Resenha Politica

Rondônia vive um retrocesso: Senador Marcos Rogério com um discurso cansativo e chato; Governador Marcos Rocha decidiu requentar a promessa – Por Róbson Oliveira

ESTUPIDOS – Embora os seguidores (cegos) do bolsonarismo não vejam os danos causados às exportações brasileiras pelas besteiras e pelos impropérios que o presidente declarou nesse episódio das queimadas na Amazônia, os reflexos comerciais são horríveis e vão pesar negativo em médio prazo na balança comercial. Dizem que estupidez tem limites, mas no caso das brigadas virtuais do bolsonarismo, ao que parece não. Se há algo de semelhança entre petistas e bolsonaristas é a cegueira. E diz o adágio: pior cego é aquele que não quer ver. Os estúpidos!

LOROTA – Desde que o presidente brasileiro acusou as Organizações não Governamentais de serem responsáveis por tocar fogo criminoso na Amazônia, os órgãos estatais de repressão não anunciaram uma evidência mínima de que a acusação fosse verdadeira. Corroborando com o presidente francês Emmanuel Macron,  a história contada contra as ONGs por Jair Bolsonaro é uma baita mentira. Em uma semana de ação contra as queimadas sob a responsabilidade do Exército, os únicos presos foram fazendeiros e garimpeiros. Ambientalista, conforme acusação presidencial, nenhum.

MÍDIA – Por dois dias consecutivos este cabeça chata foi procurado por repórteres estrangeiros (Alemanha e Noruega), que estavam no interior de Rondônia, para fornecer algumas informações sobre a pauta ambiental.  O que mais intrigou os colegas foi uma gravação do governador rondoniense coronel Marcos Rocha avisando aos madeireiros de Espigão do Oeste de uma suposta operação dos órgãos ambientais federais e que a polícia estadual estaria desautorizada a participar.  A fala da autoridade em garantir a lei e a ordem estadual causou perplexidade.

FILIAÇÃO – O jovem advogado Fabrício Jurado, ex-presidente do partido Novo, ingressou ontem no DEM. A filiação foi bem disputada por se tratar de uma pessoa conhecida pela seriedade e pelo idealismo. Mesmo sendo a vedete da noite de filiação, o donatário da legenda, senador Marcos Rogério, quis ofuscar o evento com um discurso cansativo e chato. Aliás, o senador vem se notabilizando mais pelo ego superlativo do que pelos méritos senatoriais, segundo observadores políticos.

POSTURA – A postura assumida pelo senador dos Democratas de Rondônia é de candidato a candidato a governador, embora o pleito esteja bem distante e muita água ainda rolará por debaixo dessa ponte. A continuar com a empáfia, o executivo estadual passará bem longe do senador. O que não é uma má notícia.

SIMPATIA – Quem também pode vir a disputar o Governo de Rondônia é o deputado federal Léo Moraes (PODEMOS), apesar de nunca ter assumido tal postura. É uma pessoa de fino trato e tem talento para alçar vôos maiores, desde que evite a aventura de passar pelo paço municipal da capital, local que tem dado dores de cabeça a quem se aventura a administrar.  Na hipótese de candidatura a prefeito, Léo começa bem na frente dos que hoje almejam o mesmo posto e sabe que o atual alcaide não é páreo para ser subestimado, já que as obras começam a emergir e a tulha da municipalidade anda transbordando abundância. No critério simpatia o deputado é imbatível e é um dos critérios que o eleitor sempre leva em conta ao decidir o voto.

GÁS – O governador coronel Marcos Rocha voltou a anunciar – já havia sido anunciado por dois outros governadores – a possibilidade da construção de um gasoduto para abastecer Rondônia. Um papo de cerca Lourenço que engana tão somente os incautos. Para se ter uma ideia da obra, o gasoduto Urucu-Coari-Manaus – inicialmente para ser entregue em 2006, foi concluído em 2016, com início em 2004. Durante todos os anos de atraso, com a pressão de uma bancada amazonense com senadores nomeados ministro, o gás quase não chega às bombas do Amazonas.

PROMESSA – Há pelo menos quinze anos a bancada federal de Rondônia e os governadores de plantão anunciavam a extensão desse gasoduto até Porto Velho. Várias visitas políticas foram agendadas a Urucu e centenas de releases foram produzidos com promessas da vinda do gás a Rondônia. Desde 2017 ninguém falava mais sobre o assunto, seja pelos problemas ambientais da obra, seja pela falta de recursos para financiar a empreitada. Marcos Rocha decidiu requentar a promessa. Pode ser que haja incauto a acreditar, mas a proposta não passa de mais uma promessa vazia. Quem viver verá.

FINANCIAMENTO – A obra consumiu quatro bilhões e quinhentos milhões, bem acima de um bilhão e três milhões inicialmente orçados para a construção de 661 quilômetros de extensão, com sete ramais.  Os custos para trazer o duto até Porto Velho ainda não foram estimados corretamente, mas quem participou dos estudos preliminares garante da inviabilidade econômica. Além, é claro, da escassez de recursos porque passa a Petrobras depois da farra de malfeitos que fizeram com a nossa maior empresa pública nos governos que passaram. Com nenhuma probabilidade da obra iniciar e o gás abastecer Rondônia, ninguém entende a razão da existência de uma estatal estadual com o objetivo de administrar um gás que sequer existe. Exceto como sinecura para empregar néscios que não distinguem o cheiro do gás butano.

 GALLO –  Iran Gallo decidiu disputar o Conselho Federal de Medicina, onde atualmente exerce o segundo mandato como tesoureiro. O CFM estará em boas mãos, caso o rondoniense vença e passe a cantar naquele terreiro da capital federal.

RETROCESSO – É triste constatar um país que despreza a pesquisa e a extensão, ao cortar as bolsas do CNPQ o Ministério da Ciência e da Tecnologia perde uma das funções mais proeminentes, que é investir na tecnologia e na inovação. As principais pesquisas da área no Brasil são oriundas das universidades públicas que, este governo, tanto persegue. O Brasil da um grande passo ao retrocesso. Infelizmente, podemos apenas lamentar.

AUTOR: RÓBSON OLIVEIRA –  COLUNA RESENHA POLITICA –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by