Em Linhas Gerais

O estardalhaço da esquerda lulopetista não dará vitória a candidato do centrão- Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Modernamente, quando se quer atacar uma autoridade que combate a corrupção, não se parte mais para a eliminação física, se parte para a destruição da reputação moral do indivíduo, sem deixar de lado sua família. É isso que as mídias corrompidas fazem hoje: a desconstrução moral do indivíduo com imagem incorruptível perante a população”. GESSI TABORDA, jornalista aposentado e editor dessa coluna.

EDITORIALZIM

O ano é eleitoral e deveria motivar um trabalho mais intenso das autoridades eleitorais e também de educadores buscando explicar para os jovens a importância de sua participação no pleito. Daí, a primeira obrigação é a de informar que até 6 de maio jovens que completam 16 anos até a data do primeiro turno (4 de outubro) podem efetuar o alistamento e tornarem-se aptos para ir às urnas eletrônicas.

Em nossa capital, Porto Velho, este público não só é necessário, como também é expressivo o suficiente para mudar os rumos de uma eleição. Aqui como alhures, os jovens ainda não estão estimulados a participar do pleito, principalmente por serem refratários aos métodos de políticos da ativa, sempre mais interessados em tirar proveito próprio dos cargos, enriquecendo-se com rapidez e cuidando dos interesses de pequenos grupos de amigos e da família.

Os jovens muitas vezes não sabem a força representativa que têm, especialmente por desconhecerem que eles representam mais de 10% do eleitorado da cidade. É por isso que a coluna insiste na importância de que as escolas e a própria Justiça Eleitoral faça campanhas para aumentar o alistamento eleitoral da juventude.

É muito importante que, desde cedo, os jovens desenvolvam a consciência sobre a importância de participarem ativamente da construção da democracia e entenderem o voto como o exercício fundamental da cidadania. Mais do que nunca, este público precisa compreender que é peça primordial de uma sociedade e que o governo em exercício também o representa. Desta forma, os jovens também têm o direito e o poder de emitir suas próprias opiniões, fazer suas reivindicações enquanto cidadãos, fiscalizar seus representantes e lutar por melhores condições de vida para todos.

Isso só é possível se houver o despertar da população jovem para a realidade que os cerca, o que se dá a partir do acesso adequado ao conhecimento e à informação correta. Isso porque não basta apenas comparecer às urnas na data em questão, mas ser capaz de votar conscientemente e com responsabilidade, sempre pesando quais são as melhores pessoas para governar pelos nossos direitos – ainda mais se considerarmos que a corrupção e os maus governantes são resultado do voto imprudente. Se o jovem for capaz de distinguir e compreender tudo isso, certamente estaremos no caminho certo para construir uma juventude mais cidadã, ativa e protagonista.

ABERTA

Está oficialmente aberta a janela eleitoral para a troca de partidos a todos que têm interesse em disputar a eleição de outubro próximo e estão com mandato eletivo. Portanto, nos próximos dias serão intensas as movimentações, principalmente nas câmaras de vereadores. Importante lembrar que essa será a primeira eleição sem coligação para composição de chapas nas proporcionais.

CANCELADO

A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil cancelou, a partir da última terça, as entrevistas rotineiras de visto de imigrante e não imigrante. O cancelamento vale para também para os consulados do país no Brasil. Segundo informou a embaixada não existe uma data para que os atendimentos sejam retomados.

AULAS SUSPENSAS

Em Porto Velho as aulas na rede municipal de ensino foram suspensas a partir de ontem pelo período de 15 dias. Essa decisão visa evitar a disseminação do Covid19. Até o momento não há registro de pessoas infectadas na capital rondoniense. As decisões tomadas pelas autoridades são, portanto, preventivas. Por esse mesmo motivo foram canceladas as audiências públicas para discussão do orçamento municipal.

ESTADO

Na rede estadual de ensino as aulas estão suspensas. Inicialmente a suspensão deve durar 15 dias. Esse prazo pode ser ampliado, segundo garantiu o governo, se no período o estado registrar algum caso de contaminação pelo Covid19.

BRENO

O advogado Breno Mendes está com tudo e não está prosa. Aproveitando a onda de Covid19 ele já está anunciando uma “blitz” em mercados e feiras para “denunciar aumento abusivo” no álcool gel. E vai, é claro, com seu colete bordado de “defensor do povo”. Breno não disfarça: está em plena campanha eleitoral usando as redes sociais como nenhum outro pretenso candidato.

RECONTRATAÇÃO

Pessoal celetista demitido da Assembleia estão confiantes na sua recontratação. E acreditam que serão recontratados com salários mais altos. Alguns, como consta, já estão de novo na folha de pagamento do legislativo estadual. Será que tudo não passou de embromação???

CONCURSADOS

Como na última terça feira a Assembleia deu posse a mais 19 servidores concursados, é possível que a promessa do presidente Laerte Gomes de emplacar uma gestão de austeridade, diferente das anteriores que motivaram várias operações da PF e do MP para estancar a sangria do dinheiro público em corrupção e desvio possa acontecer. Num evento realizado no plenário do Parlamento, o presidente garantiu devolver ao tesouro do estado R$ 50 milhões, graças à economia feita no orçamento da Assembleia.

EU NÃO SEI

Ontem andei conferindo mais uma vez a reação da mídia ao ato do presidente Bolsonaro em participar, cumprimentando populares, da manifestação de pessoas aglomeradas diante do Alvorada, em Brasília, no último dia 15. E, confesso, fiquei pasmo com títulos da mídia tradicional abrindo espaço para um refugiado haitiano e sua total manifestação de desrespeito ao presidente eleito por milhões de brasileiros afirmando que Bolsonaro “não é mais” o presidente do país. Francamente, eu não sei onde vamos parar!

