Em Linhas Gerais

Expedito vai evitar o discurso de terra arrasada no horário eleitoral

FILOSOFANDO

Como nas guerras, nas eleições desse ano a primeira vítima será, certamente, a verdade!

POSTURA

O candidato Expedito Júnior não pretende participar dos debates para desconstruir as gestões dos mais recentes governadores do estado rondoniense. Ontem uma fonte próxima da coordenação da campanha afirmou para a coluna: “Não faremos o discurso de terra arrasada como esperam alguns adversários”. Expedito deixará claro que está focado no futuro e não no passado. Ele pretende construir a Rondônia que é a aspiração de toda a população. “Especialmente na questão da saúde, dos transportes, das estradas, da agricultura e da segurança”.

CRUCIAL

Parece ainda existir uma dificuldade imensa entre colunistas políticos (??) rondonienses em entender como é crucial para o estado romper com o sistema de poder vigente até agora para a retomada de um novo ciclo de crescimento sustentado no estado. A “massmedia” rondoniense continua agindo, como sempre, a serviço de cartéis com docilidade para com políticos ainda (??) no poder tupiniquim.

BLEFE

Deve ser por isso que um colunista festejado pela maioria dos “jornais” eletrônicos rondonienses bate constantemente na tecla de que o candidato Maurão de Carvalho, do MDB, está crescendo e tem chances de vitória no pleito de outubro. Falácia, pura falácia, para não dizer blefe. Ora, pela pesquisa do Ibope divulgada nesses dias o que se vê – levando-se em consideração a tal margem de erro – é que Maurão sequer conseguiu atingir dois dígitos na preferência do eleitorado.

TELEVISÃO

Dentro do próprio MDB é crescente a desconfiança de que seu candidato é carta fora do baralho. Uma fonte com trânsito fácil no núcleo emedebista argumenta sobre os riscos de uma debandada dos que chegaram a apoiar abertamente o nome do presidente da Assembleia na convenção do partido. Alguns já estariam – sempre segundo a fonte – mudando de ideia e procurando outros candidatos mais viáveis para apoiar.

NAU VAZIA

Se Acir Gurgacz conseguir romper suas dificuldades no registro da candidatura de governador, a nau supostamente pilotada pelo presidente da ALE notabilizado na política como pupilo de Ivo Cassol corre o risco de ficar com falta até de grumetes.

A esperança está no programa eleitoral da televisão que deve começar na próxima sexta-feira. O tempo do MDB na campanha é bem elástico e, dizem, terá produções criadas pelos magos do marketing eleitoral. Se essa ferramenta vai funcionar, só o tempo confirmará…

MEDO

As matérias do candidato, distribuídas pela sua assessoria de comunicação insistem, por óbvio, que ele está entusiasmado com o as recepções de eleitores, especialmente quando inaugura comitês de campanha no interior. Isso mais parece um mantra escolhido para esconder o medo do desfecho final da corrida. É muito difícil romper com o alto nível de rejeição do eleitorado às figuras tradicionais, especialmente quando o candidato está cercado por nomes reconhecidos publicamente como filhotes da Lava Jato e beneficiários de outros esquemas de corrupção.

ASSIM NÃO

Até o repetido compromisso feito nessas andanças pelo interior nesse período eleitoral de priorizar a geração de empregos não tem contribuído para o piloto da chapa do MDB surfar em melhores condições nos índices das pesquisas. Como, durante todo tempo na gestão da Assembleia Legislativa, a especialidade de Maurão foi “gerar empregos para aspones”, superlotando seu próprio gabinete, sua promessa de “gerar empregos” cria ainda mais desconfiança nas suas reais intenções.

DESTROÇADA

A república brasileira é um projeto falido sobre todos os aspectos. As eleições desse ano deveriam servir para uma correção de rumos da política brasileira. Todavia, pelas projeções conhecidas, não dá para acreditar em mudanças de fato. Nesse país em que a honra e a honestidade da classe política foi destruída especialmente pelos 13 anos do predador PT, os fatos da roubalheira continuam pipocando por todo lado e as instituições da república mostram-se frágeis para pôr um ponto final na corrupção.

Nem quem pegou cana por ações criminosas contra o povo se emenda. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou 26 pessoas por organização criminosa com atuação junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O grupo é acusado de fazer negociações ilícitas de registros sindicais.

RO FICOU DE FORA

Entre os denunciados estão o ex-ministro do Trabalho, Helton Yomura, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, cinco deputados federais, além de servidores e ex-servidores da pasta. Os deputados federais denunciados são Cristiane Brasil (PTB-RJ), Jovair Arantes (PTB-GO), Paulinho da Força (SD-SP), Nelson Marquezelli (PTB-SP) e Wilson Filho (PTB-PB). Pelo menos dessa vez políticos de Rondônia ficaram fora da lista da vergonha.

PESQUISA

Pesquisa elaborada agorinha pelo IPESP para a XP investimento afirma que Lula tem a maior rejeição entre os pesquisados: 60%, contra 59% de Bolsonaro. Só que vai ser impossível aferir nas urnas esse resultado: o petista é prisioneiro em Curitiba e não pode ser candidato.

AUTOR: GESSI TABORDA – COLUNISTA EM LINHAS GERAIS

JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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