Em Linhas Gerais

Máfia dos Coiotes na POC: Pimentel prometeu “uma séria investigação”, melhor seria encaminhar pro MP- por Gessi Taborda

PARA REFLETIR

Olho vivoPodem anotar: no mundo dos altos negócios que se realizam no âmbito da gestão pública, a legalidade está sempre a um passo da ilegalidade. Isto quando não está imersa na total ilegalidade. Não tem precedentes a entrega do transporte público para uma simples empresa reconhecida apenas como de fretamento de ônibus.

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 RAUPP PERDE FÔLEGO

RauppApesar de ser o nome mais importante do PMDB no estado, Valdir Raupp não demonstra ter maior interesse em disputar o governo rondoniense em 2018. Sem ele, seu partido corre de ficar sem nome para disputar a sucessão (se alguma manobra der certo para manter Confúcio Moura, que está cassado, na gestão (??) do governo até 2018) e assim o PMDB corre o sério risco de ser varrido do poder rondoniense.

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 REALISTA

RauppQuando o barbudo senador gestado em Rolim de Moura deixa escapar sua indecisão em disputar novamente o governo, Valdir Raupp demonstra estar com os pés no chão. Vai, como já se ouve nas quebradas desse mundaréu, simplesmente vai continuar quietinho (isso se conseguir blindar-se para escapar dos pepinos existentes contra ele em nível de Judiciário) no Senado.

Valdir Raupp hoje não é mais aquele político caipira em princípio de carreira. Não, hoje ele não gosta de correr riscos. E embora não diga nada, sabe melhor que ninguém que a péssima avaliação do (vá lá) governador Confúcio Moura, compromete seu futuro político e até o de sua mulher, a deputada Marinha Raupp. A fragilidade do governo Confúcio, sem ter nem um vislumbre de agenda positiva, atinge em cheio o PMDB rondoniense, até para a disputa das prefeituras no próximo ano. O cenário nunca foi tão ruim, eleitoralmente falando, para o casal Raupp como agora.

 DÍVIDA DO JORNALISMO

fifa-logo1A cobertura dos grandes veículos de comunicação de Rondônia é péssima. Feita sem convicção (principalmente no noticiário televisivo), quase sempre em pautas tratando do óbvio ululante ou então de temas totalmente insossos, dispensáveis, isso quando não dá destaque a temas da imprensa nacional, requentando matérias.

E perdem oportunidades de pelo menos aguçar a curiosidade e o interesse do respeitável público rondoniense. Nesse sentido, de um modo geral, os jornalões e imprensa televisiva ficaram devendo uma cobertura do possível desdobramento da corrupção do futebol nesse pedacinho do Brasil.

 E O HEITOR?

fifa-logo1Deveriam pelo menos ter ouvido o reflexo da prisão de José Maria Marin e outros cartolas com personalidades do mundo da bola em Rondônia. Sequer ouviram o nosso amabilíssimo Heitor Costa, que por décadas está no comando da Federação de Futebol de Rondônia.

Pode ser que Heitor não se sinta a vontade para comentar o escândalo que envolve a CBF, por uma questão de solidariedade à cúpula da Confederação. Todavia, era importante que dissesse se essa situação de crise da cartolagem do futebol pode ter reflexos no estado.

 À DERIVA

Eleicoes1Embora no ninho tucano exista a simpática figura de Mariana Carvalho, um nome pé quente em disputas eleitorais, os integrantes do PSDB rondoniense (especialmente os da capital) estão meio à deriva, quando se trata de montar a escalação dos que irão disputar a eleição de prefeito do próximo ano.

Ainda não há definição sobre a possível candidatura de Mariana em 2016 e nem a movimentação dos tucanos mais emplumados para a formação de alianças com vista a desalojar Mauro Nazif do comando da prefeitura.

Aliás, até o presente momento os tucanos não demonstraram nem mesmo competência para fazer oposição ao prefeito que mesmo enfrentando um alto índice de rejeição continua botando fé numa improvável reeleição.

 INDÍCIO DE DEGRADAÇÃO

Coiote33Para leitores da coluna não é nenhuma novidade o grau de degradação em que se debate o governo rondoniense. Certamente a denúncia do jornalista Gomes  Oliveira sobre a atuação de “coiotes” na Policlínica Oswaldo Cruz é apenas mais um balizamento de como a degringolação passou a ser uma rotina na gestão (??) do político cassado que, mesmo assim, governa Rondônia.

A denúncia do jornalista sobre a comercialização de “vagas” para consultas e encaminhamentos na POC foi feita com o acostamento de vários documentos mostrando a ação da máfia. De tão explicita a mutreta, Williames Pimentel, titular da pasta da Saúde, prometeu “uma séria investigação”.  Isso não significa muita coisa. Então, é melhor apelar para o MP.

 PARECE HUMOR

vergonhaO vereador Chico Lata foi autor de um projeto, vetado pelo prefeito Nazif, com todas as características de uma grande gozação. O projeto “estabelece as diretrizes gerais (??) para a promoção de acessibilidade de pessoas portadores de necessidades especiais” nos cemitérios de Porto Velho.

Chega a ser hilário se falar disso, pois a prefeitura da capital rondoniense não consegue sequer acabar com o matagal que toma conta do Cemitério de Santo Antonio. A situação de sujeira, abandono, falta de conservação faz com que seja uma ação quase impossível identificar os túmulos e o nome de quem está sepultado ali.

 ABSURDO

vergonhaO que não faltam são absurdos nas propostas dos atuais vereadores. É o caso, por exemplo do pastor Delson. O edil teve sua proposta (ainda bem) rejeitada pelaComissão Permanente de Constituição, Justiça e Redação – CCJR. O projeto do tal edil dispunha sobre a instalação e criação de atendimentos (como cara pálida?) aos munícipes com deficiência auditiva e surdo-cegos, em grandes supermercados, hipermercados, atacadões e similares, no âmbito do Município de Porto Velho. Mera demagogia.

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 DOAÇÕES: PODE MUDAR

congresso22As emendas sobre financiamento privado a candidatos e sobre o financiamento público foram derrubadas pela Câmara. Foi aprovado o financiamento privado apenas a partidos e de pessoas físicas a candidatos. Está aí a primeira polêmica. Os partidos são pessoas jurídicas, logo doações às siglas partidárias não poderiam ser repassadas aos candidatos. A aprovação foi em 1º turno, por 330 votos a 141. Para ser confirmada a emenda são necessários pelo menos 308 votos no 2º turno. Mas a polêmica sobre a proibição do repasse dos partidos aos candidatos pode mudar o resultado.

 BLINDAGEM

Lula23Essa é a justificativa do Palácio do Planalto para não divulgar os gastos de Rosemary Noronha, ex-secretária de Lula e amiga do ex-presidente, com o cartão corporativo do governo. Rosemary é acusada de tráfico de influência, corrupção passiva e formação de quadrilha, mas as investigações sobre o escândalo não foram aprofundadas para preservar Lula. Essa é a verdade. Nem houve interesse em apurar o caso do transporte de dinheiro para o exterior.

 NA LINHA DE TIRO

FOGAÇAO vereador Everaldo Fogaça (que coincidentemente é o dono do site O Observador) colocou a Semes na linha tiro, exigindo cópias de todos os processos de compras da Secretaria Municipal dos Esportes desde o ano de 2014. “Tudo indica que aquela secretaria vem sendo usada pelo senhor Rafael Claros para trabalhar sua futura candidatura a vereador”, destacou o vereado Fogaça no seu requerimento de informações.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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