Em Linhas Gerais

“O PT tomou conta do judiciário. É o PT quem está decidindo o que acontece no STF” declarou Hélio Bicudo- por Gessi Taborda

PENSAMENTO

“A burrice no Brasil tem um passado glorioso e futuro promissor.” – Roberto Campos, economista, pensador, ex-ministro e ex-senador brasileiro.

SEIS MESES

susChega a 41% a quantidade de pessoas que aguardam na fila por uma resposta do SUS há mais de seis meses. O índice teve um salto do ano passado para cá; em 2014, a taxa dos que esperavam esse período era de 29%.

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DESCONFIANÇA

Helio22Hélio Bicudo é considerado, sem contestação, um dos maiores juristas do Brasil. Por isso sua declaração sobre o judiciário vem criando tanto frisson no Brasil inteiro, embora em Rondônia ninguém tenha refletido sobre ela. “O PT tomou conta do judiciário. É o PT que está decidindo o que acontece no STF. Quem foi colocou esses ministros no tribunal? Foi o PT. Eles (ministros) não irão julgar nada contra o PT”, afirmou Bicudo.

TEMPESTADE

tab3Ainda não devo classificá-la de tempestade perfeita, todavia tenho vivido momentos de preocupação nesse mês, responsáveis pela quebra da normalidade na edição das colunas.

Ontem, além dos doloridos efeitos da gota, causada pelo ácido úrico que em diabéticos é mais grave, sofri com a falta de internet, que só se resolveu à noite com a substituição do roteador. Está ai o motivo pelo qual não se publicou a Em Linhas Gerais na última sexta-feira. Sorry, periferia. (E pensar que até os 40 e poucos anos nem chegava a visitar médicos ou hospitais, a não ser por uma malária…).

HORIZONTE SOMBRIO

A agência Fitch é mais uma a rebaixar o Brasil. O mercado internacional não é composto por bobos, eles sabem que se tiver acordo entre Dilma e Cunha, a economia brasileira vai sangrar mais ainda.

INFLUÊNCIAS

DILMAA presidenta (é assim que ela gosta) Dilma busca inspiração em fontes inimagináveis para seus “pronunciamentos”. Aquele que transformou o tema “vento” num hit das redes sociais parece ter se inspirado na música e poesia do alagoano Djavan. Para quem não lembra, ai estão os versos inspiradores: “Vento que bate na porta/Trazendo notícias que tem de alguém/Vento que entorna a manhã do meu bem/Me leva, me leva vento/Bate sua asas/Voa sobre as casas/Vento faz o dia delirar…/Quem tem ouro na pele da alma pagã, pagã/Vento me ensina a tocar a flauta de Pã, de Pã.

NUNCA FOI FÁCIL

DILMASó se fala em crise. A economia padece da ingratidão e da criminalidade com que é tratada por aqueles que deveriam defender os interesses do brasileiro e não de seus objetivos pessoais. Nunca foi tão fácil “enricar” nessa terra, (hoje) de ninguém. Não há comando político, tão pouco as chamadas reservas morais articulam reações. Não há comando político, tão pouco as chamadas reservas morais articulam reações. Esperar que a raposa cuide do galinheiro parece ingenuidade de um povo que igualmente avalia as oportunidades voltadas para o próprio umbigo. Onde, como e quem poderá dar inicio a uma mudança radical nos processos que envolvem e cobrem a política e a gestão pública de lama, resgatando a dignidade do trabalho, da ordem e da moral?

PERFIL POLÍTICO

bandeiraTomara que não, mas enquanto o eleitorado for composto de pessoas responsáveis pela escolha do tipo de político responsável pela gestão pública no estado, não basta ter “cara de pau” na política atual, é preciso ter “estômago”, não dar a menor importância aos interesses comuns da sociedade, transformar-se numa geladeira diante das circunstâncias.

Rondônia não se sofisticou no segmento da política. Na verdade, se transformou num celeiro de aberrações políticas. Parece que é mais fácil para os de mau caráter vencer e isso deve continuar se o eleitorado não assumir responsabilidades. Caberá aos eleitores promover as mudanças de nomes, como forma direta de manter a esperança de um futuro seguro e sério.

HUMILHAÇÃO

bandeiraOs acordos promovidos individualmente entre parlamentares e chefes de Executivos e as decisões partidárias (de blocos) é um autêntico vale tudo por simples conquistas de espaços e de facilidades em negócios sombrios. É isso que permite casos de humilhação do povo, com invencionices como aconteceu agora no segmento do transporte coletivo de Porto Velho.

DISTANCIANDO

bandeiraPor vezes me pego refletindo onde começa a malandragem que se difere da esperteza! Quando leio as abobrinhas sobre um Lindomar Garçom palrando em cima da débâcle da EFMM, como se tivesse alguma carta na escondida na manga da camisa para reavivar a histórica ferrovia; quando vejo outro parlamentar notabilizado no escândalo das sanguessugas e as ambulâncias dos Vedoins tentando enganar de novo com esse conversa de emendas orçamentárias, vejo que está realmente difícil diferenciar o que seja ser “esperto” do que seja ser “malandro”.

METAS PESSOAIS

bandeiraOnde está a referência da ética e onde está o oportunismo de ser ético? Muita gente, que posa de ética o faz para atingir metas pessoais na política, nas atividades profissionais e até mesmo com a família, mas acaba sendo desnudado pelos fatos que o “entregam”. Não foi exatamente isso o que aconteceu em relação ao prefeito de Ouro Preto, que chegou a ser preso.

SINUCA DE BICO

bandeiraNos, moradores de Porto Velho, estamos numa sinuca de bico! Precisamos nos convencer de vez de que vivemos um tempo perdido por termos no comando de instituições como Prefeitura e Câmara Municipal gente que esqueceu de sua obrigação de ser exemplo para a sociedade, e hoje acabam sendo confundidos como simples oportunistas sociais, um corrupto qualquer ávido apenas em amealhar fortuna material

REPETECO

bandeiraAliás, esse o repeteco de sempre. Foi o que aconteceu com o ex-prefeito, o petista Roberto Sobrinho, que ganhou por sua desastrada atuação, o codinome de Bob Ali-Babá Sobrinho e a prefeito o de “Caverna do Ali-Babá”, desconstruindo sua própria história de vida, dos tempos em que usou o sindicalismo como ferramenta de seu projeto político.

MENOS O NAZIF

Mauro222E ai está, com a gestão Mauro Nazif, a repetição do mesmo caso de tempo perdido, de destruição das esperanças. É pior por constatar que é “um gente do povo” destruindo todas as expectativas geradas nas eleições passadas.

Especialmente para problemas como a manada de elefantes brancos de obras paradas, com o transporte coletivo, com o saneamento básico, os lixões, a segurança pública e vai por ai afora.

Poderia ser qualquer um menos Mauro, que no parlamento construiu um legado de gente boa, de paladino do povo, de combatente das injustiças.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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