Em Linhas Gerais

A grande imprensa sabe que a gestão de Confúcio é uma farsa. e que ele tem medo de novas delações -por Gessi Taborda

DÚVIDA CRUEL

Plateia11É legítimo um governo eleito com base em mentiras? E reeleito que esconde dados oficiais e a sujeira da corrupção para proveito próprio? É estarrecedor que esse homem tenha conseguido ganhar um novo mandato.

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ESSA É A REALIDADE

Plateia11Parece que Rondônia ainda não se deu conta do tamanho do problema que o escândalo da Operação Platéias vai causar. A permanência do governador Confúcio Moura no comando do estado não vai abrir caminhos para futuras gatunagens? Lamentavelmente é mais fácil acreditar que tudo “como dantes no quartel de Abrantes”. Tomara que não!

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COMPROMETIMENTO INEGÁVEL

Plateia11Depois desse primeiro lance da Operação Plateias em Porto Velho, determinando a prisão de homens públicos importantes do governo rondoniense e – verdade seja dita – conduzindo o próprio governador Confúcio Moura debaixo de vara para a Superintendência da Polícia Federal em Rondônia, não há como negar que a lisura e a respeitabilidade da gestão de Confúcio está irremediavelmente comprometidas.

As investigações para o lançamento dessa grande operação policial concluíram que verdadeiramente houve corrupção no governo do peemedebista Confúcio, contaminando quase todas as Secretarias de Estado. Certamente, como explicou o próprio superintende da PF em Rondônia, resta agora só chegar aos detalhes da prática criminosa da quadrilha para individualizar criminalmente a responsabilidade de cada um.

REI DA DISSIMULAÇÃO

Plateia11Foi um espetáculo deprimente aquele mostrado pelas TVs rondonienses. Não foi, como se esperava, uma entrevista coletiva. Simplesmente o governador Confúcio, depois de ficar seis horas prestando depoimento na PF, aproveitou a TV e outros veículos da mídia amestrada para dar seu show de simulação, como se estivesse deixando o prédio da PF não como um suspeito, mas como uma espécie de colaborador das investigações da Operação Plateias.

Não é nada disso: Confúcio foi levado à PF como um suspeito. Na TV se comportou como se fosse um tiranete fanatizado que crê de verdade na blindagem política, se esquecendo de que a lei é feita para todos. Ele exibiu o sorriso de quem não acredita no que está por vir.

É como disse ontem o deputado José Hermínio, quando alertou a Assembleia a tomar uma decisão para livrar o Estado de tanto opróbrio: “Rondônia não merece ter novamente um governador mentiroso, dissimulado, fraco e corrupto”.

MILHO AOS POMBOS

Plateia11Certamente a maior parte da imprensa rondoniense (jornalões e tvs) não vai informar bem a população. Como eu sei? Ora, isso tudo acontecendo e as edições da mídia ontem nem sequer trataram do assunto em seus editoriais. Essa tal de “grande imprensa” sabe a muito tempo que a gestão (???) de Confúcio é uma farsa. Acontece que todo mundo leva o seu alto cachê para o complô do silêncio. Agora, quando a casa está na iminência de cair pode ser que alguma coisa mudará no comportamento da mídia tupiniquim. Pelo menos passam a reproduzir ou refletir o noticiário dos grandes jornais da mídia nacional.

E ELE É MÉDICO

Plateia11Como um sujeito que é medico vira governador e não demonstra qualquer afinidade com a área de Saúde. Essa conversa de que a Saúde rondoniense melhorou foi apenas cascata eleitoral. A saúde pública continua ruim no que se refere ao atendimento. Confúcio deu tanta importância à Saúde até agora que sempre nomeou para a pasta gente sem nenhuma afinidade com ela. Daí ser fácil entender porque a Saúde aparece como um dos maiores focos de corrupção em seu governo. As investigações em curso vão mostrar isso.

É claro que muitas outras secretarias desse lamentável governo, como a de Obras e seu envolvimento com empreiteiras e até a Educação que supostamente é outra praça para garantir bons “negócios” estão debaixo dos holofotes da PF. Não é a toa que no comando dessa pasta também está um moço sem qualquer afinidade com a Educação.

