Em Linhas Gerais

Não da para entender o motivo pelo qual Léo Moraes agrupou em torno de si, nomes e siglas rejeitados pelo eleitor

Como alguém pode convencer o eleitorado de que representa um novo estilo de fazer política se mantém como ideólogo de sua campanha nomes do naipe de Ayres do Amaral, reconhecido pé frio de outras campanhas e antigo membro nada confiável de governos do passado?

FILOSOFANDO

“A maioria das pessoas não quer realmente liberdade sem tutela. Elas sabem que essa liberdade envolve responsabilidade, e a maioria das pessoas têm medo de responsabilidade.” SIGMUND FREUD (1856/1939), o fundador da Psicanálise.

 RECADO DAS URNAS

A mim me parece claro a justificativa da opção feita pelo jovem candidato do PTB ao método de fazer da campanha final na disputa pela prefeitura da capital uma espécie de duelo do vale tudo; estimulando especialmente na rede social da internet toda sorte de baixaria na esperança de desconstruir o perfil do seu oponente tucano.

Faltou, salvo melhor juízo, a compreensão do recado dado pelos eleitores nas urnas do primeiro turno.

“Não queremos mais no Poder políticos como os petistas ou do mesmo matiz do (ainda) prefeito Mauro Nazif”. Foi o que disse de forma cristalina, o eleitorado da capital rondoniense ao colocar na liderança o (até então) desconhecido empresário e ex-membro do MP rondoniense, Hildon Chaves.

 CONTINUAM REJEITADOS

Não dá para compreender os motivos pelos quais o candidato do PTB preferiu agrupar em torno de si nesse segundo turno a grande maioria dos nomes e das siglas repelidas pela maioria dos eleitores no primeiro turno. Como esperava com essa tática agregar votos que no primeiro turno rechaçaram todos os políticos e caciques partidários sócios da desorganização da administração municipal, e também da gestão estadual?

Como alguém pode convencer o eleitorado de que representa um novo estilo de fazer política se mantém como ideólogo de sua campanha nomes do naipe de Ayres do Amaral, reconhecido pé frio de outras campanhas e antigo membro nada confiável de governos do passado?

 NA RIBALTA DE NOVO

Não se pode esquecer que esse personagem andou fora da ribalta do Poder de onde foi apeado recentemente de forma nada meritória.

Isso sem contar que até o esquema de mídia onde era o bambambã do pedaço foi à falência deixando “coleguinhas” sem receber até hoje.

E pelo que consta, a força desse personagem na campanha do PTB, é tão grande, a ponto das finanças da disputa estar sendo “administrada” pelo seu filho. Ayres deve estar sonhando com o retorno à ribalta do Poder, caso o partido comandado no estado por Nilton Capixaba (o deputado da triste lembrança do Escândalo das Ambulâncias) consiga vencer o pleito. Quem já foi homem forte no governo não consegue esquecer a ribalta…

 RESPONSÁVEIS

É uma pena que esse jovem político do PTB entre na reta final da disputa pela prefeitura de Porto Velho, o principal município do estado, cercado do apoio desses personagens.

Eles são apontados até hoje como responsáveis diretos pelo declínio do desenvolvimento econômico, da desorganização administrativa, da decadência de uma capital mesmo antes dela ter conseguido chegar a um nível aceitável de qualidade de vida dos moradores como acontece agora.

 MANCHETE

Exatamente pela influência desse tipo de político na gestão do município de Porto Velho a cidade virou manchete até na imprensa nacional por fatos que corromperam e desorganizaram a gestão pública numa avassaladora onda de corrupção culminando com as dezenas de obras inacabadas (a manada de elefantes brancos), desemprego e recessão, declínio que só será estancado se no lugar de Nazif entrar alguém com capacidade de escapar desses lobos famintos e de olho no erário municipal.

 LEITURA

É crucial para quem está na disputa ler o recado das urnas. Principalmente para quem não entrou no segundo turno como o favorito.

Sem querer vaticinar de uma forma definitiva sobre o desfecho final dessa disputa, como jornalista de longa experiência em ver as mumunhas do cenário eleitoral, continuo sentindo que o povo está sedento (em sua maioria) por ordem e progresso também na gestão do município portovelhense.

 O SONHO NÃO ACABOU

Esse povo continua sonhando com a retomada da normalidade e do crescimento econômico que gera empregos, oportunidades e esperanças, especialmente para quem está amargando desemprego e vê, por todos os lados da cidade, placas e placas de “Aluga-se” em imóveis comerciais fechados. As atividades que davam empregos e não suportaram a crise ampliada pela gestão mequetrefe esperam ansiosamente um novo momento, um novo incentivo para recomeçar suas atividades econômicas.

 BONS GOVERNANTES

Rondônia de um modo geral está carente de bons governos. Na capital esse sentimento é mais latente pela sensação dos seus moradores de que as últimas gestões foram decepcionantes, pois os políticos tradicionais não encararam com seriedade os compromissos assumidos com o eleitorado.

 INFILTRAÇÃO DO JOIO

O povo sabe que alguém rodeado do pior da política da capital e do Estado não terá como levar à frente uma gestão decente e competente, pois terá de atender os interesses subalternos de seus apoiadores de campanha.

Com esses “Tycons” não há como por um ponto final em coisas como a má qualidade dos serviços públicos, a alta burocracia e taxa tributária, etc, etc.

O prefeito que se eleger amarrado a tantos acertinhos e apoios vindos de quem sempre usou o poder de forma patrimonialista em busca do enriquecimento rápido não terá como conduzir a administração em benefício do povo.

 NOVA TENTATIVA

Qualé a do deputado Hermínio? Ora, de acordo com a Constituição Federal, a competência para legislar sobre recursos minerais no Brasil é da União e não do estado. A proposta de abrir o rio Madeira à ação de garimpeiros, inventada agora pelo deputado, vai sofrer desaprovação do Ministério Público Federal, como na primeira tentativa.

Não deve nem ser sancionada pelo governo. O próprio Confúcio, muito recentemente deixou claro seu posicionamento desfavorável ao garimpo manual nos rios rondonienses.

O povo da capital também não apoia a liberação do Rio Madeira, especialmente nas áreas lindeiras de Porto Velho. O povo sabe dos riscos de contaminação do rio, dos riscos para a navegação, etc, etc. Então, qualé a de Hermínio?

 EQUÍVOCO

A Assembleia Legislativa de Rondônia ganha destaque entre os demais poderes legislativos dos estados por produzir leis ferindo princípios constitucionais.

E nesse caminho o deputado Herminio consegue outra proeza: fazer uma lei que, salvo melhor juízo, fere preceitos inerentes ao meio militar, como a questão da disciplina e da hierarquia. É dele a proposta de lei para uma anistia ampla aos integrantes da PM punidos por ferir regulamentos da caserna e romper a hierarquia militar.

 ENDEREÇO CERTO

A lei, diziam os bochichos de ontem, tem com o objetivo atender interesses do deputado Jesuíno Boabaid que faz todo o esforço para voltar a ser praça da PM, de onde foi excluído.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by