Em Linhas Gerais

Não é só o coronavirus: o Brasil é o segundo em incidência de lepra no mundo – Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Viver sem refletir é desperdiçar a própria energia”. CONFÚCIO, filósofo chinês.

EDITORIALZIM

Começam as ser apontados os eventuais candidatos a prefeitos e vereadores de todos os municípios. Brevemente as propagandas serão massificadas nas mídias existentes. Hoje já surgem os mais afoitos candidatos com suas mensagens eletrônicas. Hoje já tem pretensos candidatos dizendo que serão resolvidos os problemas da saúde, educação, segurança, habitação e saneamento básico. No decorrer do espaço legal para a propaganda da campanha os candidatos têm uma reserva de 2 bilhões de reais, retirados das verbas dessas mesmas necessidades.

Fica difícil entender como os futuros candidatos se animam a pretender administrar as prefeituras desfalcadas de recursos e ainda mais, as que enfrentam a fúria das chuvas, usando para propaganda o dinheiro que poderia ajudá-las.

Se o interesse político fosse atendido essa verba teria sido de R$ 3,8 bi, mas mesmo assim, o custo das eleições deste ano ainda é alto, porque conta com verbas do Fundo Partidário e as despesas da Justiça Eleitoral para realizá-las. É muito gasto para um país destroçado.

Os políticos, de modo geral, acreditam que estão nos níveis mais altos. E por isso e estão mais empenhados em conseguir acesso ao poder, receber dinheiro público por direitos de posições que venham a ocupar; por prestígio e por inclinações ideológicas ou religiosas.

Para consegui-las fazem promessas enganosas, usando falas e comportamentos bajulatórios. Passadas as eleições as promessas são ignoradas, mas a cantilena continua, principalmente nos parlamentos. E o povo continuará lutando para sobreviver.

E por esse comportamento que uma cidade como Porto Velho, de mais de 100 anos, sofre carências em todos os setores. Os prefeitos que por aqui passaram foram incompetentes até garantir uma cidade arborizada, saneada e com espaços públicos de qualidade.

O comportamento dos políticos, no geral, é atávico. Tem muito a ver com o comportamento dos chipanzés,  quando os machos disputam a conquista da posição alfa no grupo: “Os laços entre os membros da coalizão se baseiam em contato íntimo diário – abraçar, tocar, beijar, alisar e fazer favores mútuos. Assim como os políticos humanos em campanha eleitoral saem por aí distribuindo apertos de mãos e beijando bebes.” Exatamente como observou Yuval Harari em o “Sapiens”.

ANO ELEITORAL

E aí estamos entrando na segunda quinzena do mês de março. Avançamos num ano especial, o chamado ano eleitoral.  E, assim, possíveis nomes começam a ganhar força nas rodas de conversa e na imprensa. Mais uma vez, é um momento importante e que todos os cidadãos de bem já devem começar a analisar o currículo de cada nome pleiteado aos cargos públicos.

NA BALANÇA

É essencial que tudo seja colocado na balança e que haja, de fato, uma avaliação de cada possível nome. É preciso conhecer também o que sua cidade precisa, em qual ponto está mais sensível e precisando de uma atenção especial. O povo precisa ter ciência da demanda de onde mora para saber onde e quando reivindicar. O mundo vive em um processo de mudança, em diversos aspectos. A população exige tais modificações. Ninguém fica mais de braços cruzados e não há como tapar o sol com a peneira mais.

REDES SOCIAIS

As redes sociais, quando bem utilizadas, ajudam – e muito – para dar voz a quem acha que não tem. Muitas coisas não ficam mais às escuras, pois, a internet tem um poder de comunicação absurdo. Porém, vale ressaltar, que é um tempo também em que muitas fake news passam a ganhar um espaço que não deveria. A informação correta e de credibilidade deve ser a premissa de qualquer conclusão. Não se pode acreditar em tudo que vê e lê. É preciso apuração e ter boas e confiáveis fontes.

Não deixe para o último dia para resolver quem terá a honra de receber seu voto, que é algo tão valioso e precioso. Não é apenas só “mais um” em meio a tantos. Não seja daqueles eleitores que sorteiam o número que vão digitar ou que pegam o primeiro “santinho” que veem jogado na rua. Por mais que ainda faltem alguns meses para a eleição, o tempo passa rápido demais e as coisas não param de acontecer. Logo, o dia 4 de outubro dá o ar da graça e o novo cenário político de todas as cidades é definido. Que todos tenham consciência da importância do pleito e de sua consequência por quatro anos.

SAÚDE

Não é só o coronavírus. No caso de Rondônia não podemos esquecer: dias chuvosos e altas temperaturas são fatores de risco para a proliferação do Aedes aegipty, que transmite não só a dengue, mas também a febre chikungunya e o zika vírus, e do mosquito palha, menos famoso, mas tão perigoso quanto, sendo o agente causador da leishmaniose.

Este tipo de inseto, que se alimenta de sangue e pode transmitir a doença para animais e também humanos, tem condições favoráveis de criadouros em materiais orgânicos em decomposição, como galhos, folhas, madeiras velhas e frutas que caem das árvores e apodrecem no solo. A maior arma da população contra estes mosquitos continua sendo a limpeza dos quintais.