PÂNICO

Plateia11Até poucos dias antes da decisão de Batista a maior parte dos “falcões” palacianos não botavam vem na delação premiada. Atingido em pleno voo, o ex-secretário adjunto da Saúde passou a sofrer a angústia da solidão, abandonado por todos os coletores das propinas. E o resultado da sua “delação premiada” deu na Operação Plateias que certamente está pondo em polvorosa a plateia do teatro do absurdo em que se converteu a primeira gestão de Confúcio.

Era possível ouvir afirmações de governistas sobre “o verdadeiro pânico” de políticos do PMDB e da base do governo com a possibilidade de “novas delações premiadas” de gente do andar de cima que estão no xilindró da Polícia Federal.

A delação premiada, instituída no Brasil em 1999, negociada em favor das investigações, serve para reduzir em muitos anos a cadeia de quem participou das ações da quadrilha. Quem foi do alto escalão do governo sabe disso e pode negociar a delação premiada, contando tudo que sabe.

FICOU CLARO

Plateia11A coluna não se surpreendeu com essa nova operação policial. Esse fato já tinha sido previsto aqui há algum tempo. A ação de levar o governador coercitivamente para depor (e foram cerca de 6 horas a duração do depoimento) praticamente aclara essa triste realidade: Rondônia nunca teve um governador tão responsável e ímprobo como esse que (lamentavelmente) foi reeleito. Aparentemente ele não vai se importar, no próximo mandato, com a corrupção. É vergonhoso para Rondônia e revoltante para a sua população séria.

VACA NO BREJO

Plateia11José Hermínio, o presidente da Assembleia e deputado reeleito reuniu a imprensa ontem para falar sobre uma representação popular entregue em seu gabinete pedindo providências do Legislativo para afastar o governador em consequência de seu envolvimento na corrupção investigada pela Operação Plateias.

Hermínio – o maior crítico de Confúcio em toda essa legislatura – recebeu o documento e prometeu dar o encaminhamento regimental. Mas o próprio José Hermínio acabou demonstrando acreditar que “a vaca foi prô brejo, já que Confúcio tem maioria folgada na Casa” onde ninguém conseguiu investigar suas transgressões as leis, ou responsabilizá-lo. Essa maioria impediu, como lembrou, que fosse instalada uma CPI proposta por Hermínio, contra o governador.

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

 

 

 

 

 

 

 

 

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Gomes Oliveira

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  • Foi um espetáculo deprimente aquele mostrado pelas TVs rondonienses. Não foi, como se esperava, uma entrevista coletiva. Simplesmente o governador Confúcio, depois de ficar seis horas prestando depoimento na PF, aproveitou a TV e outros veículos da mídia amestrada para dar seu show de simulação, como se estivesse deixando o prédio da PF não como um suspeito, mas como uma espécie de colaborador das investigações da Operação Plateias.
    Não é nada disso: Confúcio foi levado à PF como um suspeito. Na TV se comportou como se fosse um tiranete fanatizado que crê de verdade na blindagem política, se esquecendo de que a lei é feita para todos. Ele exibiu o sorriso de quem não acredita no que está por vir.
    É como disse ontem o deputado José Hermínio, quando alertou a Assembleia a tomar uma decisão para livrar o Estado de tanto opróbrio: “Rondônia não merece ter novamente um governador mentiroso, dissimulado, fraco e corrupto”.

  • É NECESSÁRIO A POLICIA FEDERAL E MPF INVESTIGAREM OS PROCEDIMENTOS DOS DEPUTADOS ESTADUAIS EM NÃO ATENDEREM UM CHAMAMENTO PELO SEU PRESIDENTE PARA AS DEVIDAS PROVIDÊNCIAS NO MÍNIMO FAZER ACARIAÇÃO DE O PORQUE CONCORDAREM COM ES MAZELAS E FALCATRUAS DO EXECUTIVO.

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RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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