Em Linhas Gerais

‘Fonte com transito no palácio, tagarelava que acordo PT/PMDB, pressupunha garantir vaga para nomes como Roberto Sobrinho no governo Confucio”- por Gessi Taborda

ELETRIZANTE

padretonO eleitorado pode esperar uma disputa eletrizante nesse segundo turno. Ontem o presidente regional do PT, Padre Tom, sinalizou estar propenso a apoiar o continuísmo do governo do PMDB, fazendo campanha para Confúcio Moura. Ele não disse se antes pretende conversar com Expedito Júnior.

A votação do padre Tom, especialmente em Porto Velho, terá peso significativo no resultado desse turno final. Mas, é bom que se diga, que o rumo a ser tomado por esses eleitores não depende, claro, da vontade do padre que, durante a campanha, defendendo uma “nova política” não poupou o governo de Confúcio das críticas mais acirradas.

ITENS PROGRAMÁTICOS

eXPEDITOExpedito Júnior afirmou nas últimas horas que está conversando com as lideranças dos vários partidos, em busca da ampliação do apoio para “vencer a eleição com mais facilidade”. Ele trata esse assunto com muito cuidado e sem açodamento, “porque um acordo dessa natureza só pode ser fechado às claras, em torno de itens de programas e não uma simples barganhas por cargos”, como disse.

Expedido sabe que enfrentar a máquina do estado não é fácil e mesmo assim deixa claro que não teme o confronto com o candidato chapa-branca, principalmente por ter certeza de que há um clamor por mudança na condução do estado por parte de sua população.

FESTA CONFUNCIANA

ConfucioA mídia rondoniense (em sua maioria) registrou a declaração de Confúcio Moura após ter votado em Ariquemes, confiante numa vitória em primeiro turno. Foi, como se viu depois da apuração, mais um blefe do governador, lastreado numa pesquisa (nebulosa) do Ibope com índices favoráveis à candidatura chapa-branca. O nocaute imaginado pelo chamado filósofo de araque não aconteceu. Por pouco, muito pouco, ele não ficou numericamente. Mas mesmo assim a tropa de choque palaciana delirou, imaginando estar segura nos cargos conseguidos com o aparelhamento do governo rondoniense.

O resultado final das urnas tirou a ruidosa alegria da festa antecipada do confucionismo, ao mostrar que o novo mandato não está no papo e pode até mesmo escorregar pelos dedos daqueles que faltaram com o respeito à maioria dos concorrentes dos quais, agora, precisarão do pedir apoio.

DESCONSTRUÇÃO

JAQUELINEA campanha de desconstrução levada a efeito contra (por exemplo) a Jaqueline, única mulher na disputa, deve ser um erro irremediável nessa fase final da disputa. Praticamente impossível ao grupo que ainda ocupa o Palácio obter o apoio dessa importante liderança nesse segundo turno, embora seja compreensível a dificuldade uma tentativa de aproximação.

Isso, claro, não vale para o eleitorado o eleitorado petista. É verdade o próprio Padre Tom, num momento em que a cúpula nacional do PT forçava uma aliança com o governador, afirmou preferir deixar a política para rezar missa do que ficar ao lado do governo rondoniense. Mas, claro, agora são outros quinhentos. A raiva do padreco se arrefeceu e ele não pode esquecer que o PT fez parte do governo de Confúcio e este, embora desprestigiado na república petralha, é do partido que tem Michel Temer, Renan Calheiros, Collor de Melo, José Sarney, todos empenhados na campanha de Dilma.

Pelo menos aqueles com as chamadas “boquinhas” no aparelhamento do governo devem esta de cabeça inchada. Afinal, se daqui para o dia 26 não conseguirem reduzir a enorme rejeição em que continua chafurdado o tal “filósofo caipira”, terão de desocupar o lugar para um novo governo que, entre outras coisas, assumiu o compromisso de enxugar a caríssima, lerda e obsoleta máquina do estado.

UM AVANÇO

Roberto1Mesmo para uma sociedade acostumada a padrões éticos flexíveis, a derrota eleitoral de figuras carimbadas como a do ex-prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, que ganhou na chefia da administração municipal o sugestivo apelido de Ali Babá, sinaliza avanços na conscientização do eleitorado.

Mas, em contrapartida, a eleição de nomes de membros de famílias mafiosas (com certos chefões condenados) nos diz que ainda estamos longe do ideal.

INFORME

Roberto1

Ontem uma fonte com trânsito fácil nas hostes governista tagarelava que um acordo do PMDB com o PT (que ficou em 4º lugar) pressupunha garantir para nomes como o de Roberto Sobrinho  para cargos importantes num suposto novo governo confuciano, como a Secretaria da Fazenda… É (ainda) especulação, mas que é do “baralho” não resta dúvida.

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ESCONDIDAS

policia_federalNesta campanha presidencial, as declarações mais importantes foram as que não aconteceram: as de Rosemary Nóvoa de Noronha, que foi chefe do Gabinete da Presidência da República em São Paulo, afastada depois que a acusaram de tráfico de influência. A Operação Porto Seguro da Polícia Federal a atingiu no final de 2012. No início de 2014, a Justiça Federal iniciou processo criminal contra ela e mais 17 pessoas.

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AQUI TAMBÉM

DinheiroE na campanha pelo governo rondoniense praticamente não se falou nada sobre os episódios de corrupção que levou para a cadeia gente do alto escalão do governo Confúcio, incluindo aparentados.

E também ninguém lembrou as declarações do próprio Nobel Moura (irmão de Confúcio) sobre a calamidade da saúde pública em Ariquemes onde, pasmem!, o próprio Nobel é quem comanda o setor.

Tomara que nesse segundo turno o barulho do silencio seja quebrado, mostrando exemplos de aparelhamento do governo, tanto na saúde como na educação, setores entregues a membros do partido que não tem nenhum conhecimento técnico sobre o assunto.

DEPUTADOS ESCURRAÇADOS

GLORIAAssim são os homens neste mundo, nesta terra de exílio. São como sementes boas ou más: as boas são levadas aos celeiros, as ruins, atiradas ao fogo. O fim de cada pessoa será de acordo com o que ela semeou. Se semear a boa semente, receberá o prêmio consolador: “Vinde, benditos de meu Pai! Receba em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo”. Se semear a semente ruim, receberá a sentença: “afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que está preparado para o diabo e para os seus anjos”!

Não leram a Bíblia, agora sintam o peso da galhofa praticada para sugar dinheiro público. E no futuro dessa gente ainda pode pintar até um xilindrozinho.

ALELUIAH!

FACTOIDEJá que o prefeito Mauro Nazif (Deus nos proteja!) não teve nada importante para apresentar na comemoração Primeiro Centenário de nossa tão esculhambada capital, sua fábrica de factóides decidiu inundar as redações com textos tentando traduzir em grandes feitos aquilo que nas gestões de qualidade fazem parte da rotina administrativa. E assim, tome porre de títulos como esses: Prefeitura conclui iluminação pública em mais um bairro da zona Leste; Biblioteca promove lançamento de livro sobre gestão ambiental; Semusa estimula a prevenção ao câncer de mama no Outubro Rosa; Emdur troca luminárias antigas por outras mais resistentes.

E pensar que esse é o homem que ganhou a prefeitura com a promessa de fazer uma revolução na gestão municipal, colocando a cidade entre as de melhor IDH da região norte do Brasil. Bom, certamente faltando pouco mais de um ano para o fim dessa gestão, esse pessoal deverá se tornar expert em troca de lâmpadas queimadas. É uma vergonha!

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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