Em Linhas Gerais

Os vereadores de Porto Velho não tomam simancol de jeito nenhum,só faltaram convocar o Papa -por Gessi Taborda

Renúncia

confucioNão, o senhor Confúcio Moura não vai renunciar. Esse seria um ato de grandeza em favor do estado de Rondônia. Mas o governador não enxerga o óbvio: o povo não acredita mais nas suas mentiras, nos seus disfarces marqueteiros, nas promessas e no blá-blá-blá que costuma usar no blog.

Mesmo que o epílogo não aconteça no plenário da Justiça (que pode ser hoje) o seu governo c’est fini, sua gestão já era. Se quiser demonstrar amor por Rondônia deveria renunciar permitindo que o estado voltasse aos trilhos. Mais quatro anos desse “filósofo” levará Rondônia a um desastre ainda maior.

 POBRE CÂMARA MUNICIPAL

camara2Os vereadores de Porto Velho não tomam simancol de jeito nenhum. Eles parecem não enxergar que a omissão do legislativo municipal diante de fatos gravíssimos causando prejuízos ao erário, tem o efeito de um verdadeiro assalto à ética. Os vereadores possivelmente erram imaginando que como a maior vítima das lambanças da gestão municipal e da própria casa legislativa é o povo, não há necessidade de uma tomada de posição clara contra tanta irresponsabilidade.

 VÍTIMA PRINCIPAL

camara2No entanto, quando os vereadores deixam de manifestar e tomar posição diante de denúncias sobre a farra das diárias de vereadores e assessores, em viagens completamente dispensáveis (como a do presidente Bengala e seu motorista), ou com o desperdício do dinheiro público pela prefeitura; no pagamento de aluguéis de prédios sem nenhuma utilidade uso, vê-se que a Câmara Municipal de hoje é de muito pouca utilidade para o cidadão que paga impostos.

Se os vereadores usassem melhor os neurônios, descobririam que se torna a maior vítima a própria Câmara Municipal acaba se tornando a maior vítima dessa incompetência e covardia no cumprimento do papel fiscalizador do legislativo.

 COBRANÇA DO ELEITOR

camara2Se os vereadores continuarem de olhos fechados para estas barbaridades, serão responsáveis pelo mergulho cada vez mais profundo da instituição. O grau de desmoralização dessa legislatura capaz vai comprometer o projeto político da maioria da edilidade. Até parece que a maior parte dos vereadores não está nem um pouco preocupada com a as eleições do próximo ano.

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 PENEIRA

camara2E assim, imaginando ser possível tapar o sol com a peneira, os vereadores caem nos degraus do nauseante corporativismo, com as tais audiências públicas destinadas apenas ao blábláblá inútil, num verdadeiro desprezo à inteligência da opinião popular, acreditando que assim vai conseguir salvar o lado daqueles edis acostumados a se lambuzar na sujeira dos episódios mais lamentáveis da política local.

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 FALTOU O PAPA

papa-francisco-gayEsse parece ser o grande objetivo da próxima audiência pública anunciada para o dia 28 próximo. O tema do evento é passe livre no transporte coletivo. E para isso, pasmem leitores, requereram a presença do governador, do presidente da Assembleia, do Secretário de Estado da Educação, do presidente da OAB, do procurador chefe do Ministério Público e, por fim, a presença do prefeito e do secretário municipal da educação.

Ora, certamente o objetivo da tal reunião é só jogar conversa fora. Os vereadores devem saber que transporte coletivo (incluindo o de estudantes) é prerrogativa do Executivo Municipal. As autoridades do estado nada têm a ver com isso. Foram requeridas apenas para dourar a pílula. Quem sabe na próxima audiência pública os edis não convocarão também o Papa…

 REAPROXIMAÇÃO

dilma-presidente (1)Em um passo decisivo para a reaproximação com os EUA, a presidente Dilma Rousseff vai se encontrar com Barack Obama, de forma reservada, no Panamá na próxima semana, onde será realizada a 7ª Cúpula das Américas. Da reunião pode sair a definição da data da visita que Dilma pretende fazer a Washington este ano. Dilma desistiu de uma visita de Estado, a mais elevada no protocolo, e optou por uma visita de trabalho, de caráter mais informal. Se preferisse o primeiro formato, teria de esperar até 2016, já que o calendário da Casa Branca está carregado neste ano.

 TITITI DO MOMENTO

carlos_magno2Ainda tem dado o que falar a denúncia de que o ex-deputado Carlos Magno recebeu dinheiro da Lava Jato para pagar o tratamento de saúde que só foi resolvido com o transplante do fígado.

O resultado, segundo entusiastas do político (que já foi prefeito de Ouro Preto do Oeste, Secretário de Estado da Agricultura e deputado estadual), é que ele pode desistir da aposentadoria precoce da política e voltar à ribalta em 2016.

Depois que o Alex Testoni foi pego na festival de corrupção com o indigitado esquema do Espaço Alternativo (??), e curtiu juntamente com o deputado Mosquini um aperitivo no xilindró, Magno é coringa numa disputa ouropretense, de onde saiu consagrado como bom prefeito.

 ODACIR

Em Porto Velho a falta de coragem dos pretendentes ao paço de se mostrarem publicamente, faz de Odacir Soares, o principal rival dos peessebistas em 2016.

 QUINTA QUENTE

tre1Se não der xabu novamente, essa quinta-feira poderá ferver no mundo político caso o governador encontre finalmente o seu Waterloo. Entre boa parte dos políticos que não são do PMDB ouvidos ontem pela coluna, é dada como certa uma decisão que tire definitivamente o governador do cargo, como punição legal por ter abusado do poder econômico e político para vencer a reeleição. A maioria dos políticos acha que a melhor saída seria a realização de nova eleição para o comando do Executivo rondoniense.

 BOA IDÉIA

LúciaA deputada Lúcia Tereza, segundo fontes próximas ao seu gabinete, estaria pensando em apresentar um projeto de lei muito oportuno para essa época de explosão de dengue em várias cidades rondonienses. Seu projeto visa determinar ao Executivo que distribua gratuitamente repelentes para famílias de baixa renda e moradores de áreas atingidas. A proposta vai prever que a distribuição seja feita apenas nos períodos mais críticos e que exista um cadastro dos beneficiados.

 DONO VERDADEIRO

garconLíngua ferina. Um ex-assessor do deputado Lindomar Garçom acabou deixando escapar uma inconfidência enquanto bebericava uma loira gelada num boteco da cidade. O papo rolava em torno de que o povo deve ser o verdadeiro dono do mandato de quem foi eleito para representá-lo. E ai surgiu o comentário: “No caso do Garçom, o mandato é praticamente de advogados pagos para tentar livrá-lo de processos que podem terminar em cassação…” e mais não falou.

 ZELOTES

bandeiraAlgo muito parecido com a “Operação Zelotes” vai chegar a Rondônia possivelmente até meados de maio. Nomes sabidamente relacionados como grandes sonegadores do fisco estão sofrendo de insônia. Segundo fonte bem informada nesse momento os “g-mans” estão coletando provas. Pelo que se ouviu será um verdadeiro tsunami no mundo empresarial rondoniense, capaz de atingir também alguns políticos diretamente envolvidos com esse tipo de sujeira.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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