Em Linhas Gerais

Já em curso tenebrosas transações visando financiar a sucessão – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“A melhor maneira de ser livre é ser culto.” JOSÉ MARTI (1853/1895), foi político, intelectual, jornalista, filósofo e poeta cubano. Seu pensamento ganhou caráter universal. Ele foi o grande mártir da independência de Cuba em relação à Espanha.

 BURACOLÂNDIA

Dados da própria prefeitura de Porto Velho confirmam o deplorável estado das ruas da capital dos rondonienses. Até agora, diz o informe, a prefeitura já gastou “cerca de 6 mil toneladas” de asfalto na operação tapa-buracos, algo como 500 caçambas para transportar o produto… E mesmo assim, as ruas continuam dando a ideia de que vivemos numa “buracolândia”. Até em bairros como o Flodoaldo Pontes Pinto (antigo Calama) onde os buracos continuam cada vez maiores, apesar da promessa do prefeito e de seu vice em resolver o problema, a situação é desesperadora.

 GOZAÇÃO

É claro que tudo isso não passa de mais um truque de madame, de mais uma tentativa de políticos devidamente queimados em investigações da corrupção pela Lava Jato no estado, tentando enganar o povão na eterna prática de enrustir a brachola.

E ai vem um tal de “carioca” (de onde?) de uma tal de “Assofermadmoré” (que nome, parece marca de purgante!) falar da entrega de um projete de “recuperação” da Madeira Mamoré ao ministro Beltrão, do Turismo, acompanhado do casal Raupp, no valor de (isso mesmo) R$ 4 milhões. Em última análise, isso não significa nada.

Afinal, mais de 20 milhões foram torrados só na praça da Madeira Mamoré. Não resolveu nada e só serviu para alegrar corruptos. Se não for gozação é mais um exercício de ingenuidade de quem continua acreditando em duendes e papai-noel.

 SEM SE MEXER

A veiculação da peça de publicidade promocional, paga com o meu e o seu dinheiro, para alavancar uma dessas bandas de rock desconhecidas, batizada nessas paragens de “Versalles” (ou seja, nada!) continua. E na Assembleia (rá,rá,rá,rá,rá.. A casa do povo! Que povo?) e no Ministério Público ninguém se mexe contra esse absurdo. Continuam levando na conversa o deputado cristão e probo, Maurão de Carvalho. Ah! tá: então a ordem é não negar nada para o arremedo de agência que bola essas maracutaias? Fale alguma coisa MP! Se explique TCE…

 PESO

Mais do que nunca Rondônia precisa de políticos capazes de sentir o peso da responsabilidade da representação popular de respeitar os gastos do dinheiro público. E precisamos também de agentes do Judiciário que não precise de pressão popular para agir.

 TIPO MORO

Precisamos de homens da toga como os procuradores da Lava Jato e como o Juiz Sérgio Moro, que não se acovardem diante da falta de brio de dirigentes públicos que permitem o saque do dinheiro do contribuinte nesses esquemas desavergonhados. Não há, na história de nenhum legislativo brasileiro, um parâmetro capaz de justificar essa desavergonhada, desnecessária e estúpida propaganda paga com o dinheiro de todos nós, contribuintes do erário.

 CODINOME

Ontem o comentário da manhã entre jornalistas da Assembleia Legislativa foi aberto em torno da revelação de outro codinome criado para identificar a ex-presidente Dilma.  É ironia do destino. Dilma, que usou muitos codinomes quando lutou contra o regime militar, acaba sendo apanhada com outro codinome, em plena democracia, criando-se uma nova versão do velho ditado, porque agora pau que dá em Wanda também dá em Iolanda.

 RAINHA DA TRAGÉDIA

Prestem atenção no currículo de Dilma e (se é o seu caso) se pergunte: como votei nessa mulher? Seu currículo é impressionante. Foi uma tragédia como empresária, faliu uma loja de produtos R$1,99. Repetiu a dose como governante  ou governanta, como prefere. Seu grande orgulho era não se meter em crimes e irregularidades. A partir de agora, diante da delação de seus marqueteiros, Dilma não tem mais nada para se orgulhar.

 DERRUBADO

Confúcio Moura cultivou sempre o papel de “político todo puro”. Agora, enquanto fica ai escrevendo besteiras em seu blog (coisas como o seu “teletransportador”) sua situação vai piorando cad.

O sempre bem informado jornalista (e advogado) Robson Oliveira revelou na sua coluna (que está na mídia) a real possibilidade de Confúcio ser afastado do governo. Enquanto não é derrubado do cargo, o governador insiste em ideias malucas, como a de que os rondonienses passem a criar peixes no fundo do quintal… quá!quá!quá!

 BNDES & RONDÔNIA

Então, finalmente, a Polícia Federal chegou ao BNDES seguindo a trilha do Friboi. E ai surge a pergunta que não quer calar: será que vão chegar aos “empresários” rondonienses (alguns reconhecidos como políticos) que foram mimoseados com a grana fácil da instituição?

 TENEBROSAS

Já começam a deslanchar tenebrosas transações entre políticos prontos a disputar (a qualquer preço) o governo do estado e representantes do alto capital, objetivando financiamento da caríssima campanha que se avizinha. Ainda há quem acredite na facilidade de conseguir (até ilegalmente) financiadores para os projetos milionários de poder depois de tudo o que vimos nesses últimos meses.

 INÚTIL

É uma piada sem graça de alguns “jornalistas” colocar o Lindomar Garçom como algum representante importante do povo na Câmara dos Deputados. Até agora ele só se destacou como “Papagaio de Pirata”, papel desempenhado com insistência a partir do impeachment de Dilma.

A triste verdade é uma só: Lindomar é completamente inútil e omisso. Perdeu o cacife político até na cidade de Candeias. Não controla ninguém da política de lá. Deve estar na Câmara dos Deputados só para desfrutar das prebendas, do foro privilegiado e das mordomias.

 VAI DISPUTAR

Caetano Neto não é apenas um advogado respeitável. Ele preside a Associação de Defesa dos Direitos da Cidadania, a ADDC, e tem livre trânsito no mundo político. Nesse segmento já desempenhou várias funções e chegou a chefiar, por um longo tempo, o escritório político de Odacir Soares, quando este (no passado) se intitulava o senador da BR364. Pois é: agora Caetano está decidido: vai disputar o Senado no próximo ano. Terá como suplente Arlindo Xavier, de Ji-Paraná. O partido pelo qual pretende sair candidato ainda é uma incógnita.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by