Brasil

Governo visa projetos para acabar com lixões e criar setor de resíduos

A expectativa é de geração de R$ 5,6 bilhões em investimentos ao longo dos próximos anos. Segundo a Casa Civil, o potencial de investimentos é de R$ 21,8 bilhões

A Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (SEPPI) da Casa Civil, em parceria com a Caixa e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vão estruturar projetos para erradicar os lixões no Brasil. As empresas envolvidas na cooperação convocaram nove consórcios em 109 municípios para a estruturação no setor de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU). A expectativa é de geração de R$ 5,6 bilhões em investimentos ao longo dos próximos anos.

A convocação ocorre após a habilitação de 39 consórcios, que contemplam o atendimento de ao menos 150 mil habitantes na região Norte e 200 mil habitantes no restante do País. No total, houve 86 propostas. Devido a restrições financeiras e de execução de projeto, primeiramente, oram chamados nove consórcios, que agregam 109 municípios da Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Norte beneficiando 2,8 milhões de pessoas.

“É considerada a viabilidade financeira e o impacto social”, explicou Nelson Barbosa, diretor de Planejamento e Estruturação de Projetos do BNDES.

A meta, de acordo com o secretário especial da SEPPI, Marcus Cavalcanti, é atender os 39 consórcios habilitados ao longo dos próximos quatro anos, com foco em até meados do ano que vem, antes das eleições municipais. Segundo ele, no total, o potencial de investimentos é de R$ 21,8 bilhões. “Estamos vendo um novo negócio que ninguém imaginava. Todo mundo lidava com o tratamento de lixo como despesa. Todo mundo via como um problema. Mas tem impacto social e tem o potencial de criar novos negócios para as empresas”, ressaltou.

O secretário destacou ainda que, com os PPPs em formato de consórcio, a União dá suporte aos municípios, que, sozinhos, não teriam capacidade financeira para levar os projetos adiante. Conforme o chamamento conjunto do PPI, Caixa e BNDES, não haverá contrapartida financeira dos proponentes para realização dos projetos. “Os pequenos não suportam fazer esse processo para o tratamento de resíduos sólidos, com os consórcios, vamos aumentar esse trabalho”, explicou Cavalcanti.

FONTE: CORREIO BRAZILIENSE COM AGÊNCIA ESTADO

FRNEWS TV: Intercâmbio técnico fortalece parceria entre SENAR Rondônia e SENAR Mato Grosso

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • Coluna Teia Digita: Micro e Pequenas empresas exige mudanças para enfrentar 2027 – Por Silvio Persivo

    Que nem promessa de político depois das eleições. “Estou tentando escrever uma autobiografia. Mas, não me lembro nem de ontem” (Keith Richard). BANCOS DE RONDÔNIA SUSPENDERAM ATENDIMENTO PRESENCIAL NA QUINTA-FEIRA Os bancários de Rondônia, que reivindicam reajuste salarial, mudanças nos benefícios, entre eles o vale-alimentação, e manutenção dos postos de trabalho, deixaram as agências bancárias […]