Em Linhas Gerais

Hildon se comprometeu a requerer uma “Tomada de Contas Especial” por parte do TCE/RO- a sociedade vai aguardar com ansiedade- por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Está comprovado: a corrupção é vista pela primeira vez como o maior problema do país e isso faz com que os cidadãos, em qualquer urbe, se mantenham cada vez mais de olhos abertos. E isso, podem anotar, não permitirá que os políticos tenham um clima de maré mansa em 2018.” Gessi Taborda (1951), jornalista com passagem por várias redações, colunista do Alto Madeira , analista e consultor político.

 REPERCUSSÃO

Se alguém tem dúvidas sobre o maremoto em formação para tragar políticos tradicionais de Rondônia na refrega eleitoral de 2018, quando irá acontecer a disputa pelo governo estadual e pelas cadeiras no Legislativo (federal e estadual) é melhor ver a reação do público ao artigo “A visita do Ministro e o Culto à Mediocridade”, do jornalista Arimar Souza de Sá, retratando a festa de inauguração da “rampa” (ou, como querem os políticos, a segunda pista do “viaduto” do Roque) de uma obra que continua ainda fazendo parte da manada de elefantes brancos deixadas de herança pela falecida gestão petralha.

 O DESCARAMENTO

Graças à foto (que se pretendeu histórica) mostrando os alegres Valdir Raupp bem ao lado do deputado federal Nilton Capixaba e este ao lado de Marinha Raupp; tendo ainda outras figuras de proa como Ivo Cassol e o governador Confúcio Moura, todos comemorando a inauguração daquele arremedo de viaduto pelo ministro dos transportes, Maurício Quintela. O artigo publicado por Arimar recebeu centenas de manifestações populares deplorando “a foto do descaramento” e apoiando o corajoso texto do jornalista e advogado que se confessou perplexo com a coragem dos políticos. Também pudera! Fazer uma festa com a presença do ministro para inaugurar uma simples via duplicada do elevado “que nem está definitivamente pronto”, depois de mais de uma década de paralisação, não pode ser outra coisa senão um descaramento diante do povo.

 VERGONHÓDROMO

Diante da fauna política tentando tirar vantagens na tardia inauguração de uma obra que, mesmo inacabada já está simplesmente ultrapassada diante das exigências viárias da capital rondoniense, tudo registrado em fotos com esses personagens caricatos da política local, certamente o tal elevado do Roque deveria ser chamado a partir de agora de “Vergonhódromo de Porto Velho”. Pode ser que alguém considere esse nome mais apropriado para outra enorme enganação do governo do estado, o tal “Espaço Alternativo”.

 O ADEUS

Sinceramente esta é uma nota que jamais gostaria de publicar. Lá se foi o amigo e companheiro por longa data, o jornalista Marco Antero Soter. Por ter sido em vida um sujeito de sangue bom, um ótimo escriba, certamente estará na formação da plêiade dos jornalistas de qualidade de Rondônia que neste momento rodeiam o trono do Criador.

 PERU

Muitas coisas da para se falar desse país de paisagens verdadeiramente cinematográficas, tanto no seu altiplano, nas regiões da Cordilheira dos Andes e na sua Amazônia fronteiriça com o Brasil. Retorno da viagem com a certeza de que o Peru tem muito a contribuir com o Brasil, principalmente com exemplos da integridade de seu povo que não abandona suas raízes históricas e suas ligações espirituais com a cultura pré-incaica.

Quando você pode ver de perto soluções simples e práticas de cidades como Puerto Maldonado, fica fácil constatar que Porto Velho não avançou nada em ações para o desenvolvimento do turismo (não fomos capazes sequer de inovar no quesito, só para citar um, dos mototáxis que em Maldonado se integra ao turismo, por sua originalidade), da implantação da fruticultura ou na preservação de nossa riqueza ecológica.

 INEXISTE

O governo Confúcio Moura é um falastrão, especialmente quando resolver praticar o psitacídeo no seu blog particular sobre métodos e meios de gestão. Ele bem gosta dessas pejorações quando o assunto é segurança, algo que praticamente nem existe nos tempos atuais. O governo do PMDB é responsável pelo aumento da deficiência desse segmento. O reflexo dessa realidade está visível no aumento dos assaltos, dos homicídios por todos os estados.

Nessa semana a violência cometida por marginais e quadrilhas organizadas começou no sul do estado, onde um integrante do clã Donadon acabou se tornando vítima e chegou à capital. Em Porto Velho mais uma vez os marginais agiram com crueldade, baleando uma PM que reagiu ao assalto.

 DESORIENTADO

O governo Confúcio é um admirador do estilo da caserna, mas parece não saber orientar o segmento de combate ao crime.

A política de segurança pública vai sendo conduzida como convém ao governador e não como deseja o cidadão-contribuinte-eleitor. E quando se trata de segurança nos municípios, o que se verifica é que ela existe desconectada de uma política para o combate à criminalidade. Há casos de vários municípios sem a presença da autoridade policial e sem os recursos necessários para a atuação dos membros da Segurança Pública.

 DEVASSA

O prefeito Hildon Chaves se comprometeu durante a campanha a requerer uma “tomada de contas” especial por parte do TCE, visando aferir a realidade como verdadeiramente está a situação da prefeitura de Porto Velho, ou seja, o tipo de herança a ser colocada em suas mãos pelo gestor derrotado Mauro Nazif. A promessa não pode ser deslocada para o baú das providências não prioritárias, como fez o (ainda) o prefeito Mauro em relação ao seu antecessor petista.

 DONO

Mauro – que nem apareceu na “inauguração” do elevado do Roque – levou sua gestão municipal como se fosse o dono da cidade e colocou seu próprio irmão como homem forte da administração municipal Há todo tipo de informes sobre métodos utilizados que traiam os princípios republicanos.

É preciso que as providências prometidas por Hildon durante a campanha sejam efetivadas, não como uma mera vingança, mas como um abrir de cortinas sobre supostas camuflações da contabilidade em favor de prestadores de serviços e empresas contratadas sem maior clareza para serviços de coleta de lixo, transporte urbano e vai por ai afora. É difícil acreditar que não haja, atrás das cortinas, uma imensa podridão na gestão que finalmente chega ao fim.

 CUIDADO

Hildon Chaves esteve na alça de mira, durante a campanha, dos “comunicadores” de aluguel. Sofreu não simples críticas, mas ataques pessoais à sua honra, inclusive com calúnias que certamente deixaram marcas indeléveis em sua família.

O novo prefeito não deve dar o beneplácito do esquecimento aqueles sites/colunistas que sempre aceitaram o papel de aloprados, cooptados e aparelhados. Azar deles se mais uma vez fizeram o papel de burros úteis dos “caciques” partidários e políticos. Cobra, como dizia meu avô Valdevino Taborda, se mata no ninho.

APAVORADOS

É cada vez maior o número de trabalhadores do estado sindicalizados no Sintero apavorados com o enorme índice de reajuste do plano de saúde. Tem muita gente temendo não conseguir mais pagar o tal plano, diante das cobranças às vezes superiores ao rendimento que cada servidor do segmento da Educação está recebendo do Estado.

Há muitos sindicalizados imaginando que a tal Asper – entidade do Sintero – não é outra coisa senão uma comercializadora de Plano de Saúde onde o único objetivo é manter o lucro crescente. Certamente alguma autoridade pública do Controle Externo precisa dar uma checada no acontece naquela zona cinzenta onde a imensa classe do magistério deixa o seu suado dinheiro.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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