Em Linhas Gerais

No seu centenário Jornal Alto Madeira será homenageado na ALE – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota do que falar e acabar com a dúvida.” ABRAHAM LINCOLN (1809/1865), foi o 16º presidente dos Estados Unidos, que liderou o país na sua maior crise, a Guerra Civil Americana, preservando a unidade do país e abolindo a escravidão.

 CENTENÁRIO

A Assembleia Legislativa, por compromisso assumido pelo seu presidente, Maurão de Carvalho, vai realizar sessão solene de homenagem ao jornal Alto Madeira, que completará no próximo dia 15 de março seu primeiro centenário. O anúncio foi feito pelo próprio deputado Maurão de Carvalho, após receber em seu gabinete a comitiva do decano da imprensa rondoniense, Euro Tourinho, diretor superintendente do jornal.

A sessão solene do Legislativo estadual em torno do centenário será, com certeza, um dos eventos marcantes da efeméride. Sua data deverá ser anunciada pelo presidente da Assembleia após o feriado prolongado do Carnaval, quando o legislativo, a exemplo de outras instituições públicas, também cumpre ponto facultativo tradicional.

 COLABORAÇÃO

Euro Tourinho, o comandante do Alto Madeira, é um exemplo de longevidade. Próximo de completar, também, seu centenário de vida, ele conta com a ajuda do irmão Manuel Tourinho, aposentado como reitor da Universidade Federal do Pará, que está em Rondônia neste momento executando trabalho imprescindível para que os eventos do centenário do Alto Madeira reflitam a importância histórica do jornal na vida de Rondônia e da região, como veículo que até hoje se mantém, em sua linha editorial, como plural, equilibrado, sóbrio, com boas análises, procurando desempenhar o papel essencial na formação da opinião pública, mesmo nas opiniões que veicula.

 UMA REFERÊNCIA

Euro Tourinho vem dedicando praticamente toda sua vida ao Alto Madeira. E graças a ele o jornal nunca foi rotulado como de esquerda ou direita pelo simples fato – como afirma ainda com jovialidade – de ter defendido a democracia, mesmo nos tempos mais bizarros, mais difíceis.

O jornal que vai ser homenageado numa sessão solene da assembleia legislativa se tornou uma referência regional, como uma das grandes publicações rondonienses. O Alto Madeira fez parte da grande rede dos Diários Associados, fundada por Assis Chateaubriand e acabou abrindo janelas e portas de Rondônia para o mundo, como gosta de frisar o respeitável Euro Tourinho.

 PROGRESSISTA

Hoje o Alto Madeira voltou a ser editado por Lúcio Albuquerque. Só isso já garante que o jornal é progressista no âmbito social sem ser um jornal de esquerda. É como diz o próprio Lúcio, um jornal que se conecta com as tendências de modernizar positivamente a sociedade, de forma responsável.

Com isso é fácil compreender: no Alto Madeira não fazemos jornal cercado de armadilhas. Aqui na coluna jornalismo é jornalismo, sem vinculo com nenhuma ideologia.

Nosso compromisso é com a democracia, com a essência do pensamento republicano. Por isso, o jornal chega ao seu primeiro centenário plural em suas ideias. É  jornal com a sorte de ter na sua liderança um decano com a qualidade de Euro Tourinho, e mais sorte ainda por continuar sendo um jornal de leitores, com os quais o AM continua comprometido.

 REPERCUSSÃO

O prefeito Thiago Flores, de Ariquemes, vem ganhando solidariedade importante em todo o país por sua coragem em enfrentar grupos defensores da introdução da política de gêneros na rede pública escolar fundamental. O prefeito, apoiado pela maioria dos vereadores e dos pais de alunos da rede municipal, decidiu não colocar nas mãos dos alunos de seu município livros com conteúdos ideológicos defesa de uma escola partidarizada.

 APOIADO

A determinação do prefeito motivou uma ação de procuradores do MPF e do MP-RO a patrocinar contra ele uma ação colocando em risco seu mandato, acusando-o de censura a livros didáticos e estimulo à homofobia.

Nessa semana o prefeito conseguiu apoio de Miguel Nagib, líder da “Escola Sem Partido”, organização civil que combate o ativismo de servidores públicos em favor da ideologização dos estudantes, que ficam expostos à lavagem cerebral dos grupos defensores da ideologia de gêneros.

 ARTIGO 12

Miguel Nagib entende que o prefeito de Ariquemes tem agido corretamente ao “tomar decisões” aplaudidas pela maioria da população.

A ação dos MPs contra o prefeito não irão prosperar por ferir o Artigo 12 da lei dos Direitos Humanos, opinou Miguel Nagib. E acrescentou: “Agindo como fez, o prefeito de Ariquemes acabou livrando as finanças do município diante uma enxurrada de ações promovidas pelos pais se seus filhos fossem submetidos à doutrinação em favor da política de gêneros”.

 INTERVENÇÕES

Tem leitores da coluna opinando que o carnaval de Porto Velho vem ressuscitando nesse ano em que a prefeitura concedeu um apoio mínimo aos tradicionais blocos de rua sem deixar de ajudar também, os heroicos blocos mais novos, que conseguiram se cadastrar na Funcetur.

Para quem viveu os carnavais do passado – especialmente quando havia uma disputa ferrenha entre as escolas de samba Pobres do Caiari e Diplomatas – ainda estamos distantes de ver o carnaval de Porto Velho como indutor da tão necessária indústria do turismo.

 EVENTOS

Até podemos concordar com algumas das opiniões manifestadas à coluna, chegadas pelo e-mail acima. Seria bom que os blocos existentes hoje recebessem não só a ajuda da prefeitura, mas também de hotéis, que poderia incluir no seu mix de marketing a promoção de blocos com potencial de atrair foliões de outras cidades e até de outros estados. Fomentar o turismo é uma maneira inteligente de animar a economia local. O aumento do índice na taxa de ocupação dos hotéis tem reflexo generalizado.

O segmento de hotéis vive momento complicado. A cidade carece de eventos para atrair visitantes. O carnaval poderia – se bem explorado – aumentar as taxas de ocupações dos hotéis.

 CONVENÇÕES

O prefeito Hildon Chaves não tem obrigação de resolver sozinho os entraves existentes para o desenvolvimento do turismo na capital rondoniense. Precisa contar com a contribuição de investidores privados. Certamente um dos pontos de estrangulamento desse setor é a inexistência de infraestrutura para grandes eventos. Dai esperar um esforço grande do município, como indutor desse processo.

A iniciativa privada dotou Porto Velho – nos últimos anos – de um respeitável investimento em hotelaria. Agora a cidade reclama a construção de Centro de Convenções.

 DIAS DE FATURAMENTO

Talvez esse empreendimento possa interessar aos investidores privados (PPPs) se a prefeitura, por seu turno, conceder redução de carga tributária a quem topar esse desafio. Com um Centro de Convenções poder-se-á pensar na realização de grandes eventos comerciais, como feiras e exposições (até internacionais) de bens e serviços, agregando-se valores culturais.

Imagine bem o que uma programação inteligente, bolada por quem manja do riscado de turismo não poderia conseguir com um evento que chega a garantir 12 dias úteis num mês para se gastar em nome da alegria, como acontece no carnaval…

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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