Em Linhas Gerais

Mostrando musculatura politica, gabinete de Edgar do Boi (PSDC) é destino de romaria de varias lideranças- por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Na política é difícil distinguir os homens capazes, dos homens capazes de tudo.” Henri Béraud (1885/1958), jornalista nascido em Lyon, França, mais conhecido pelo pseudônimo de Tristan Adaubert.

NÚCLEO DURO

PT, PDT, PCdoB, PSOL e Rede. Esse é o núcleo duro da oposição ao governo interino. Mas isso justificará, perante o eleitorado, a suposta decisão do senador Acir Gurgacz virar a casaca e votar a favor de Dilma no julgamento final do impeachment.

NO PÁREO

Boi2Edgar (do Boi) Tonial está demonstrando ter musculatura política para estar, e com força, no páreo da sucessão deste ano, como dirigente estadual do PSDC rondoniense. Seu gabinete no diretório do partido tem sido o destino de verdadeira romaria de militantes de seu partido demonstrando apoio à sua pré-candidatura a prefeito de Porto Velho. Além dos correligionários, Edgar do Boi tem recebido praticamente todos os dias numerosos dirigentes de outras siglas buscando acertar algum tipo de parceria com vistas à disputa municipal na capital e em cidades do interior.

DO BARALHO

dinheiro2Politicamente falando a família Donadon é mesmo do balacobaco. Nem as mais recentes decisões da Justiça punindo membros do clã com cadeia (Natan Donadon e Marco, respectivamente ex-deputado federal e estadual) foi capaz de arrefecer os ânimos dessa família a desistir da vida pública.

Ainda nessa semana, uma nova decisão do Tribunal de Justiça de Rondônia manteve a condenação aplicada a Marlon Donadon, o último membro da família colocado na prefeitura de Vilhena por escolha do eleitorado. A condenação do ex-prefeito Marlon em primeira instância, por improbidade administrativa, foi mantida agora pelo desembargador Roosevelt Queiróz, que rejeitou os embargos de declaração por parte da defesa do ex-prefeito.

DESAFIO

dinheiro2Mas a família Donadon não desiste da vida pública. Com a certeza de possuir um eleitorado cativo no cone sul do estado, que vota nos Donadons sem levar em consideração as várias condenações de membros do clã nos tribunais, por abuso de poder, improbidade administrativa e prática contumaz de corrupção, mais uma vez um nome do clã já está escalado para disputar a eleição desse ano em Vilhena.

A decisão do clã liderado por Melki soa como um desafio diante das autoridades do Judiciário, uma espécie de afronta à Justiça Eleitoral. Dessa vez é Rosani Donadon que estará escalada para manter a família no poder da principal cidade do Cone Sul. Ela é mulher do líder do clã (Melki) que não pode (como pretendia) concorrer por estar inelegível.

ALVO

dinheiro2Se a tendência do que ocorre hoje na política, Rosani pode ser – caso se eleja – um dos próximos alvos dos órgãos de controle externo e acabar se enredando em futuras operações de combate a corrupção. Sua cunhada, Rosângela Donadon, entrou na política para substituir o marido (Marco) na última disputa para o legislativo estadual. Se elegeu mas já é alvo de investigações por usar o mandato em benefício próprio. Há graves denúncias em relação ao carreamento de emendas parlamentares em favor até de uma fundação da família.

Pode ser que Rosani, se chegar à prefeitura, não aceite ser uma simples massa de manobra dos interesses escusos do clã. Afinal terá parâmetros para não meter a mão na cumbuca. É só lembrar o calvário que estão vivendo cônjuges de políticos influentes e espertos, como é o caso (só para exemplificar) da mulher de Eduardo Cunha, presidente suspenso da Câmara dos Deputados.

A VEZ DE DELFIM

DelfinLava Jato chegou ao nome de Delfim Netto depois de encontrar a planilha do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, nome oficial do “departamento de propinas”. Isso mostra como políticos que lavaram a égua com dinheiro público ou da corrupção correm sério risco de aumentar a fila daqueles que serão abatidos pela Lava Jato.

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TEM DE REZAR

VergonhaÉ provável que o eleitorado rondoniense definitivamente estará livre da eloquência de Mariton Benedito de Holanda, mais conhecido pelo codinome Padre Tom, um intransigente defensor das ideias petralhas em Rondônia, onde chegou a ser candidato a governador pelo PT, após uma passagem no baixo clero da Câmara dos Deputados. O Tribunal de Justiça manteve sua condenação por improbidade administrativa praticada quando foi prefeito de uma cidadela do sertão rondoniense. Com a decisão, a inelegibilidade de Tom vai durar cinco anos. Como se recorda, ele também perdeu a condição de padre por decisão de sua congregação religiosa.

AMEAÇAS

marcos-rogerioRelator do processo de cassação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, o deputado Marcos Rogério (DEM-RO) ainda sofre ameaças e pressões dentro e fora do Congresso. O deputado rondoniense não entrou em detalhes sobre as tentativas de intimidação. Enquanto não se decidir o destino de Cunha, o deputado vai receber escolta especial por agentes da PF.

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SEIS POR MEIA DÚZIA

Carlão1Não fará diferença alguma para o governador Confúcio Moura a substituição do líder do governo na Assembleia Legislativa. Jean Oliveira, o escolhido para função no plenário do Legislativo é filho do ex-deputado foragido da Justiça, Carlão de Oliveira. E como é do conhecimento público, o próprio Jean é alvo de denúncias e investigações por participação em esquemas de desvios e corrupção, como o escândalo que pôs fim à carreia política de Valter Araújo (o “irmão” Valter) e já colocou na cadeia ex-integrante do parlamento, como a robusta Ana da 8.

ESVAZIADA

ale3A homenagem prestada ontem aos 30 anos da Academia de Letras de Rondônia, no plenário da Assembleia Legislativa só encheu o plenário da Casa, com a vetusta presença de “imortais” e outras pessoas notáveis, como Euro Tourinho, o decano da imprensa rondoniense.

Mas na galeria, o número de pessoas presentes para assistir o ato não ultrapassou uma dezena. E mesmo assim manteve-se uma animação musical no estilo “premium” com a cantora Rose Chagas interpretando Dolores Duran, com a sempre lembrada “A noite do meu bem”, enquanto o incomparável Ernesto Melo interpretou “Porto Velho meu dengo”, de sua própria criação.

SE CUIDE

Olho vivoDeputado reconhecido como o “Rei das Portarias” pela extensa lista de nomes garantidos em boquinhas do serviço público através de cargos comissionados deve se cuidar. Suas atividades entraram na malha fina dos “Gaecos” da vida e o agendamento de uma visita dos homens de preto está em curso.

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TRAGÉDIA ANUNCIADA

Olho vivoÉ só alguém do ramo da segurança dar uma olhadinha no tipo de proteção colocada na rede elétrica de alta tensão suspensa um pouco acima do semáforo colocado pela prefeitura na confluência das ruas Pinheiro Machado com Marechal Deodoro. Se por motivo qualquer aquela rede tocar na armação tipo “Arco do Triunfo”, inventada por Nazif para mascarar sua árida gestão, certamente uma tragédia de grandes proporções vai acontecer naquela área.

Taborda

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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