Sem a colaboração dos moradores, seja mantendo suas casas limpas, facilitando a entrada dos agentes e comparecendo às ações que visam verificar a saúde dos animais, fica difícil ficar livre destas doenças. Muitas delas fogem do nosso controle. Mas uma grande maioria podemos prevenir. E a prevenção, sem dúvida alguma, é bem mais fácil e até mais barata que remediar…

LEPRA

O Brasil é o segundo país do mundo em incidência de hanseníase (lepra), que ataca nada menos do que 30 mil pessoas por ano. E ninguém se preocupa com essa doença milenar que dilacera corpos humanos em pleno século 21. O negócio da vez se chama coronavírus.

INVESTIMENTOS

Teve enorme repercussão a matéria de destaque da última edição dessa coluna, tratando da falta de investimentos no Estado de Rondônia. O governo do Coronel Marcos Rocha, apesar o impacto, manteve sua conduta de não falar nada, de não dar explicações à sociedade. Talvez por estar conformado com a situação de penúria econômica do estado. Como não está preparado para o múnus da governança os políticos ligados ao poder executivo do estado estão torcendo para a aprovação da PEC Emergencial, mesmo temendo seu impacto social contra os servidores públicos.

A PEC Emergencial atende às demandas dos governadores que estão nesse beco sem saída e sem capacidade de investir. Afinal essa PEC mitiga a situação de quebradeira dos estados.

ENGESSADOS

Com relação aos investimentos públicos, estão engessados e, montante inferior a 05% do PIB porque 94% da despesa pública são compostas por gastos obrigatórios. E assim o governo do coronel não faz qualquer comunicação sobre o Programa de Investimentos do Estado, preferindo ficar na posição do avestruz, até para não revelar o temor de paralizações de setores como o da Segurança.

ASSIM FALOU…

Damares Alves, Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos:  “A diferença entre mim e os movimentos feministas é que eu lido com as coisas falando de solidariedade, de amor. Sem a raiva, sem o ódio, sem cabelo no sovaco”. E também “A corrupção é a maior violação dos direitos humanos da história do Brasil. Os algozes têm nome, sobrenome e CPF. Alguns não têm medo”.

PERDENDO PONTOS

A Globo insiste e perde pontos. Foi o que aconteceu na exibição da estreia de Marielle – O Documentário. A audiência não ultrapassou A Praça é Nossa, com o seus 10 pontos.

 

AMANTE ANTIGA

O amigo de Lula e fazendeiro Valter Sâmara, disse a revista Crusoé que o ex-presidente e sua atual namorada tem um relacionamento longo de mais ou menos 25 anos, ou seja, eles mantinham relações quando Marisa ainda estava viva.

PERTINENTE

Transcrevo pergunta formulada por André D’Andrea que repercute nas redes sociais, como o Facebook. “Pode uma entidade particular condenada pelo Tribunal de Contas de Rondônia e denunciada pelo Ministério Público receber dinheiro público???”.

Segundo André tem muita gente envolvida nesse escândalo, como deputado estadual, gestores municipais e estaduais permitindo que condenados criminalmente, cumprindo pena em regime aberto, estão recebendo dinheiro público, mesmo estando inscritos na Dívida Ativa. Certamente as autoridades deverão convocar o André para apresentar as provas documentais que tem; tomando as providências que o caso requer.

REGISTRO

A pedido do advogado Breno Mendes registro que a Energisa sofreu uma derrota na Justiça que, segundo Breno, cancelou uma cobrança indevida e foi condenada a indenizar o consumidor vitimizado pela empresa. Breno adotou como principal bandeira para a sua campanha eleitoral o combate à Energisa e passou a se apresentar nos bairros, em suas postagens nas redes sociais, como o “Defensor do Povo”, devidamente paramentado.

IPTU

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), informa aos contribuintes que ainda não pagaram o IPTU deste ano, que até o dia 31 de março a cota única do imposto poderá ser quitada sem qualquer acréscimo. A partir de abril, para quitar o imposto haverá a incidência de multa e juros moratórios.

Este  ano o município também parcela em 12 vezes no cartão de crédito e ainda aceita pagamento no cartão de débito. Para essa forma de parcelamento contribuinte deve procurar a sede da Semfaz, à avenida Sete de Setembro, 744.

MANIFESTAÇÕES

O povo brasileiro demonstrou ontem sua capacidade de se indignar e reagir contra os maus políticos e não contra as instituições em si. Não foi uma manifestação conduzida. Nem o pedido do presidente desestimulou o povo a ir para as ruas. Aliás, nem o tal coronavirus. O povo demonstrou que está no limite. Não tolera mais a corrupção e os joguinhos do Poder. O Brasil não pode continuar travado por eles. Político inteligente saberá entender o recado. Os que continuar no enfrentamento da vontade popular vão se trumbicar lá na frente.

AUTOR: GESSI TABORDA –  JORNALISTA –  COLUNA EM LINHAS GERAIS

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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