Em Linhas Gerais

“No meu governo não haverá espaço para politicagem!”, afirma Expedito – Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

 “O Senado brasileiro é como o céu, com uma vantagem: não é preciso morrer para estar nele”! Darcy Ribeiro

SAÚDE

Dessa vez a coluna ouviu o candidato Expedito Júnior, que lidera as pesquisas de intenção de votos em Rondônia, sobre as questões da Saúde. O candidato disse à coluna defender um “estado forte em saúde, educação, geração de emprego e segurança pública”. As mudanças estruturantes pretendidas por ele dá destaque a vários setores, “mas deve começar pela Saúde”.

DESFAÇATEZ

Expedito falou sobre “os milhares de rondonienses que estão na fila para exames” considerando que “isso é uma desfaçatez”. Segundo disse, caso eleito, “fará na saúde uma gestão integrada com municípios, hospitais filantrópicos e tecnologia aplicada”. Os sistemas e órgãos de Saúde não poderão continuar, como hoje, desconectados, acentuou o candidato do PSDB.

MORDOMIAS

Na opinião de Expedito o estado terá, sim, condições de fazer investimentos na área de infraestrutura desde que se faça o enxugamento nas despesas, limpando o estado de privilégios e mordomias, especialmente com a redução de secretarias comprovadamente ineficientes. Ele defende o governo mínimo, onde cada centavo seja bem aplicado, onde haja a verdadeira valorização dos servidores públicos, hoje desmotivados. Ao contrário de manter o governo cheio de comissionados Expedito pretende que os cargos sejam preferencialmente ocupados por servidores efetivos.

REMUNERAÇÃO

No segmento da Educação o candidato tucano defendeu a melhoria na remuneração dos professores e a adoção do período integral nas escolas estaduais. “As crianças não podem ficar pelas ruas, precisam ter atividades nas escolas, projetos culturais, mas para isso o governo precisa ter condições financeiras, precisa enxugar a máquina, cortando desperdícios”. O candidato foi enfático em se dizer que “é a chance de renovação na política rondoniense”. Na minha gestão não haverá espaço para a politicagem, concluiu.

BANCOS

A Presidência da República resolveu recorrer a um consórcio de bancos para reconstruir o Museu Nacional destruído neste fim de semana (muito mais por abandono e negligência do que pelo incêndio em si). Realmente já passa da hora das instituições que mais ganharam dinheiro no país nos últimos 13 anos compensarem ajudando a Nação. E não apenas na Cultura…

SEM APRENDER

O programa eleitoral na TV começou sem trazer novidade alguma em relação ao das eleições passadas. Continua chato no seu formato bizarro, incapaz de ser esclarecedor ou elucidativo para quem terá de escolher um candidato no dia 7 de outubro.

Se nesse ano há uma vontade maior de renovação da política, os candidatos que aparecem no horário eleitoral não pegaram o espírito da coisa. Entra eleição, sai eleição e os candidatos voltam a prometer as mesmas coisas. Eles demonstram que não aprenderam.

DESCRENÇA

A população não acredita mais em discursos e promessas feitas pelos políticos por uma única razão: grande parte delas nunca foram cumpridas. O povo que vive hoje sem saúde, educação e principalmente segurança, cansou de acreditar. É por isso que os rondonienses têm pouco ou nenhum interesse pelas eleições. O que é desalentador para a democracia já que a política é a principal arma para mudar a atual realidade do nosso País. Na realidade, o que sinto é que as pessoas estarão indo às urnas, ainda, porque votar é obrigatório.

COMPARAÇÃO

Este ano teremos a oportunidade de escolher um novo presidente, governador e modificar as bancadas no Congresso e Assembleias Legislativas. São as pessoas que ocuparão esses cargos que terão o poder de garantir a mudança. Realmente não é fácil escolher um dos candidatos apresentados até agora, mas é importante analisar as propostas e a capacidade de gestão de cada um. Vale também comparar os mandatos, já que muitos estão se apresentando para os eleitores pela segunda ou até mais vezes. Vale acompanhar as redes sociais, levantar o histórico de cada um, discursos e decidir. O que não podemos é deixar passar a oportunidade da mudança.

HONESTIDADE

Se nesse ano o eleitor estiver mesmo avaliando principalmente a honestidade dos políticos, será importante não esquecer que na construção do Espaço Alternativo, em Porto Velho, houve uma enorme maracutáia. E em função desse escândalo, um membro do governo Confúcio Moura e ex-prefeito de Ouro Preto, foram presos. E esse imbróglio ainda não chegou ao fim. O “homem do Confúcio”, depois da prisão, acabou ganhando o prêmio e virou deputado federal…

DÉFICIT

Apesar da previsão de receitas bater na casa dos R$ 3,3 trilhões, para o ano que vem, o déficit primário deve superar os R$ 140 bilhões para o período. Agora o assunto ficará nas mãos dos deputados e senadores na CMO – Comissão Mista de orçamento do Congresso.

PALAVRAS DE CIRO

O candidato a presidente da República pelo PDT, Ciro Gomes, disse numa entrevista que o apoio de Bolsonaro é “puxado por ricos, brancos e machos, o lado mais truculento e egoísta da sociedade”.

AUTOR: GESSI TABORDA –  COLUNISTA EM LINHA GERAIS

JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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