Em Linhas Gerais • Resenha Politica

Entre os governadores da Amazônia, o de Rondônia Coronel Marcos Rocha ficou totalmente apagado – Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“O mundo precisa de atitudes, não de opiniões. Opinião nenhuma mata fome ou cura doença”. Angelina Jolie (1975), atriz norte-americana.

EDITORIALZIM

A Verdevalda, porta-bandeira da Central Única da Corrupção, foi catada a dedo para lançar o Congresso e o STF contra a Operação Lava Jato e destruí-la. Passado o auge da farsa, a maioria do primeiro e cinco ministros nomeados – e não concursados – do segundo deram a cara no complô. O Quinteto Sinistro impede investigações da PF e do MP, pois ele próprio está com o rabo na reta. Ataca, com inaceitável sarcasmo, as vítimas de crimes e protege criminosos. Não tem limites em suas insídias.

Daí a necessidade urgente-urgentíssima de uma Operação Lava Toga nas cloacas judiciárias por onde escorre a marginalidade institucional. A paralaxe adrede instaurada cobre amplo espectro não só das quadrilhas ditas de “esquerda”, como também de “centro” e “direita”. É o que prevíamos e presenciamos.

O que causa espanto, porém, não é as “máximas autoridades judiciárias” agirem como leguleios chicanistas defensores de malfeitores: é o silêncio atordoante, a inércia assustadora da cidadania seja por covardia congênita, seja por interesses inconfessáveis; ou ambos. Súbito, parece-nos que o problema não é este ou aquele governo: o problema é o país, desde suas origens. Quem aceita bovinamente que desavergonhados ralem e rolem sobre a República impunemente, certamente vergonha na cara não terá. Ainda há tempo para mudar tal realidade infame. Basta coragem…

REUNIÃO

A mais importante reunião da pauta política da semana foi o encontro dos governadores dos estados da Amazônia legal e o presidente Jair Bolsonaro. O governador rondoniense, é claro, participou e teve uma atuação apagada, a ponto de não ser destacado em nenhuma matéria publicada na grande imprensa sobre o evento.

Ninguém ficou sabendo se o governo rondoniense entregou alguma proposta específica do estado ao presidente, que é do mesmo partido do cel. Marcos Rocha, o governador rondoniense que ainda se comporta como mais perdido que cego em tiroteio.

DOCUMENTO

Em conjunto, os governadores dos estados amazônicos entregaram ao presidente um documento com propostas para um planejamento estratégico que leve ao desenvolvimento sustentável da região, entre elas a regularização fundiária e a retomada da cooperação internacional, especialmente o Fundo Amazônia.

O documento, de acordo com a fala do governador do Amapá, Waldez Góes, apresentou 26 projetos comuns, tratando desde compras corporativas, até ações mais diretas de desenvolvimento e de infraestrutura.

O presidente Jair Bolsonaro encarregou o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, de dialogar com todos os estados para tratar das medidas necessárias ao desenvolvimento da região e consolidar as agendas dos estados, mas disse que também vai encaminhar propostas ao Congresso.

UMA SÍNCOPE

Uma das decisões mais inusitadas dos cardeais da Justiça brasileira nessa semana foi, sem sombra de dúvidas, aquela favorável a Aldemir Bendine, o ex-chefão do Banco do Brasil e da Petrobrás, que foi condenado e preso por sentença prolatada pelo ex-juiz Sérgio Moro. Os poderosos do STF viram nulidade no processo e assim Bendine se transforma no mais recente exemplo de que no Brasil o crime compensa. Tomara que tudo isso seja apenas uma síncope, que é uma perda momentânea da consciência.

SURTO

O Judiciário brasileiro parece sofrer, vez por outra, em alguns de seus integrantes, surtos de síncope. De súbito, e do nada, surgem sintomas indiscutíveis de perda da consciência jurídico-judiciária, pela prolação de decisões algo estranhas e não compendiadas nos registros da Colenda Corte.

TUDO CERTO

Assim como em todos os processos em que atuou como juiz, Sérgio Moro não tergiversou. O olimpo da Justiça brasileira não está livrando a cara do corrupto Bendine apresentando-o como inocente. Não desmentem a riqueza de provas contidas no seu processo.

Os elementos probatórios presentes no bojo do processo; os depoimentos de envolvidos e de testemunhas – oculares e auriculares; os laudos periciais anexados aos autos; os elementos de suporte fático e jurídico; os firmes termos do inquérito policial apensados; as gritantes evidências caracterizadoras de flagrante delito e outros tantos fatores e fatos da causa caminharam num determinado sentido racional e lógico. Bendine estava na cadeia por ter roubado duas grandes instituições, por ter praticado corrupção no BB e na nossa estatal do petróleo.

NA MAIONESE

E, de repente, num delíquio – como diria Jânio Quadros – o decisum rompe com todo esse consistente e indubitável elenco de comprovação incriminadora e parte, quiçá, para um inusitado “fatiamento”, ou coisa do tipo, e fica por isso mesmo. Depois de algum tempo, a síncope passa, cai no esquecimento e “tudo volta a ser como dantes no quartel de Abrantes”. Que Deus nos ajude que não seja assim.

FUSÃO

A possível fusão do PSDB, DEM e PSD pode interferir na composição política de Porto Velho no próximo ano. Dessas três siglas pelo menos duas acalenta o sonho de ter chapa para a disputa da prefeitura em 2020. O PSDB é a sigla do atual prefeito Hildon Chaves.

AUDIÊNCIA

Essa é uma realidade: sessões da Câmara Municipal de Porto Velho não consegue atrair público. Nenhum vereador sabe explicar os motivos desse desinteresse. Certamente falta à edilidade tratar de assuntos que verdadeiramente interessam aos moradores da cidade.

TRABALHO

Realizando um intenso trabalho com obras importantes em toda a capital rondoniense, a fase de críticas ao prefeito Hildon Chaves vai seguindo a tendência de cair no descrédito. Com o passar do tempo Hildon vai consolidando a imagem de melhor prefeito que a cidade já teve. Com todo esse pacote de obras em desenvolvimento Hildon deverá entrar com tudo na pré-campanha para a reeleição.

SEM SORTE

Já faz tempo que não sai uma bolada gigante da lotérica em Rondônia. Nesse quesito nosso estado anda sem sorte.

AUTOR: GESSI TABORDA – COLUNA EM LINHAS GERAIS – JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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