Em Linhas Gerais

Lula na lista dos dez presidentes e ex-presidentes mais corruptos da história do planeta. por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“É que tem mais chão nos meus olhos do que cansaço nas minhas pernas, mais esperança nos meus passos do que tristeza nos meus ombros, mais estrada no meu coração do que medo na minha cabeça.” CORA CORALINA (1889/1985), foi o pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, contista, poetisa considerada uma das principais escritoras do Brasil. Seu primeiro livro foi publicado quando já tinha 76 anos de idade.

LEITOR

Essa é uma opinião do leitor Luiz Aparecido, que vale a pena registrar: “Janot foi o único procurador até agora que teve coragem de denunciar os maiores criminosos do país que estão em Brasília. E o erro que cometeu (em relação aos irmãos Joesley e Uesley) está sendo consertado. Sabemos que dificilmente a indicada por Temer para a PGR, Raquel Dodge, levará esse trabalho como Janot leva.”

NÃO HÁ CONSOLO

A situação de decadência no Brasil, estimulada pelo pensamento esquerdizante com as artimanhas do politicamente correto, nunca esteve num ponto tão perigoso para as aspirações de se fazer do Brasil um país sério, respeitável, capaz de romper com todo o ranço terceiro-mundista.

Poderia dizer aos meus leitores que estou finalmente naquela zona de conforto de quem se aposenta e passa a esperar apenas o resgate do pouco tempo à sua frente. Mas isso não é consolo. É lamentável ver exemplos de que como a patuleia e lideranças (pseudas) ainda prestam homenagem a figuras medíocres, para não se dizer ligadas a núcleos de corrupção.

EXEMPLO GRITANTE

Chega a causar asco comprovar que ainda existe um povo desvairado para apupara um personagem como Lula. Ele já foi “o cara” para o ex-presidente dos EUA, Barack Obama. Foi aclamado em diversos países, recebeu dezenas de títulos “honoris causa” mundo afora. No período de menos de duas décadas, Luís Inácio Lula da Silva passou de “grande herói brasileiro” ao (ex) presidente mais corrupto do mundo. “The Economist” coloca o ex-presidente na liderança dos corruptos do mundo, maior até do que Sukarno e Ferdinando Marcos.

AOS LEÕES

Embora jogue seus antigos parceiros aos leões (e muita gente quer saber a razão dele ter levado para seu governo e imposto a Dilma a presença do “simulador e mentiroso” Antonio Palocci), Lula se envolveu em tantas falcatruas e ilegalidades que já começa a imputar os erros à esposa morta. É, como se vê um discurso sem nenhum lastro, mas mesmo assim ainda causa frisson em uma parte das pessoas fanatizadas por esse esquerdismo mambembe que simplesmente sugou boa parte da riqueza nacional.

INCOMPETENTE

Há em Rondônia muitos discípulos dessas jogadas petralhas. Sujeito entra na política com uma mão na frente e outra atrás, se envolve em todo tipo de maracutáia e escândalos, fica multimilionário e mesmo, quando é denunciado por instituições da Justiça ainda tem a cara de pau se apresentar como vítima. Afinal, não é isso o que ocorre agora em relação a um senador que terá de disputar a reeleição no próximo ano?

Voltemos, portanto, ao modus-operando do ex-presidente já condenado a quase 10 anos de cadeia. E o que é pior para um governante: ele nunca soube de nada, nunca autorizou nada e nem participou de nada. Sendo assim, é um grandessíssimo incompetente que não merece ser eleito nem para síndico de prédio já que não tem ideia do que seus comandados fazem.

VOLTEMOS A LULA

Pois bem, mesmo diante de suas negativas, ironias de sentido dúbio ou ataques aos antigos “companheiros”, Lula mais uma vez vê-se em palpos de aranha não apenas aqui, mas perante a opinião pública mundial. A revista britânica The Economist fez uma lista dos dez presidentes e ex-presidentes mais corruptos da história do planeta. Os critérios usados pela revista levam em consideração elementos como processos, condenações, frequência da corrupção, duração da corrupção, propagação da corrupção e gravidade da corrupção, capacidade dos que cometem corrupção operarem com impunidade.

DESPREPARADO

Os editores da publicação afirmam que não há dúvidas da falta de preparo do ex-presidente, uma vez que, durante seu governo (2003 a 2010), o mesmo não conseguiu elevar o país ao patamar previsto, mesmo com absurda arrecadação de impostos. Elementos como educação precária, saúde pública de baixíssima qualidade e falta de segurança generalizada no Brasil deixados por Lula, também foram usados como ponto de análise.

ULTRAPASSOU

Com isso, ele conseguiu ficar à frente (vejam só!) de Mohamed Suharto (Indonésia); Ferdinand Marcos (Filipinas); Mobutu Sese Seko (Congo); Siobodan Milosevic (Sérvia); Saddam Hussein (Iraque); Sani Abacha (Nigéria); Alberto Fujimori (Peru); Htin Kyaw (Myanmar); e Spiro Agnew (vice-presidente dos EUA). Como se pode ver, alguns deles foram apeados do poder e deixaram atrás de si uma terra arrasada, um país quebrado e com milhões de mortes nas costas.

VERGONHA

Os chamados jornalistas da “mídia televisa”, das colunas amestradas, da imprensa sustentada com dinheiro público não tem coragem (já que está comprometida em defender quem está no governo) de desnudar políticos rondonienses para o eleitorado local.

Jamais terão a honradez de afirmar nos títulos e manchetes que políticos como Valdir Raupp, como os Donadons, como a linhagem daqueles que estão foragidos (alguns presos) são uma vergonha para o Estado. São políticos muito parecidos com o próprio Lula.

VARRIDOS

Lula, que sempre gostou de se cercar de figuras antidemocráticas, como Fidel Castro, Hugo Cháves e Evo Morales, entre outros, hoje encabeça uma lista que enche de vergonha um país onde a distância entre os mais ricos e mais pobres continua se aprofundando. Muito semelhante à Rondônia. Aqui a inteligência popular varreu para o abismo o PT e seus petralhas. E em relação ao time que manda hoje no Estado? Vai acontecer o mesmo?

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by