Em Linhas Gerais

Operação Platéias: “É tanto figurão precisando de um bom advogado, que já tem escritório de peso recusando cliente” -por Gessi Taborda

VELÓRIO

Federal22Aliás, apesar do clima de velório nas cercanias do governo sempre tem a turma da gozação que não perde a piada. Dizem que bons advogados de defesa estão sendo mais disputados que Papai Noel. É tanto figurão precisando de um bom advogado, que já tem escritório de peso recusando cliente. E dizem que alguns políticos precavidos já contrataram advogados porque sabem o que vem por aí. Daqui a pouco vai faltar advogado criminalista, vão ter criar uma versão tupiniquim com o nome de “Mais Advogados”.

ROENDO AS UNHAS

Federal22Bastou o inicio da “Operação Plateias”, atuando em mais uma frente de combate à corrupção no estado de Rondônia, para personagens que estavam sorrindo a bandeiras despregadas com o desfecho eleitoral no estado, começassem a perder as unhas.

Para os padrões de Rondônia, a PF federal volta a agir em cima de um rombo (até agora avaliado em 57 milhões de reais) que pode ser estratosférico, supostamente praticado com as bênçãos do próprio governador Confúcio Moura (desde 2012), para entre outras coisas, financiar a campanha eleitoral. Por uma dessas contradições da política, Confúcio conseguiu uma reeleição fácil no segundo turno. Tudo indica que o homem do PMDB começará (se começar) o novo governo sem a menor garantia de que cumprirá todo o mandato.

ESTELIONATO

Federal22A vitória de Confúcio, diante dessas revelações (muitas das quais utilizadas como munição nas manifestações oposicionistas de José Hermínio, o presidente da Assembleia) deixa claro que ele se beneficiou da falta de uma Oposição rondoniense consolidada e aguerrida. Seu opositor, o ex-senador Expedito Júnior não soube explorar o estelionato eleitoral que permitiu Confúcio superar sua rejeição popular, tornando-se o vitorioso.

,

FALHOU

Federal22A coluna registrou durante muito tempo que também em Rondônia o povo queria mudanças e esse sentimento deveria aflorar nas urnas. Todavia, a campanha chapa branca usou a força da máquina como não se via por aqui a muito tempo.

E, sejamos realistas: o candidato à reeleição não teve um opositor devidamente preparado para moer as mentiras do marketing oficial e nem para desmascarar o governo em relação à ética, aos tipos de fraude praticados nas contrações e obras e serviços.  Supostamente Confúcio fez um enorme caixa de campanha para si e uns poucos ungidos.

MUDANÇAS

Federal22Mas o sentimento popular não mudou diante do resultado eleitoral: a população quer as coisas mudem de fato. E não é só aquela parte que votou pela alternância.

Aliás, “mudança” foi uma palavra de ordem usada pelo próprio Confúcio para os próximos quatro anos. Com ele mantido praticamente o dia todo de ontem na superintendência da Polícia Federal, pergunta-se: Que tipo de mudanças, de transformações esse governador pode fazer? Se essa Operação Plateias tivesse acontecido no final do primeiro turno Confúcio teria sido reeleito? Tenho cá minhas dúvidas…

DECEPÇÃO

Federal22Não escondo ter admirado Confúcio em seu papel parlamentar. A ponto de ter imaginado que ele poderia mesmo contribuir para mudar Rondônia, levando o estado a novos patamares de progresso, de melhores índices no IDH de sua população.

Minha decepção com esse político de Ariquemes não demorou nada. Graças a ele o jornal Imprensa Popular teve de encerrar suas atividades pelo arrocho sofrido na publicidade oficial. Ou seguia pautas do interesse do governo e abdicasse de seu papel crítico e analista; ou seria cortado do bolo publicitário. E foi assim que o jornal encerrou suas edições impressas.

A decepção com Confúcio só aumentou. A coluna mostrou muitas vezes que Confúcio só era filósofo no nome.

SEM CONEXÃO

Federal22Na realidade o governador não foi minimamente conectado com os anseios do povo em todo o primeiro mandato.

E não será no segundo (agora cheio de incertezas) mandato. Isso está claro com a demonstração seu envolvimento com a quadrilha que se formou em seu governo, de acordo com as primeiras revelações dessa operação policial.

Antes, muito antes, tinha me decepcionado com Nobel Moura (irmão de Confúcio) que terminou sua carreira política como foragido por se implicar no homicídio de um radialista de Machadinho. Imaginava que Confúcio fosse totalmente diferente. Estava enganado, possivelmente por seu sorriso angelical. Estou convencido de que Confúcio é um perigo para aquela parte da sociedade esperançosa numa Rondônia respeitada pelo resto do país.

PURA RETÓRICA

Federal22Não há mais como se enganar. Confúcio é pura retórica (um lado facilmente detectável em suas postagens de blogueiro) sem nada de boa prática efetiva de governo. Pelo cenário da primeira gestão não podemos acreditar na sua conversa de uma educação melhor, de uma saúde mais eficiente, de mais qualidade de vida e de segurança.

Depois dessa Operação Plateias o governador Confúcio não conseguirá nem mesmo ser um bom exemplo de gestor público no segundo mandato.

SUBTERFÚGIOS DA COSA NOSTRA

Federal22Estamos falando afinal de um chefe de estado que usava de subterfúgios mafiosos para arrancar dinheiro por meio de extorsões, de rombos e demais práticas lesivas ao erário rondoniense. Estamos falando de um governo com indícios de inchaço da máquina pública para atender acordos de cunho político-eleitoral.

E mesmo diante de todas as denúncias de alguns ângulos dessa operação da Polícia Federal que arrancou Confúcio cedo de sua casa, conduzindo-o coercitivamente à Superintendência daquela instituição, ele (governador) nunca deu o trato adequado, punindo duramente os denunciados pela corrupção e por desvios em várias frentes do governo.

QUEM NOS SOCORRERÁ?

Federal22E ai estamos nós refém de um governo chafurdado no pântano da fétida corrupção, envolvendo até gente de sua cozinha eleito para um novo mandato.

Quem poderá acreditar que no próximo ano Confúcio terá atitudes diferentes, republicanas, legalistas e éticas?

Para o colunista tudo seguirá como está. Nas urnas o povo marcou sua posição, mas a mudança de verdade vendida na campanha do governador não passou de estelionato eleitoral.

Agora é manter esperanças na ação do próprio Judiciário. Lá Confúcio terá de responder pelas acusações de abuso do poder político e econômico.

OPORTUNIDADE

Federal22Essa Operação Plateias (que não se perca pelo nome) poderá contribuir para melhorar a imagem do Judiciário perante a população. Isso se bandidos os bandidos forem punidos, incluindo o governador se restar provada sua participação no esquema.

A percepção popular é que nossa Justiça é absolutamente vesga. Se do “chefe da quadrilha” não se prova que foi parte do butim, ele não é culpado, mesmo que comprovadamente seja o chefe de fato. E assim basta um pouco de esperteza para ficar fora da cadeia. Ou não é isso que está acontecendo com gente condenada, como é o caso do Carlão de Oliveira, após meter a mão na grana da Assembléia?

CADÊ O BARBUDO?

Federal22Engraçado, o mesmo Raupp que corre para dar pitaco na eleição da mesa diretora da Assembleia fica caladinho quando a lama da corrupção atinge o governador Confúcio, que é de seu partido. Ele teria obrigação de falar sobre o assunto

.

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by