporânea.

VAI ACABAR

Eleicoes1Como tudo isso irá acabar? Impossível saber de antemão. Mas diante do número de pré-candidatos já reconhecidos, as perspectivas não deixam de ser animadoras. Por mais que a mídia e a classe política operem em conjunto para sustentar essa gestão caricata de um político menor e blindado diante das lambanças conhecidas, tal blindagem já foi rompida.  E esta tendência é irreversível.

Com seu voto, o povo vai mostrar que extorsão, pilhagem e autoritarismo nunca podem ser medidas moralmente aceitáveis.

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by