Em Linhas Gerais

Laurita Vaz, Ministra do STJ – Esse nome assusta as noites do governador Confúcio.- por Gessi Taborda

 MEA CULPA

EDGAR-DO-BOI-CAPAO presidente do PSDC no estado, o empresário Edgar do Boi, intensifica na próxima quinzena as atividades preparatórias para o PSDC entrar prá valer nas campanhas pelas disputas das prefeituras e câmaras de vereadores no próximo ano.

Sobre a prefeitura de Porto Velho, o presidente explica que “vai colocar seu nome” como uma alternativa do PSDC para por ponto final no governo de Mauro Nazif.

Para ele, com o prefeito do PSB, a capital passa por um dos momentos mais delicados do município, sofrendo com a crise de autoridade e de credibilidade. “Quem for prefeito de Porto Velho tem de romper as fronteiras dos interesses paroquiais e ouvir as ruas… Nazif está devendo um mea culpa pelo fracasso de governabilidade desses anos à frente do Executivo municipal”, disse.

 É DE LASCAR

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O trânsito em Porto Velho vive um período de degradação imutável. Os acidentes se sucedem, sem que haja nenhuma ação da autoridade pública para, através da fiscalização, reduzir o perigo crescente. Quem é motorista testemunha todos os dias no trânsito da capital rondoniense as aberrações de condutores (especialmente motoqueiros) que teimam em praticar a direção perigosa, as ultrapassagens proibidas, a condução ilegal (em motos) de caronas e até crianças de colo. Tudo isso acontecendo e os agentes de trânsito da prefeitura preocupados apenas em movimentar a indústria da multa por estacionamento em locais proibidos.

O Brasil gasta, em média, R$ 16,1 bilhões em decorrência de acidentes de trânsito. Do montante, R$ 10,7 bilhões é o custo decorrente das mortes. O restante, R$ 5,4 bilhões, com os feridos. Os dados estão no Retrato da Segurança Viária 2014, elaborado pelo ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária), ligado ao Ministério da Saúde.

 AUSÊNCIA DE AÇÕES

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Para ter uma ideia, o montante é tão grande que apenas 35 dos mais de cinco mil municípios brasileiros possuem PIB (Produto Interno Bruto) superior a esse valor.

As estatísticas colocam o país na posição 148 em um ranking internacional de segurança no trânsito, atrás até mesmo da Índia, reconhecida pelo caos no tráfego.

Em Porto Velho faltam ações coordenadas entre os órgãos de trânsito e o que mais preocupa é a ausência de ações permanentes e efetivas por parte dos executivos.

 FATORES DE RISCO

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Em Porto Velho nada demonstra preocupação do poder público com a tragédia do trânsito. Com seus “guardinhas de trânsito” fardados como se fossem a polícia fascista de Mussolini, quase nada se faz contra os motoristas que costumeiramente praticam os fatores de risco no trânsito. A prioridade, inegavelmente, é manter funcionando a fábrica de multas, especialmente em áreas onde faltam vagas de estacionamento, obrigando um grande número de motoristas ao estacionamento em espaços proibidos.

 AGENTES CEGOS

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Os principais fatores de riscos conhecidos no trânsito de Porto Velho são: velocidade, álcool, ultrapassagens perigosas (com destaque os feitos por motoqueiros), avanço de sinal, conversões proibidas, estacionamentos em filas duplas, uso de celular por quem está conduzindo veículos e ciclistas na contramão. Se os fiscais do trânsito pagos pela prefeitura agissem contra esses fatores, certamente os números de acidentes e de vítimas no trânsito seriam reduzidos.

 COVARDIA

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Há um número significativo de vereadores que não “engolem” o secretário da Semtran da capital rondoniense. Isso não é motivo de preocupação para o prefeito Mauro Nazif. Os vereadores não tem coragem de cobrar a saída do “coronel”, grande responsável pelos equívocos que mantém o trânsito da cidade caótico. Na Câmara, a tendência da maioria dos edis é de continuar do lado que a vaca deita.

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 VAI COMEÇAR

PTTVem ai finalmente as nomeações de segundo escalão do governo federal. Esse é um fato capaz de afetar ainda mais o embate entre a petezada e o time do PMDB, sem se falar na fome de outros partidos da base aliada de Dilma por conseguir cargos para seus protegidos.

Como por aqui o PT foi o grande derrotado nas últimas eleições, há um temor de cargos até recentemente garantidos para o pessoal da estrela mude de mãos a partir de agora. Fonte da coluna garantiu que as mudanças chegaram a áreas como o Sivam, o IPHAM e outros sítios antes utilizados para saciar o desejo de petistas sempre ávidos em conseguir estipêndios para garantir a vida de quem já se acostumou ao haute-monde.

 NÃO OUVE

RauppPeemedebistas mais ligados ao cacique Valdir Raupp comentavam ontem informalmente que o senador não pode ser responsabilizado pelos desacertos de Confúcio na sua ação política, pois o governador (que continua cassado) não ouve os conselhos do barbudo de Rolim. Mesmo não considerando o senador barbudo nenhum Rasputin, certamente o filósofo de Ariquemes, que continua perdido no meio da crise, deve estar cercado de conselheiros muito ruins.

 SINTOMA

Olho vivoA maior retirada líquida da poupança acontece nesse período para o pagamento de dívidas dos poupadores. Um dos sintomas mais claros de uma crise econômica é quando a classe média começa a “raspar” as economias para fazer frente aos gastos do mês. O endividamento está aumentando e os juros do cheque especial e do crédito rotativo crescendo. A situação vai piorar.

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 UM SENÃO

Dep_JesualdoCertamente Jesualdo Pires, paulista de Presidente Bernardes, está inscrevendo seu nome como um hábil político rondoniense. Depois de uma passagem consagradora pela Assembleia, o político do PSB vai desempenhando um seu mandado de prefeito de Ji-Paraná com uma aprovação de matar de inveja seu colega de partido, Mauro Nazif, o prefeito de Porto Velho.

Mas um leitor da segunda maior cidade rondoniense afirmou para a coluna que Jesualdo na verdade joga mais para a plateia, exatamente para faturar espaço na mídia que quase não faz questionamentos em torno de sua gestão. E o leitor continua: “Por que ninguém cobra de Jesualdo os motivos que o levaram a inviabilizar a chegada da rede Havan na cidade?”. Devido aos obstáculos colocados perante os investidores da Havan, eles preferiram colocar a loja na cidade de Ariquemes.

 LAURITA VAZ

Ministra-Laurita-Vaz-22Este é o nome que assombra, e muito, as noites do governador rondoniense. Foi ela quem determinou que Confúcio fosse levado coercitivamente, a depor na Polícia Federal. Ela é a ministra que deverá por ponto final na carreira política de Confúcio quando julgar inquérito onde o governador é apontado como membro de organização criminosa que desviava dinheiro do erário para enriquecimento ilícito e custeio de campanhas eleitorais.

 FALIDO

VergonhaEm termos de política cultural o estado rondoniense e o município de Porto Velho mostram de forma indelével a falência de seus governantes. Antes havia uma desculpa: Porto Velho não tem uma casa de espetáculo, um teatro à altura das grandes manifestações de cultura, das grandes peças teatrais. Bom, o teatro (depois de quase 20 anos) ficou pronto, mas não tem servido para nada. Existe, pelo visto, como um teatro fantasma…

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CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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