Em Linhas Gerais

Mauro Nazif deveria estar preocupado com a hecatombe programada para cair sobre sua gestão – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Um livro aberto é um cérebro que fala; fechado, um amigo que espera; esquecido, uma alma que perdoa; destruído, um coração que chora”. Rabindranath Tagore (1861/1941), Filósofo indiano.

BRINCANDO COM FOGO

Fonte muito bem situada no segmento das instituições de controle externo disse à coluna que o prefeito Mauro Nazif deveria estar preocupado com a hecatombe programada para cair sobre sua gestão após o avanço de investigações em casos escabrosos como o da recente compra de tubos do tipo pvc por preços supostamente superfaturados.

CRENDO EM BLINDAGEM

O prefeito não deve acreditar nisso, continua com sua cara de paisagem até mesmo em situações de vexames já devidamente comprovadas. Esse é o caso do descumprimento das normas da Lei de Acesso à Informação (Lei Federal 12.527), uma clara comprovação de que o “prefeito 40) não considera a transparência pública nas ações do comando do munícipio portovelhense algo fundamental.

FALTA DE SAGACIDADE

As mais recentes denúncias contra o prefeito Mauro (boa parte tramitando na forma de inquéritos) demonstram claramente a falta de sagacidade desse político do PSB em gestão pública. As contratações absurdas de artistas intermediados por “empresas” de pastas, sem tradição e, como se informou, atém sem sedes administrativas, podem se repetir agora, quando o prefeito promove gastos milionários para a decoração natalina de uma cidade completamente desorganizada, cheias de mato pelas calçadas, terrenos baldios, praças esculhambadas, etc, etc.

IMPROBIDADE

Dizem que o prefeito, até agora não convenientemente punido por quem tem de defender o dinheiro público e o cumprimento das leis, se imagina um intocável e blindado político desse cenário em que a impunidade virou praxe. Afinal, depois de toda a armação com a questão do transporte urbano (a tal “solução emergencial”) ele supostamente permanece ileso e guarnecido na área do judiciário.

PIOR NOTA

Mas após a capital rondoniense ter aparecido no ranking nacional como uma das piores em relação à transparência exigida pela Lei de Acesso à Informação Pública, Mauro Nazif pode ser responsabilizado tanto administrativamente como pelo crime de improbidade administrativa. Ao contrário do que pensa o prefeito, a LAIP já pegou e a fiscalização exercida pelos órgãos de controle externo (Tribunal de Contas, Ministério Público Estadual e Federal) é cada vez mais intensa.

 AS NORMAS

Até agora a prefeitura não cumpre normas básicas da Lei de Acesso à Informação. A norma é clara ao impor a publicação de informações públicas na internet aos municípios com mais de 10 mil habitantes (artigo 8º) para municípios abaixo desse patamar há o dever de observância no quesito transparência da publicação de informações relativas à execução orçamentária e financeira, bem como ao atendimento à transparência passiva.

A disponibilização de informações deve passar pela publicação de maneira integral e individualizada da remuneração dos servidores bem como a íntegra dos editais, resultados e dos contratos firmados.

TRANSPARÊNCIA

Sem observar a transparência, o prefeito está sujeito a responder por ação judicial por improbidade administrativa, bem como o corte das transferências voluntárias ao município.

De acordo com a Lei de Acesso à Informação a regra é a transparência e o sigilo, exceção (artigo 3º, I), devendo a Administração Pública primar pelo fornecimento da informação quando é pública, restringindo seu acesso somente em casos excepcionalíssimos, devidamente fundamentados e regulamentados pelo município.

SUPEROU O MILHÃO

Desde meados de 2011, quando entrou em operação, a Asper Brasil prestou mais de um milhão de atendimentos pela rede de saúde particular de Rondônia. São consultas, internamentos, cirurgias, exames e procedimentos diversos disponíveis em todas as unidades credenciadas ao plano de saúde da Unimed. Os serviços são ofertados pela entidade por meio de um convênio com os servidores públicos. A instituição já assiste cerca de 30 mil vidas e deve atender a mais de 50 mil usuários do plano até o ano de 2019. A projeção é uma estimativa passada pelo presidente da Asper, José Francisco Pinheiro, durante cerimônia de posse do novo Conselho Deliberativo da associação, ocorrida na sexta-feira passada.

DICAS DA CONCEIÇÃO

A dra. Conceição Mesquita Taborda, mulher do colunista, tem sido cada vez mais procurada por pessoas com dores nas costas. É dela essa dica: Fatores como má postura, esforços decorrentes de atividades físicas excessivas ou inadequadas, excessos de carga, obesidade, estrutura ou carga genética, acidentes e outros, podem deformar a estrutura da coluna e causar dores intensas na região das costas.

PARA ALIVIAR

Os diagnósticos mais comuns são bico de papagaio (osteofitose), listese (escorregamento de vértebra) e hérnia de disco. O fortalecimento de musculaturas e da reeducação postural é eficaz contra as dores da coluna. A dra. Conceição faz esse atendimento de correção postural e reeducação do movimento. Os interessados podem marcar avaliações e consultas pelo fone 9226-2555.

SEMINÁRIO

Hoje tem seminário e oficina de preparação para o marco regulatório das Organizações da Sociedade Civil, em obediência à Lei 13.018/2014. Para o evento de amplo interesse do terceiro setor estão sendo especialmente convidados membros de instituições como secretarias executivas municipais, câmaras de vereadores, associações e fundações. O evento acontece no auditório do Tribunal de Contas. A abertura está programada para as 8 horas. O evento vai durar até às 18 horas dessa quarta-feira.

 GOVERNO DE FATO

Ele faz reuniões, dá ordens, emite opiniões como se fosse ainda o presidente da República. E viaja muito, principalmente para as regiões do país onde o PT está no governo estadual, como no vizinho estado do Acre. Dilma Rousseff ainda permanece nos palácios do Planalto e da Alvorada, mas quem governa o país hoje em dia é Luiz Inácio Lula da Silva, inventor, patrono e promotor da hoje inconveniente – para Lula e o PT – chefe do executivo brasileiro.

No Acre, Lula foi recebido por grupos de militância formados por servidores ligados ao governador Tião Viana e ao senador Jorge Viana. Que república!

FUNDO DO POÇO

Vamos voltar ao voto de papel, sem urna eletrônica. É o fundo do poço e mesmo assim Dilma continua na dolce vita, paga por nós, os otários contribuintes brasileiros.

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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