SEM PUNIÇÃO

Vivi os anos de chumbo do Brasil como um jovem jornalista que sonhava em ver o país colocado nos trilhos viajando ao encontro de desenvolvimento, deixando de ser terceiro mundo, e reconquistando uma democracia plena, saindo da órbita do comunismo soviético. Certamente naquele período o imigrante do miserável país onde vivia seria expulso e até preso sem condescendência pelo desrespeito ao chefe do estado brasileiro. Só que isso não acontece mais. Estamos quase chegando ao auge da degringolação. O país vive uma fase de mistificações que só servem aos interesses dos grupos (corruptos e incompetentes) derrotados nas eleições de 2018 para a presidência da República.

JOGO DO PODER

Ouvi as duas mais importantes entrevistas do presidente Bolsonaro dessa semana. A primeira dada na CNN nacional e a segundo no Programa 90 Minutos da Rádio Bandeirantes, agora sob o comandado do Datena. O presidente eleito não deixou de responder nenhuma indagação e concluiu de forma certeira o que acontece no Brasil atualmente: a luta pelo Poder.

O presidente Jair Bolsonaro não é um primor de sutilidade e conhecimento, faltando-lhe tato em situações de fácil contorno. As pessoas de boa vontade sabem, todavia, que comparado ao apedeuta criminoso e à hoje consagrada anta que como poste se elegeu, Bolsonaro é um intelectual. E assim, aqueles que destilam ódio contra Bolsonaro não conseguem minar o governo ou debilitar ainda mais o país que saiu às ruas apesar dos apelos para adiarem a manifestação para apoiar o presidente e pedir juízo ao Congresso Nacional. Muito menos conseguiram derrubar através de um golpe o presidente que foi eleito sem depender da grande mídia ou dos esquemas tradicionais.

VENCEDOR

Faltou pouco para a dominação total e implantação de um estado de partido e comandos único e totalitário. O PT e seus satélites falharam nesse nefando objetivo simplesmente por terem se chafurdado no pântano da corrupção. Mesmo assim, com todas as infiltrações feitas pelos seus amansados parceiros em instituições como o STF (O PT foi absolvido pelo TSE como partido, mesmo tendo três ex-presidentes e três ex-tesoureiros presos e condenados por corrupção) e o Congresso Nacional eles não conseguiram mudar a cor da bandeira brasileira.

A vitória de Jair Bolsonaro aconteceu na hora certa em que os comunas e socialistas de fancaria imaginavam-se capazes de  implantar no Brasil a cartilha do Foro São Paulo. Bolsonaro foi eleito no caráter, na honestidade, na boa vontade, na simplicidade, na espontaneidade, na probidade (intelectual e material) e não envergonha os brasileiros. E ao ira para as ruas no último domingo, apesar do Coronavirus, o povo reafirmou que o tripé da esquerda está manco e não deverá mudar mesmo com a grande mídia sendo de esquerda e ter sido comprada nos governos corruptos do lulopetismo a peso de ouro.

TAREFA

Bolsonaro será o alvo até o final de seu mandato. Cada palavra, gesto, opinião, desacerto, atitude, decisão, seja o que for, é minuciosamente triturado para se transformar em munição de ataque. A grande tarefa da esquerda não é fazer oposição e apresentar um projeto viável para o país, fora de seu viés corrupto. A missão é destruir tudo e todos que estão no governo Bolsonaro, mesmo aquilo que visivelmente tem sido melhor para o Brasil. Ou principalmente isso. Até o dispositivo sagrado da Constituição que garante o direito de manifestação (que as esquerdas não podem mais fazer porque acabou a verba pública para isso) os infiltrados no Estado, e a mídia viúva dos milionários patrocínios, vocifera tratar-se de ato contra a democracia.

INFILTRADOS

Os políticos de hoje não escapam dos infiltrados. Eles estão também no cenário das políticas estaduais. Aqui mesmo estão próximos a gabinetes das mais importantes instituições e os novos dirigentes parecem esquecer de uma máxima muito real. A esquerda é a velha esquerda de sempre. Acuse nos seus inimigos aquilo que você faz. Esses infiltrados remanescentes da era da exploração do recurso público e da dominação política arranjada nos porões sabem que não se trata de apoio ao governo, mas de manifestação contra eles, que, não só conspiram, mas agem abertamente contra a população brasileira e em favor de seus mesquinhos desígnios.

EM VÃO

O que os detratores do presidente Bolsonaro fazem ao procurar desqualificar manifestações como a do 15 de Março é uma busca desesperada de um candidato presidencial do “centrão” para tentar justificar sua infantil acusação de extrema-direita ao atual presidente. A manifestação do domingo passado de apoio ao Executivo para que cumpra seus compromissos eleitorais de reformar a cultura política brasileira! Agora apelaram para um refugiado do Haiti. Vivem a fazer estardalhaço de pronunciamentos fortuitos e infelizes do presidente como se isto fosse razão suficiente para lhe questionar a autoridade, além do blablabá do desrespeito à liturgia do cargo e outras quinquilharias.

O povo está com o Bolsonaro e vai continuar com ele por um fato muito simples: Bolsonaro foi a alternativa contra a destruição do país patrocinada pelo PT e seus quadrilheiros associados aos mais nefastos políticos fisiológicos. Os milhões de brasileiros que votaram em Bolsonaro condenaram a roubalheira de governos esquerdistas no Brasil e resolveram tirar a direita do armário para afirmar uma política conservadora no país e uma real alternância de poderes.

AUTOR: GESSI TABORDA –  COLUNA EM LINHAS GERAIS –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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