Em Linhas Gerais

Especulação de Neodi Carlos no lugar de Acir esquentou caldeirão sucessório – por Gessi Taborda

AS FAKES

Adversários de Expedito Júnior tentam apagar o brilho do candidato do PSDB, revelado com a liderança absoluta aferida na pesquisa do Ibope. E começam a fazer isso através do jogo rasteiro próprio aos embusteiros escondidos nas sombras. Nas redes sociais começaram a surgir as famigeradas fakenews contra Expedito. Já se sabe tratar-se de movimento estimulado por adversários nocauteados pelo Ibope. Imaginam com isso repetir a mesma tática do antigo tapetão que tirou de Expedido um mandato de Senador conquistado com um votação histórica.

PROCESSO

Os autores dessa ignomínia devem colocar suas barbas de molho e esperar uma punição severa. As investigações sobre esses meliantes estão em andamento. Elas darão base a processos. Quem imagina ser possível manter o anonimato nas redes sociais é burro. E vai descobrir isso quando estiver devidamente identificado. Os mentores desses bandidos cibernéticos serão alcançados também.

PRESENÇA

A coluna EM LINHAS GERAIS vai procurar estar mais presente nas mídias onde é veiculada nesse período eleitoral. E assim cumprirá sua missão de informar, opinar e criticar dando mais opção os leitores no uso das várias mídias nesse momento em que forma sua posição de eleitor.

PREOCUPANTE

É consenso em Rondônia: Nas últimas décadas Valdir Raupp tem se mantido como uma figura marcante na política rondoniense. De um mero capiau da região de Rolim de Moura acabou chegando ao governo do estado, fortalecendo seu nome no cenário da política de Brasília durante o longo período de senador. Mas o resultado da pesquisa do Ibope divulgado nessa semana deve estar preocupando o grande cacique do MDB. Ela sinaliza o fim de um ciclo. O senador barbudo de Rolim está finalmente balançando. Não consegue nem mesmo sobrepujar os índices de Fátima Cleide (PT) e muito menos o de Confúcio Moura, dá sua própria legenda.

SEDUTOR

Quando começou a fazer política na cidade de Rolim de Moura o atual senador tinha todas as características do político sedutor. Aprendeu com Jerônimo Santana a fazer como ninguém o trabalho de aproximação pessoal com as maiores lideranças de seu partido. Dominando o canto da sereia Valdir Raupp chegou ao governo mesmo contra a vontade de seu tutor e padrinho de casamento, o popular “Bengala”. Certamente por essa característica ainda há muita gente no universo da política rondoniense pronta para dar ao Raupp crédito como “um sujeito” que sabe realmente mexer os cordões para se manter no poder.

E AGORA

Raupp nunca acreditou nos alertas do perigo de um tropeço político enorme, exatamente pelo fato de tais alertas nunca terem partido dos áulicos que se mantiveram e ainda se mantém ao seu lado. E foi por isso que ele também passou por siglas diferentes do velho MDB onde nasceu pelas mãos de Jerônimo Santana. Sua carreira foi quase brilhante. E coroada quando retornou ao seu berço partidário, assumindo a liderança da sigla, como autêntico cacique. Mas agora a situação é bem diferente.

INCERTO

O personagem simples e cativante do passado acabou enfrentando na atualidade denúncias e mais denúncias ao sabor das perigosas ações da PF e das ondas da Lava Jato. O Valdir Raupp chegou na campanha de hoje convencido de que sua longevidade política não estava ameaçada. O Ibope com seus números baliza como incerto o futuro do político que permitiu o fim do Beron e da Ceron, um dos ativos mais importantes que Rondônia já teve.

ADVOGADOS

Na visão de analistas políticos do estado Valdir Raupp entrou nessa campanha sem nenhuma preocupação as denúncias de que teria recebido propinas de grandes construtoras chafurdadas no maior esquema revelado de corrupção desse país. Afinal, graças a uma excelente equipe de advogados ele tem conseguido empurrar todos os processos abertos contra ele, em todos os níveis.

MAIS BAIXOS

O anúncio foi feito na sexta feira (24). De acordo com a CEF, os juros para a aquisição da casa própria estarão reduzidos a partir de setembro. As taxas mínimas passaram de 9% ao ano para 8,75% ao ano, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 10% ao ano para 9,5% ao ano, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

NOVO CANDIDATO

Os bastidores das coordenações de campanhas de vários candidatos ao governo rondoniense ferveram na manhã de ontem. Tudo isso causado pelas previsões nada animadoras para Acir Gurgacz, candidato do PDT à sucessão estadual. Como se sabe, há um pedido de impugnação na Justiça Eleitoral ao registro da candidatura do dono da Eucatur. Mesmo tendo como patrono de defesa um dos mais importantes advogados rondonienses no segmento do direito eleitoral, é grande o número de dirigentes partidários apostando na rejeição do registro de Acir que, afirmam, está inelegível. Se não puder concorrer, sua vaga terá de ser preenchida por outro nome.

NEODI

Ontem o nome de Neodi Carlos era o mais cogitado. O último cargo político de Neodi foi o de deputado estadual, quando presidiu a mesa diretora da Assembleia Legislativa. Foi político notoriamente ligado a Ivo Cassol. Essas discussões intestinas do pedetismo rondoniense chegaram a animar políticos de Machadinho do Oeste. Isso pelo fato de que Jesualdo Pires, a outra opção, ter deixado claro que não aceitaria a indicação sobre hipótese alguma. Afinal o ex-prefeito de Ji-Paraná almeja mesmo é ser senador.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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