Em Linhas Gerais

“Feliz Natal -O Natal é festa de luz pelo menino Jesus” por Gessi Taborda

AMANHÃ É NATAL

Jesus01.2jpg A voragem da sociedade de consumo arrasa gradualmente o sentido da data. Esquecemos o natalício do menino que pregou o amor e a compreensão, e nos afogamos nas correrias de dezembro. Para quê? Para ensinar nossas crianças a adorar uma fantasia tola que a coca-cola popularizou nos Estados Unidos a partir de 1931, numa campanha publicitária incorporada ao cotidiano como algo inocente.

O Natal é festa de luz pelo menino Jesus, não pelo ilusório velhinho de vermelho. Também neste mês os judeus têm a Festa das Luzes, o Chanukiá, celebrando o milagre que iluminou o Templo de Jerusalém por oito dias. Com idênticas raízes históricas, Cristianismo e Judaísmo poderão sobrepor seus valores éticos à avalanche do consumista Papai Noel, inventado pela publicidade? Ou sucumbirão?

 APOSENTADOS

olho-azul-grandeOs aposentados e pensionistas do INSS que ainda não fizeram o recadastramento anual devem ficar atentos ao prazo. Como o expediente bancário ao público encerrará no dia 30, os segurados deverão comparecer às agências bancárias onde recebem o benefício até a terça-feira da próxima semana (dia 30) para realizar a prova de vida.  No último balanço divulgado pelo Ministério da Previdência Social (MPS) mais de 1 milhão de pessoas em todo o país  precisam se recadastrar. Para fazer o recadastramento é preciso o segurado do INSS comparecer à agência bancária onde recebe o benefício e apresentar um documento com foto (carteira de identidade, carteira profissional, passaporte, carteira nacional de habilitação). Devem levar também o cartão e número do benefício para facilitar o atendimento. Todo o processo de recadastramento só poderá ser feito nos bancos, porque a senha  do beneficiário terá que ser validada.

 PÉSSIMO GESTOR

Confucio MouraNa primeira lista difundida sobre os novos integrantes do escalão superior do governo a ser instalado em 1º de Janeiro próximo há suficientes indícios para mostrar que o governo continuará sendo mau administrador.

Nas altas esferas do Poder os “coroados” são pessoas sem grandes títulos, a não ser o papel desempenhado como cabos eleitorais qualificados na disputa pela reeleição. E assim Gilmar Ferreira acabou ganhando do “Papai Noel” o presente de começar o novo ano com um belo estipêndio para gerir a CMR, empresa que ninguém sabe e ninguém viu. A Companhia de Mineração de Rondônia, criada no tempo do Teixeirão, deixou de existir a muitos anos. Mesmo assim, pelo visto, ainda continua servindo aos interesses do governante como um autêntico cabide de emprego.

A nomeação de um cardeal para coçar o saco na CMR não é nada, mas tem o sabor de outro pequeno escândalo.

 CAERD: OUTRO EXEMPLO

Confucio MouraA Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia é outro exemplo de como o governo administra mal o patrimônio do Estado. A Caerd chegou a ser considerada uma das mais promissoras empresas do governo para promover o desenvolvimento sustentado no Estado.

Hoje a imagem dessa estatal é a pior possível, mesmo mantendo ainda o monopólio num dos segmentos mais importantes da execução do saneamento básico em todo o estado.

Entregue à cupidez de pessoas designadas por grupos políticos da base governista, a Caerd tornou-se de há muito tempo um poço sem fundo onde vai o dinheiro público na tentativa se salvar uma empresa que não conseguiu até hoje cumprir sua competência e atender a população do estado com um serviço de qualidade em água e esgotamento sanitário.

 PELOS COTOVELOS

dilma-presidente (1)Às vezes ouvir Dilma Roussef falar das questões importantes do Brasil chega a ser desconcertante. A gente fica sem saber se certas declarações são motivadas pena ingenuidade ou desfaçatez. Veja, por exemplo, essa “pérola” da retórica presidencial: “Não é preciso afastar Graça Foster, porque a Petrobras e o Governo não foram prejudicados”. O Governo é acionista majoritário da Petrobras. Neste ano, as ações da empresa caíram algo como 35%. Se isso não provoca dano nos cofres públicos da nação (Olha ai, revisão, eu não disse “danação”), nada mais poderia prejudicar o Brasil. É coisa para a reflexão de Stanislaw Ponte Preta.

 PERIGO IMINENTE

mauroÉ melhor os rondonienses que utilizam o transporte coletivo da cidade se prepara para, a qualquer momento, viver o colapso desse serviço, graças à incompetência do prefeito em lidar com coisas dessa importância.

Mauro Nazif, prefeito incapaz de enfrentar problemas simples como a desobstrução de calçadas e outros logradouros públicos tomados pelo comércio marginal, está falando grosso com os empresários dos ônibus urbanos, garantindo que não aumentará, de jeito nenhum, a tarifa desse serviço.

Ora se, como diz o prefeito, o contrato dessas empresas permissionárias acabou, como mantê-las obrigadas a prestar esse serviço público? E o prefeito ainda disse mais: enquanto não houve uma terceira empresa nesse segmento, nada de reajuste tarifário.

Veja se dá para entender: então essas duas empresas impedem o prefeito de colocar uma terceira permissionária? Ou Nazif é realmente um alcaide fraquíssimo ou não deu para entender blicas do andou falando na sua mais recente entrevista. Parece que alguma decisão lógica só pode acontecer quando a prestação do serviço parar de ver.

 OUTRA FRAUDE

VergonhaPor absoluta falta de fiscalização, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) transformou-se num convite à fraude, que vem sendo aproveitado por intermediários espertalhões e instituições de saúde sem escrúpulos, com prejuízos para os beneficiários e para os contribuintes em geral. Consta que aqui em Rondônia, também existem especialistas em obter vantagens com esse negócio do DPVAT. É mais um desafio para ser convenientemente investigado.

Há cinco anos, um estudo da Superintendência de Seguros Privados demonstrou que 85% dos pedidos de indenização por acidentes de trânsito eram feitos por hospitais e clínicas, e não pelas próprias vítimas, que raramente recebiam a totalidade dos recursos pagos. Pagos por todos os cidadãos, que também pagam os fiscais negligentes que deveriam assegurar a lisura do processo.

 SER GOVERNO? COMO?

herminioO deputado (reeleito) José Hermínio, presidente da Assembleia, já viajou. E assim vai cumprir a promessa de não dar posse Confúcio Moura, reeleito em outubro. Antes de viajar com a família Hermínio conversou com o colunista. E – como se esperava – reafirmou que continuará fazendo oposição ao governante peemedebista.

Quem tem compromisso com a população, especialmente com o segmento daqueles que mais sofrem o descaso do governo não tem como deixar de ser oposição num processo desses, sentenciou o parlamentar.

“Estou na vida pública querendo uma Rondônia com trabalho, especialmente para sua juventude. Um estado com produção, pesquisa, inovação, transparência e responsabilidade das instituições. E o governo não quer. Acredito que ajudamos mais fazendo a oposição necessária.” E assim Hermínio justificou sua decisão de não presidir a sessão de posse. E garantiu: “No próximo mandato seguiremos cumprindo nosso papel de opositor”.

 A VERDADE

PetrobrasE agora todo o pessoal do andar de cima da Petrobras usa a tática do escapismo, descaracterizando as denúncias da geóloga Venina Veloso da Fonseca. Chega de hipocrisia e velhacaria. Se tudo o que ela diz ter feito é mentira, por que então foi transferida para Cingapura? Não seria por medo de que a verdade aflorasse?

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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