Em Linhas Gerais

Gravações de Sergio Machado (Ex presidente Transpetro) arrebenta com parlamentares de vários partidos- por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Homem que desmunheca e mulher que pisa duro não enganam nem no escuro”. Stanislaw Ponte Preta (1023/1968), pseudônimo de Sérgio Porto, criador do Febeapá (Festival de Besteiras que Assola o País). Sua carreira jornalística foi consolidada em redações das revistas Sombra e Manchete, e jornais como Última Hora, Tribuna da Imprensa e Diário Carioca. Foi o autor do Samba do Crioulo Doido e criou o concurso As Certinhas do Lalau.

NINGUÉM ESCAPA

Confúcio costuma apresentar sempre um largo sorriso nas suas manifestações públicas, como ocorre em seu blog, dando a ideia de que não está nem ai com todas as denúncias e suspeitas implicando sua gestão em atos de corrupção, registrados desde sua assunção ao governo rondoniense.

Mas consta agora, nas informações de cocheira, existir um ar de preocupação do mais importante chefe da administração pública rondoniense, motivado principalmente pelos novos lances das gravações feitas entre corruptos e a cúpula peemedebista colocando no centro do jogo os governadores estaduais.

BOMBA

Em um dos trechos das gravações clandestinas que fez de conversas com lideranças do Congresso Nacional, o ex-senador e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, fez uma revelação bombástica.

“Se as investigações avançarem, não escapa ninguém de nenhum partido. Do Congresso, se sobrar cinco ou seis, é muito. Governador, nenhum”, garantiu Machado.

CARA DE PAISAGEM

E todos são todos, não escapa ninguém. Certamente esse tipo de declaração pode fazer andar o antigo Inquérito em tramitação na esfera do STJ, em Brasília, onde o governador Confúcio foi acusado de chefe de quadrilha.

Não é possível que a cara de paisagem do governador rondoniense, diante de escândalos bombásticos como o tal Espaço Alternativo (obra ainda paralisada), vá continuar sendo apresentada como um escracho para a Justiça local. Afinal, o escândalo chegou a justificar a prisão de dois políticos ligados a Confúcio: um deputado federal e um prefeito de Ouro Preto. Ambos apontados como recebedores de propina.

VEXAME

O Psol, de acordo com fontes, com o desligamento do pastor Aluízio, está diante de uma sinuca de bico em relação à disputa da sucessão municipal de Porto Velho. Sem aquele que foi seu quadro eleitoralmente mais competitivo e com o desinteresse de seus nomes históricos na cidade em entrar na disputa, terá de confirma a pré-candidatura de Pimenta de Rondônia, o comandante da sigla.

Pimenta já carregou a bandeira da sigla em outras disputas majoritárias, de onde saiu muito desgastado politicamente. Certamente, na disputa atual não será muito diferente. A votação previsível aponta para um novo vexame eleitoral do Psol portovelhense.

FALHA NO ARRANQUE

As gravações feitas por Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, acabou promovendo falhas naquilo que deveria ser a arrancada para valer do Governo Michel Temer, após o feriado prolongado da semana que termina neste sábado, com diretrizes econômicas de longo prazo e uma exibição de comando do Congresso com a aprovação da meta fiscal.

As gravações colocaram na mira a cúpula do novo Governo, derrubaram em horas um de seus pilares, Romero Jucá e, de quebra, jogaram suspeitas sobre um aliado de peso, o PSDB do senador Aécio Neves. Até os políticos coroados do jovem estado de Rondônia estão tratando de contratar os mais advogados caros, certos de que está reinstalada na República o “salve-se quem puder”.

SÓ A POLÍTICA

Na política tudo pode. E assim, está explicado, o motivo de tanta festa para anunciar o desfecho quase certo de Jair Montes, o vereador tido como barra pesada que chegou a ser preso por sérias acusações, confirmado como o ungido na composição da chapa de Mauro Nazif, o prefeito (Deus que nos livre) que só pensa em ganhar um novo mandato em Porto Velho.

NEGAÇÕES

É claro que como um político que assimilou perfeitamente as mumunhas do Poder, o senador Valdir Raupp (ex-presidente nacional do PMDB) nega sempre, de pés juntos, que não praticou nenhum crime, nenhuma maracutáia. Mas seu nome está ai na relação (e no noticiário) de forma nada lisonjeira, como um dos políticos investigados pela Lava Jato.

Para tentar evitar uma contaminação maior desses fatos suspeitos diante do eleitorado rondoniense, Valdir Raupp segue aquela batida de ocupar ao máximo a mídia com a conversa de quem está liberando verbas e mais verbas para isso e mais aquilo.

TRUQUE DE MADAME

Mas, a grosso modo as verbas do senador não provocou nenhuma modificação visível na situação da economia paralisada do estado. É como se diz, uma espécie de truque de madame para escapar da previsível fúria eleitoral que virá sobre políticos de olho no ano de 2018.

SINALIZAÇÃO

Enquanto a prefeitura gasta um fortuna para substituir os semáforos simples por caríssimos semáforos colocados em estrutura mais assemelhada com o “Arco do Triunfo” de Paris, a sinalização de solo em lombadas, faixas e cruzamentos está, em sua maioria, completamente apagada. Possivelmente por ser providência barata incapaz de gerar estipêndios e propinas. Aliás, é bom que se diga, a prefeitura continua a usar (quando faz este serviço) tinta não reflexiva e a sinalização fica invisível à noite. Quem sabe, se o MP tomar alguma medida, isso acabe mudando.

EMENDANDO

Certamente, em boa parte das instituições públicas o expediente será precário na próxima segunda. Ontem, por exemplo, foi dia normal e sem expediente. Em feriadão, o negócio é emendar até segunda-feira. É do que o brasileiro mais gosta.

AUMENTO

O Ministério da Fazenda disse que planos individuais de saúde terão um aumento em junho na casa dos 13%.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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